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Notícias
06
out
2010
(BIOENERGIA)
MS poderá exportar energia de biomassa
Rede de transmissão terá 925 quilômetros de extensão e vai passar por 20 municípios.
A rede básica de energia elétrica de 230 kV vai interligar Mato Grosso do Sul ao Sistema Integrado Nacional de Energia e possibilitar a exportação mensal de mais de 1,3 mil megawatts de energia de biomassa e 773 megawatts de PCH (Pequenas Centrais Hidrelétricas), além de proporcionar maior desenvolvimento econômico e industrial nas regiões leste, sudoeste e centro do Estado. A rede de transmissão, em Mato Grosso do Sul, terá um total de 925 quilômetros de extensão e vai passar por 20 municípios. Com início em Selvíria, o linhão segue por Aparecida do Taboado, Paranaíba, Inocência, Cassilândia, Chapadão do Sul, Água Clara, Camapuã, Ribas do Rio Pardo, Bandeirantes, Jaraguari, Campo Grande, Terenos, Sidrolândia, Dois Irmãos do Buriti e Anastácio. Outros quatro municípios - Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante, Ivinhema e Nova Andradina - serão interceptados por linhas de transmissão de 138 kV.
No mês de outubro entra em operação parte da linha de transmissão de energia de 230 kV. Na primeira etapa vai ocorrer a energização de 230 quilômetros de rede e o funcionamento de seis subestações de energia: Santa Luzia II, em Nova Alvorada do Sul, Anastácio, Sidrolândia, Rio Brilhante, Ivinhema e Imbirussu, em Campo Grande. Em novembro de 2011 entram em operação o restante da rede e as subestações de Chapadão do Sul e Inocência.
A construção da rede foi delegada, por meio de leilão da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a duas empresas. A espanhola Cobra Instalaciones e Servicios ficou responsável pelo lote A – que inclui cinco municípios e 370 quilômetros de rede - e o grupo Elecnor Transmissora de Energia S.A. - representado pela subsidiária Brilhante Transmissora de Energia S.A. - pelo lote B, com 16 municípios e 557 quilômetros de linha.
A rede básica de energia elétrica de 230 kV vai interligar Mato Grosso do Sul ao Sistema Integrado Nacional de Energia e possibilitar a exportação mensal de mais de 1,3 mil megawatts de energia de biomassa e 773 megawatts de PCH (Pequenas Centrais Hidrelétricas), além de proporcionar maior desenvolvimento econômico e industrial nas regiões leste, sudoeste e centro do Estado. A rede de transmissão, em Mato Grosso do Sul, terá um total de 925 quilômetros de extensão e vai passar por 20 municípios. Com início em Selvíria, o linhão segue por Aparecida do Taboado, Paranaíba, Inocência, Cassilândia, Chapadão do Sul, Água Clara, Camapuã, Ribas do Rio Pardo, Bandeirantes, Jaraguari, Campo Grande, Terenos, Sidrolândia, Dois Irmãos do Buriti e Anastácio. Outros quatro municípios - Nova Alvorada do Sul, Rio Brilhante, Ivinhema e Nova Andradina - serão interceptados por linhas de transmissão de 138 kV.
No mês de outubro entra em operação parte da linha de transmissão de energia de 230 kV. Na primeira etapa vai ocorrer a energização de 230 quilômetros de rede e o funcionamento de seis subestações de energia: Santa Luzia II, em Nova Alvorada do Sul, Anastácio, Sidrolândia, Rio Brilhante, Ivinhema e Imbirussu, em Campo Grande. Em novembro de 2011 entram em operação o restante da rede e as subestações de Chapadão do Sul e Inocência.
A construção da rede foi delegada, por meio de leilão da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a duas empresas. A espanhola Cobra Instalaciones e Servicios ficou responsável pelo lote A – que inclui cinco municípios e 370 quilômetros de rede - e o grupo Elecnor Transmissora de Energia S.A. - representado pela subsidiária Brilhante Transmissora de Energia S.A. - pelo lote B, com 16 municípios e 557 quilômetros de linha.
Fonte: Jornal de Matogrosso/Celulose Online
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