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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Criando móveis para atender a terceira idade
Pesquisas do IBGE constataram que pessoas com mais de 60 anos respondem por 69% do orçamento familiar brasileiros, mas têm dificuldades para encontrar produtos e serviços destinados a atendê-los. Por isso, criar móveis e objetos úteis para atender as necessidades de pessoas da terceira idade foi um dos desafios enfrentados pelos 30 participantes do curso Como Vender Mais e Melhor, promovido pelo setor de Feiras do Sebrae para proprietários, logistas e trabalhadores do setor moveleiro de Rio Branco.
Um engenheiro florestal e um designer participaram do evento que teve como mascote Cleverson Klaus, 14 anos, filho dos proprietários da fábrica de Móveis Paraná que criou uma cama reclinável para maior comodidade dos idosos que têm de permanecer mais tempo deitados. Uma cadeira com rodinhas, braços reclináveis, luminária no recosto e uma bandeja para facilitar a leitura e alimentação dessas pessoas, foram algumas das criações projetadas durante o curso.
“As pessoas com mais de 60 anos são ativas, tem dinheiro, mas não vêm recebendo a atenção que merecem da indústria, comércio e serviços para atender suas necessidades. Por isso, criamos este desafio que serviu para abrir novos horizontes aos fabricantes de móveis da cidade”, explicou Mônica Liberado, do setor de Feiras do Sebrae. Segundo ela o curso foi dividido em três módulos abrangendo o marketing, vendas e planos de marketing.
Mais que vender - Ao lado da mãe Rosa Noeri, Cleverson que criou protótipos de várias peças inovadoras para a terceira idade explicou que: “Aqui aprendi que para atender bem o cliente nosso trabalho não termina na hora que vendemos o móvel, mas é preciso acompanha-lo, ligar para saber da sua satisfação, oferecer garantias e oferecer outros serviços. Mais do que apenas vender é preciso que esse cliente volte outras vezes à loja e para isso além de qualidade, preço e venda gratuita tudo precisa ser bem calculado”.
Rosa, a mãe, informou que: “Este curso me mostrou que nós precisamos fazer algumas modificações na loja, separar a venda de móveis novos e usados. Também aprendi a importância de trabalhar em equipe”.
Edvaldo Amorin Lima, 42, um dos três sócios da marcenaria Madeira da Terra que funciona no Pólo Moveleiro foi o criador da cadeira com braços reclináveis e luminária para idosos explicou que o curso serviu para abrir horizontes. Mas nem tudo está bem. “O excesso de burocracia vem dificultando e, na prática, impedindo a legalização das pequenas marcenarias que criam muitos empregos em toda a periferia da capital. Exigem um monte de coisa, fazem a gente ficar andando de um lado para o outro e não explicam nada. Assim não dá”, protestou.
Fonte: Página 20 – 01/06/2004
Um engenheiro florestal e um designer participaram do evento que teve como mascote Cleverson Klaus, 14 anos, filho dos proprietários da fábrica de Móveis Paraná que criou uma cama reclinável para maior comodidade dos idosos que têm de permanecer mais tempo deitados. Uma cadeira com rodinhas, braços reclináveis, luminária no recosto e uma bandeja para facilitar a leitura e alimentação dessas pessoas, foram algumas das criações projetadas durante o curso.
“As pessoas com mais de 60 anos são ativas, tem dinheiro, mas não vêm recebendo a atenção que merecem da indústria, comércio e serviços para atender suas necessidades. Por isso, criamos este desafio que serviu para abrir novos horizontes aos fabricantes de móveis da cidade”, explicou Mônica Liberado, do setor de Feiras do Sebrae. Segundo ela o curso foi dividido em três módulos abrangendo o marketing, vendas e planos de marketing.
Mais que vender - Ao lado da mãe Rosa Noeri, Cleverson que criou protótipos de várias peças inovadoras para a terceira idade explicou que: “Aqui aprendi que para atender bem o cliente nosso trabalho não termina na hora que vendemos o móvel, mas é preciso acompanha-lo, ligar para saber da sua satisfação, oferecer garantias e oferecer outros serviços. Mais do que apenas vender é preciso que esse cliente volte outras vezes à loja e para isso além de qualidade, preço e venda gratuita tudo precisa ser bem calculado”.
Rosa, a mãe, informou que: “Este curso me mostrou que nós precisamos fazer algumas modificações na loja, separar a venda de móveis novos e usados. Também aprendi a importância de trabalhar em equipe”.
Edvaldo Amorin Lima, 42, um dos três sócios da marcenaria Madeira da Terra que funciona no Pólo Moveleiro foi o criador da cadeira com braços reclináveis e luminária para idosos explicou que o curso serviu para abrir horizontes. Mas nem tudo está bem. “O excesso de burocracia vem dificultando e, na prática, impedindo a legalização das pequenas marcenarias que criam muitos empregos em toda a periferia da capital. Exigem um monte de coisa, fazem a gente ficar andando de um lado para o outro e não explicam nada. Assim não dá”, protestou.
Fonte: Página 20 – 01/06/2004
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(GERAL)














