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Notícias
06
out
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Papel ecológico tem destaque em Goiânia
Material 100% ecológico e artesanal encontra mercado promissor nos EUA e Europa.
Fascinada pelas artes, foi numa oficina de fabricação artesanal, no início dos anos 80, que Miriam Pires conheceu o papel ecológico. Tomou a iniciativa de investir no produto e criar sua própria fábrica de papéis, que funcionava informalmente nos fundos de sua casa. Desde então, realiza pesquisas para aprimorar o processo de produção do material, que, além de ser 100% manual, envolve somente matérias-primas naturais, como corantes e fibras vegetais.
No início, a artesã trabalhava basicamente com fibras de bananeira, bagaço de cana e palha de milho para produzir os papéis. Percebeu que era necessário ampliar o negócio e registrar sua empresa. Foi aí que surgiu a Miriam Pires Papéis. Como boa empreendedora, realizou várias viagens de pesquisa – em uma delas foi até o Japão – com objetivo de conhecer fibras de outras espécies de plantas. Hoje, além das matérias-primas utilizadas desde o começo, são produzidos papéis com fibra de mamona, papiro, yuca, agave, abacaxi, eucalipto e guariroba. Hoje, o papel é utilizado para fabricação de convites de casamento, cadernos, agendas e até mesmo artigos de decoração como luminárias, porta-retratos e caixas para embalagens. "Criamos a primeira fábrica de papel artesanal de Goiânia e temos muito orgulho disso. Temos como clientes papelarias especializadas em produtos sofisticados, encadernadoras e gráficas, a maioria em São Paulo, mas nossos produtos também são conhecidos nos Estados Unidos e em vários países da Europa", diz.
Processo de produção
Por ser um papel artesanal e ecológico, a única etapa do processo de produção que envolve trabalho mecânico é a de separação das fibras para secagem. O restante da cadeia produtiva é todo feito manualmente por oito empregados. “Para garantir a qualidade utilizamos corantes importados, que desbotam menos que os extraídos de plantas da vegetação local”, informa. A empresa oferece os papéis de bananeira com algodão em cerca de 36 cores diferentes e dez texturas, enquanto as demais fibras são utilizadas em cor natural, sem corantes. Em algumas ocasiões, a empresa chegou a vender quase 10 mil folhas por mês, mas, em geral, essa quantidade é de aproximadamente 5 mil folhas/mês.
Fascinada pelas artes, foi numa oficina de fabricação artesanal, no início dos anos 80, que Miriam Pires conheceu o papel ecológico. Tomou a iniciativa de investir no produto e criar sua própria fábrica de papéis, que funcionava informalmente nos fundos de sua casa. Desde então, realiza pesquisas para aprimorar o processo de produção do material, que, além de ser 100% manual, envolve somente matérias-primas naturais, como corantes e fibras vegetais.
No início, a artesã trabalhava basicamente com fibras de bananeira, bagaço de cana e palha de milho para produzir os papéis. Percebeu que era necessário ampliar o negócio e registrar sua empresa. Foi aí que surgiu a Miriam Pires Papéis. Como boa empreendedora, realizou várias viagens de pesquisa – em uma delas foi até o Japão – com objetivo de conhecer fibras de outras espécies de plantas. Hoje, além das matérias-primas utilizadas desde o começo, são produzidos papéis com fibra de mamona, papiro, yuca, agave, abacaxi, eucalipto e guariroba. Hoje, o papel é utilizado para fabricação de convites de casamento, cadernos, agendas e até mesmo artigos de decoração como luminárias, porta-retratos e caixas para embalagens. "Criamos a primeira fábrica de papel artesanal de Goiânia e temos muito orgulho disso. Temos como clientes papelarias especializadas em produtos sofisticados, encadernadoras e gráficas, a maioria em São Paulo, mas nossos produtos também são conhecidos nos Estados Unidos e em vários países da Europa", diz.
Processo de produção
Por ser um papel artesanal e ecológico, a única etapa do processo de produção que envolve trabalho mecânico é a de separação das fibras para secagem. O restante da cadeia produtiva é todo feito manualmente por oito empregados. “Para garantir a qualidade utilizamos corantes importados, que desbotam menos que os extraídos de plantas da vegetação local”, informa. A empresa oferece os papéis de bananeira com algodão em cerca de 36 cores diferentes e dez texturas, enquanto as demais fibras são utilizadas em cor natural, sem corantes. Em algumas ocasiões, a empresa chegou a vender quase 10 mil folhas por mês, mas, em geral, essa quantidade é de aproximadamente 5 mil folhas/mês.
Fonte: Agência Sebrae
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