Voltar
Notícias
04
out
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeireiras reajustam em 7% salário dos funcionários do nortão
Reajuste não supre necessidades, mas corrige perdas com a inflação.
Os trabalhadores do setor madeireiro do norte de Mato Grosso: Sinop, Cláudia, Itaúba, Santa Carmem, União do Sul, Vera e Feliz Natal vão receber reajuste de 7% e piso salarial de R$ 560 para nível 1.
O Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso) e o Siticom (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário) fecharam acordo para o percentual de aumento e ainda negociam a concessão da anuência de 1%, por cada ano trabalhado, e também uma gratificação de férias a quem não faltar e também para os que estejam há muito tempo na empresa.
Cerca de 5 mil trabalhadores receberão o reajuste retroativo a maio deste ano. Os pisos salariais serão de R$ 616 para nível 2, R$ 660 para o 3 e R$ 677,6 para o 4. No início das negociações a reivindicação é que o aumento fosse de 17%, além de cláusulas como prêmios por assiduidade, participação de resultados e outros relacionados a férias.
Segundo o presidente do Siticom, Eder Pessine, o reajuste de 7% não supre as necessidades da categoria, mas corrige as perdas com a inflação. "Porém, se conseguir acordo como anuência e gratificação já será satisfatório".
Os trabalhadores do setor madeireiro do norte de Mato Grosso: Sinop, Cláudia, Itaúba, Santa Carmem, União do Sul, Vera e Feliz Natal vão receber reajuste de 7% e piso salarial de R$ 560 para nível 1.
O Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso) e o Siticom (Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário) fecharam acordo para o percentual de aumento e ainda negociam a concessão da anuência de 1%, por cada ano trabalhado, e também uma gratificação de férias a quem não faltar e também para os que estejam há muito tempo na empresa.
Cerca de 5 mil trabalhadores receberão o reajuste retroativo a maio deste ano. Os pisos salariais serão de R$ 616 para nível 2, R$ 660 para o 3 e R$ 677,6 para o 4. No início das negociações a reivindicação é que o aumento fosse de 17%, além de cláusulas como prêmios por assiduidade, participação de resultados e outros relacionados a férias.
Segundo o presidente do Siticom, Eder Pessine, o reajuste de 7% não supre as necessidades da categoria, mas corrige as perdas com a inflação. "Porém, se conseguir acordo como anuência e gratificação já será satisfatório".
Fonte: Só Notícias/Painel Florestal
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














