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Notícias
03
out
2010
(SETOR FLORESTAL)
FCO delibera R$129 mi para florestas de eucalipto e seringueiras em MS
70,2 % do valor deliberado são para florestas de eucalipto e seringueira.
Das 42 cartas-consulta, 32 delas foram aprovadas pelos conselheiros do FCO nessa quarta-feira, 29 de setembro. O valor do financiamento é superior a R$178 milhões de reais que irão beneficiar 23 municípios de Mato Grosso do Sul. Sete cartas-consulta continuam sob análise complementar e outras três já foram indeferidas. A Reunião Ordinária aconteceu na Seprotur (Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo), e entre os pedidos de financiamento deliberados são destaques os projetos para implantação de florestas de eucalipto e seringueira - para fins energéticos, madeireiro e borracha - distribuídos no trecho Campo Grande/Três Lagoas.
Ao todo são dez projetos que absorvem mais de 70,2% do valor deliberado na reunião: um total de R$ 129,2 milhões a serem aplicados nos municípios de Ribas do Rio Pardo, Paranaíba, Paranhos, Brasilândia, Água Clara, Cassilândia, Figueirão e Chapadão do Sul. Um único projeto para implantação de florestas de eucalipto no município de Ribas do Rio Pardo soma R$ 101,1 milhões. "Os projetos florestais são pautas constantes nas reuniões do FCO e suas aprovações vêm sendo priorizadas, conforme estabelece o Plano Estadual de Florestas (PEF)", comenta o superintendente de Agropecuária da Seprotur e secretário Executivo do Conselho Estadual do Fundo (Ceif/FCO), Jerônimo Alves Chaves. Ainda segundo Chaves, o expressivo volume representado por um único empreendimento diz respeito a um projeto de sucessão de uma importante empresa que atua no setor florestal e siderúrgico no Estado. Entre os grandes investimentos, em se tratando de valores, foram destacados dois projetos: um para ampliação das instalações de empresa eletrometalúrgica e hidráulica em Campo Grande, com investimento de R$ 35,8 milhões e outro para ampliação de unidade de fiação de algodão em Naviraí, no valor de R$ 6,1 milhões.
Quando se trata de volume de projetos, o setor do agronegócio teve aprovadas 12 cartas-consulta para recuperação de pastagens, retenção e aquisição de matrizes, e aquisição de máquinas e equipamentos, no valor de R$ 4,5 milhões. Enquanto isso o segmento de comércio e serviços teve deliberados outros oito projetos no valor de R$ 2,6 milhões para implantação, ampliação e modernização em diversas atividades. Jerônimo Chaves indicou ainda que o Ceif/FCO prevê que Mato Grosso do Sul contrate só esse ano cerca de R$ 1 bilhão. "A crescente contratação de financiamentos por empreendedores junto ao FCO mostra que o desenvolvimento do Estado não para.
Mesmo com o expressivo volume já aplicado - só nos oito primeiros meses do ano somou R$ 642 milhões - o Fundo ainda tem recursos disponíveis para atender as demandas que estão em análise e elaboração de projetos, além de novos pedidos, já que a entrada de recursos é contínua", pondera Jerônimo.
Das 42 cartas-consulta, 32 delas foram aprovadas pelos conselheiros do FCO nessa quarta-feira, 29 de setembro. O valor do financiamento é superior a R$178 milhões de reais que irão beneficiar 23 municípios de Mato Grosso do Sul. Sete cartas-consulta continuam sob análise complementar e outras três já foram indeferidas. A Reunião Ordinária aconteceu na Seprotur (Secretaria de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo), e entre os pedidos de financiamento deliberados são destaques os projetos para implantação de florestas de eucalipto e seringueira - para fins energéticos, madeireiro e borracha - distribuídos no trecho Campo Grande/Três Lagoas.
Ao todo são dez projetos que absorvem mais de 70,2% do valor deliberado na reunião: um total de R$ 129,2 milhões a serem aplicados nos municípios de Ribas do Rio Pardo, Paranaíba, Paranhos, Brasilândia, Água Clara, Cassilândia, Figueirão e Chapadão do Sul. Um único projeto para implantação de florestas de eucalipto no município de Ribas do Rio Pardo soma R$ 101,1 milhões. "Os projetos florestais são pautas constantes nas reuniões do FCO e suas aprovações vêm sendo priorizadas, conforme estabelece o Plano Estadual de Florestas (PEF)", comenta o superintendente de Agropecuária da Seprotur e secretário Executivo do Conselho Estadual do Fundo (Ceif/FCO), Jerônimo Alves Chaves. Ainda segundo Chaves, o expressivo volume representado por um único empreendimento diz respeito a um projeto de sucessão de uma importante empresa que atua no setor florestal e siderúrgico no Estado. Entre os grandes investimentos, em se tratando de valores, foram destacados dois projetos: um para ampliação das instalações de empresa eletrometalúrgica e hidráulica em Campo Grande, com investimento de R$ 35,8 milhões e outro para ampliação de unidade de fiação de algodão em Naviraí, no valor de R$ 6,1 milhões.
Quando se trata de volume de projetos, o setor do agronegócio teve aprovadas 12 cartas-consulta para recuperação de pastagens, retenção e aquisição de matrizes, e aquisição de máquinas e equipamentos, no valor de R$ 4,5 milhões. Enquanto isso o segmento de comércio e serviços teve deliberados outros oito projetos no valor de R$ 2,6 milhões para implantação, ampliação e modernização em diversas atividades. Jerônimo Chaves indicou ainda que o Ceif/FCO prevê que Mato Grosso do Sul contrate só esse ano cerca de R$ 1 bilhão. "A crescente contratação de financiamentos por empreendedores junto ao FCO mostra que o desenvolvimento do Estado não para.
Mesmo com o expressivo volume já aplicado - só nos oito primeiros meses do ano somou R$ 642 milhões - o Fundo ainda tem recursos disponíveis para atender as demandas que estão em análise e elaboração de projetos, além de novos pedidos, já que a entrada de recursos é contínua", pondera Jerônimo.
Fonte: A Crítica/Painel Florestal
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