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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Base florestal é o segundo maior exportador no Brasil
Os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, através da Secex e pelo SPC/Mapa, revelam que o setor de base florestal, que inclui madeira sólida, móveis, papel e celulose, exportou US$ 5,75 bilhões entre maio de 2003 e abril de 2004. O valor foi 23,3% a mais registrado entre maio de 2002 e abril de 2003 (US$ 4,66 bilhões).
Classificado em segundo lugar no ranking do agronegócio brasileiro, atrás apenas do complexo soja, que somou US$ 8,76 bilhões, o segmento apresenta uma outra característica importante para as exportações do país. “Trata-se de um setor que importa pouco, portanto, praticamente tudo que vende para o exterior acaba sendo somado no saldo da balança comercial”, explica o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente, Odelir Battistella. Apesar dos números, o setor continua subordinado à área ambientalista do governo federal e não a um ministério produtivo.
Somente o item madeira respondeu por US$ 2,89 bilhões nas exportações, 50,2% do total global da base florestal, no período analisado entre 2003 e 2004, contra US$ 65,9 milhões de importações. Para cada US$ 1 importado o setor exporta pouco mais de US$ 43. “É o quarto melhor resultado entre os diversos produtos que formam o agronegócio”, afirma Battistella.
Mesmo com os problemas enfrentados nas liberações de documentos e despachos pelos portos nacionais, as exportações de madeira e produtos de origem na madeira de janeiro a abril de 2004 somaram US$ 2,05 bilhões, superando às do mesmo período do ano passado em 17,3%, quando acumularam US$ 1,75 bilhões. Em comparação com outros setores, a madeira apresenta volumes superiores ao café, milho, alumínio, bovino e fumo.
Produto de qualidade O compensado brasileiro, já certificado pelo Programa Nacional de Qualidade da Madeira – PNQM e autorizado a utilizar o CE nível 4 para produtos não estruturais, continua sendo exportado para a União Européia, no qual países como Reino Unido, Alemanha e Bélgica ficam com quase 50% das exportações de compensado de Pinus brasileiros.
A tendência de um crescimento contínuo, prevista desde o final do ano passado, anima os produtores, que esperam por um aquecimento na economia interna, para que os negócios aumentem ainda mais. “O volume de vendas está desaquecido dentro do país, por isso, os empresários se voltaram para as exportações, mesmo a indústria tendo condições de atender os dois mercados”, garante o presidente da ABIMCI. Para ele, apenas com uma retomada do crescimento econômico do país será possível aquecer as vendas internas.
De acordo com Battistella, enquanto o cenário nacional permanecer desaquecido, o setor continua voltado para o exterior. “A alta das exportações do ano passado em relação a 2002 e as dos primeiros quatro meses do ano, além do reconhecimento da qualidade dos produtos brasileiros pelos importadores, garantem a confiança dos empresários e os mais de 6,5 milhões de empregos na cadeia produtiva do setor de base florestal”, completa.
Fonte: Abimci – 28/05/2004
Classificado em segundo lugar no ranking do agronegócio brasileiro, atrás apenas do complexo soja, que somou US$ 8,76 bilhões, o segmento apresenta uma outra característica importante para as exportações do país. “Trata-se de um setor que importa pouco, portanto, praticamente tudo que vende para o exterior acaba sendo somado no saldo da balança comercial”, explica o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente, Odelir Battistella. Apesar dos números, o setor continua subordinado à área ambientalista do governo federal e não a um ministério produtivo.
Somente o item madeira respondeu por US$ 2,89 bilhões nas exportações, 50,2% do total global da base florestal, no período analisado entre 2003 e 2004, contra US$ 65,9 milhões de importações. Para cada US$ 1 importado o setor exporta pouco mais de US$ 43. “É o quarto melhor resultado entre os diversos produtos que formam o agronegócio”, afirma Battistella.
Mesmo com os problemas enfrentados nas liberações de documentos e despachos pelos portos nacionais, as exportações de madeira e produtos de origem na madeira de janeiro a abril de 2004 somaram US$ 2,05 bilhões, superando às do mesmo período do ano passado em 17,3%, quando acumularam US$ 1,75 bilhões. Em comparação com outros setores, a madeira apresenta volumes superiores ao café, milho, alumínio, bovino e fumo.
Produto de qualidade O compensado brasileiro, já certificado pelo Programa Nacional de Qualidade da Madeira – PNQM e autorizado a utilizar o CE nível 4 para produtos não estruturais, continua sendo exportado para a União Européia, no qual países como Reino Unido, Alemanha e Bélgica ficam com quase 50% das exportações de compensado de Pinus brasileiros.
A tendência de um crescimento contínuo, prevista desde o final do ano passado, anima os produtores, que esperam por um aquecimento na economia interna, para que os negócios aumentem ainda mais. “O volume de vendas está desaquecido dentro do país, por isso, os empresários se voltaram para as exportações, mesmo a indústria tendo condições de atender os dois mercados”, garante o presidente da ABIMCI. Para ele, apenas com uma retomada do crescimento econômico do país será possível aquecer as vendas internas.
De acordo com Battistella, enquanto o cenário nacional permanecer desaquecido, o setor continua voltado para o exterior. “A alta das exportações do ano passado em relação a 2002 e as dos primeiros quatro meses do ano, além do reconhecimento da qualidade dos produtos brasileiros pelos importadores, garantem a confiança dos empresários e os mais de 6,5 milhões de empregos na cadeia produtiva do setor de base florestal”, completa.
Fonte: Abimci – 28/05/2004
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