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Notícias
23
set
2010
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Pará fatura US$ 7 bilhões em exportações
Estado do Pará registrou, nos primeiros oito meses de 2010, o melhor resultado econômico desde 2000, quando o Centro Internacional de Negócios (CIN-Fiepa) começou a divulgar a Balança Comercial do Estado. As exportações paraenses, por exemplo, bateram o recorde nesta série de dez anos, atingindo o pico de US$ 7 bilhões. O manganês, minério de cobre, bovinos vivos, couros e peles foram os principais produtos que impulsionaram o crescimento da economia paraense.
Além das exportações, as importações paraenses também registraram, nos oito primeiros meses deste ano, uma variação de 29,16%, se comparado a igual período de 2009. O crescimento tanto das exportações quanto das importações impactou positivamente no saldo da balança, redirecionando o Pará ao segundo lugar entre os Estados brasileiros com melhor saldo.
"Praticamente todos os produtos da pauta de exportação registraram variação positiva nestes oito meses de 2010. No ano passado, por exemplo, quando sentíamos os impactos da crise financeira mundial, a situação era inversa", analisa o gerente do CIN-Fiepa, Raul Tavares.
A recuperação das vendas dos produtos paraenses, explica Raul, é consequência direta das ações de articulação com novos mercados internacionais, iniciada com mais afinco no pós-crise pela Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa). O mercado alemão, por exemplo, vem se tornando cada vez mais relevante nas negociações com o Pará. "No mês passado recebemos o embaixador da Alemanha no Brasil e tratamos sobre a consolidação do comércio bilateral com aquele país. Além disso, estamos organizando uma missão empresarial que deverá visitar a Feira de Hannover, uma das maiores do mundo e que apresenta grandes possibilidades ao mercado paraense".
Consumidores internacionais - Em se tratando dos principais destinos da produção paraense no mundo, a Alemanha está em quarto país que mais consome artigos "made in Pará". Nos oito primeiros meses deste ano, as vendas ao país europeu bateram o valor de US$ 485 milhões, valor bastante expressivo a economia paraense, mas se comparada as vendas para a China – que de janeiro a agosto de 2010, registraram um valor de US$ 1.796 bilhão - ainda é pequena. Atrás da China, o maior consumidor da produção paraense, estão o Japão, com um valor exportado de US$ 716 milhões, e os Estados Unidos, com US$ 527 milhões.
"A Fiepa vem somando esforços para, juntamente com o exportador, trabalhar a diversificação da nossa pauta de exportação, mas além disso, iniciar parcerias com outros países. China, Japão, Estados Unidos são mercados já consolidados. Estamos em busca de novos mercados para exportar nossos produtos, fortalecendo a indústria local", ressaltou Raul Tavares.
Segundo o gerente do CIN-Fiepa, Israel começa a se tornar um importante parceiro do Pará, que dentre os Estados brasileiros é o terceiro que mais exporta para àquele país. Carnes de bovinos, madeira e pimenta são os três principais produtos consumidos pelos israelenses. Nos oito primeiros meses de 2010, se comparado a igual período do ano passado, as exportações para Israel cresceram em 185%. "No sentido de consolidar ainda mais o comércio bilateral com Israel, o CIN-Fiepa inaugurou o serviço de emissão do Certificado de Origem (COD), que é mais uma ação para expandir o mercado paraense no mundo". O documento, explica Raul, passou a ser necessário desde o acordo entre o Mercosul-Israel, assinado em abril deste ano e que visa facilitar as operações entre os países envolvidos.
Além das exportações, as importações paraenses também registraram, nos oito primeiros meses deste ano, uma variação de 29,16%, se comparado a igual período de 2009. O crescimento tanto das exportações quanto das importações impactou positivamente no saldo da balança, redirecionando o Pará ao segundo lugar entre os Estados brasileiros com melhor saldo.
"Praticamente todos os produtos da pauta de exportação registraram variação positiva nestes oito meses de 2010. No ano passado, por exemplo, quando sentíamos os impactos da crise financeira mundial, a situação era inversa", analisa o gerente do CIN-Fiepa, Raul Tavares.
A recuperação das vendas dos produtos paraenses, explica Raul, é consequência direta das ações de articulação com novos mercados internacionais, iniciada com mais afinco no pós-crise pela Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa). O mercado alemão, por exemplo, vem se tornando cada vez mais relevante nas negociações com o Pará. "No mês passado recebemos o embaixador da Alemanha no Brasil e tratamos sobre a consolidação do comércio bilateral com aquele país. Além disso, estamos organizando uma missão empresarial que deverá visitar a Feira de Hannover, uma das maiores do mundo e que apresenta grandes possibilidades ao mercado paraense".
Consumidores internacionais - Em se tratando dos principais destinos da produção paraense no mundo, a Alemanha está em quarto país que mais consome artigos "made in Pará". Nos oito primeiros meses deste ano, as vendas ao país europeu bateram o valor de US$ 485 milhões, valor bastante expressivo a economia paraense, mas se comparada as vendas para a China – que de janeiro a agosto de 2010, registraram um valor de US$ 1.796 bilhão - ainda é pequena. Atrás da China, o maior consumidor da produção paraense, estão o Japão, com um valor exportado de US$ 716 milhões, e os Estados Unidos, com US$ 527 milhões.
"A Fiepa vem somando esforços para, juntamente com o exportador, trabalhar a diversificação da nossa pauta de exportação, mas além disso, iniciar parcerias com outros países. China, Japão, Estados Unidos são mercados já consolidados. Estamos em busca de novos mercados para exportar nossos produtos, fortalecendo a indústria local", ressaltou Raul Tavares.
Segundo o gerente do CIN-Fiepa, Israel começa a se tornar um importante parceiro do Pará, que dentre os Estados brasileiros é o terceiro que mais exporta para àquele país. Carnes de bovinos, madeira e pimenta são os três principais produtos consumidos pelos israelenses. Nos oito primeiros meses de 2010, se comparado a igual período do ano passado, as exportações para Israel cresceram em 185%. "No sentido de consolidar ainda mais o comércio bilateral com Israel, o CIN-Fiepa inaugurou o serviço de emissão do Certificado de Origem (COD), que é mais uma ação para expandir o mercado paraense no mundo". O documento, explica Raul, passou a ser necessário desde o acordo entre o Mercosul-Israel, assinado em abril deste ano e que visa facilitar as operações entre os países envolvidos.
Fonte: Amazonia.org
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