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Notícias
17
set
2010
(SETOR FLORESTAL)
Pará busca em projeto Tailândia Vivo um novo começo para setor madeireiro
Com uma localização privilegiada o município de Tailândia é cortado pela PA-150, rodovia que liga o Pará ao Centro-Oeste do Brasil, e servido por duas hidrovias, a cidade está a 250 km de Belém capital do estado do Pará.
Em fevereiro de 2008 o município ganhou destaque na mídia pelo trauma vivido pela população, quando populares transformaram a cidade em uma concentração de guerra. A manifestação foi devida a operação "Guardiões da Amazônia", que resultou em uma grande apreensão de madeira ilegal.
O protesto mobilizou operários do setor madeireiro, alguns camponeses e moradores da periferia de Tailândia. E, provocou o fechamento, por algumas horas, da rodovia PA-150, que liga Belém ao sul do Pará.
Uma semana depois do episódio a cidade foi tomada por tropas da Polícia Civil e Militar, um batalhão de agentes e delegados da Polícia Federal, um destacamento da Força Nacional de Segurança todas fortemente armadas.
A operação batizada de "Arco de Fogo" contou ainda com uma enorme frota de viaturas e dois helicópteros que garantiram rondas constantes para prevenir e combater o desmatamento na Amazônia. Tailândia se viu tomada pela força-tarefa do governo e incapaz de continuar a explorar a madeira viu sua economia entrar em colapso, já que dependia quase que inteiramente dessa atividade.
Um mês após a tomada dos militares, a operação interditou várias indústrias e aplicou multas no valor de quase 10 milhões de reais, das 51 serrarias que operavam, três tiveram suas atividades encerradas enquanto as restantes tiveram seus negócios suspensos, isso fez com que o município contabilizasse cerca de 15 mil desempregados em apenas 30 dias.
Agora, fica só a lembrança de uma experiência amarga, que a população parece querer esquecer, o projeto "Tailândia Vivo", está ajudando o município a reconstruir sua história. O Projeto é bojo do qual está contemplada uma série de subprogramas com impactos social, econômico e ambiental.
Tailândia foi o primeiro município do Pará a aderir ao programa Um Bilhão de Árvores. A meta é o plantio de 50 milhões de árvores até 2013 sendo que já foram plantados 10 milhões de mudas. Para dar suporte técnico ao projeto, a prefeitura da cidade implantou um viveiro de mudas e só no ano passado foram produzidas e distribuídas 405 mil mudas, entre espécies frutícolas e florestais.
Cerca de 40 indústrias madeireiras estão hoje em atividade na cidade e houve um aumento na oferta de madeira legal para corte em 40 serras. Entretanto ainda há dúvida sobre a legalidade da origem de parte desse produto, recentemente, a promotora de Justiça Ana Maria Magalhães de Carvalho, que atua naquela área, denunciou o comércio ilegal, em serrarias de Tailândia, de madeira retirada de florestas públicas do Estado localizadas no município de Moju.
O protesto mobilizou operários do setor madeireiro, alguns camponeses e moradores da periferia de Tailândia. E, provocou o fechamento, por algumas horas, da rodovia PA-150, que liga Belém ao sul do Pará.
Uma semana depois do episódio a cidade foi tomada por tropas da Polícia Civil e Militar, um batalhão de agentes e delegados da Polícia Federal, um destacamento da Força Nacional de Segurança todas fortemente armadas.
A operação batizada de "Arco de Fogo" contou ainda com uma enorme frota de viaturas e dois helicópteros que garantiram rondas constantes para prevenir e combater o desmatamento na Amazônia. Tailândia se viu tomada pela força-tarefa do governo e incapaz de continuar a explorar a madeira viu sua economia entrar em colapso, já que dependia quase que inteiramente dessa atividade.
Um mês após a tomada dos militares, a operação interditou várias indústrias e aplicou multas no valor de quase 10 milhões de reais, das 51 serrarias que operavam, três tiveram suas atividades encerradas enquanto as restantes tiveram seus negócios suspensos, isso fez com que o município contabilizasse cerca de 15 mil desempregados em apenas 30 dias.
Agora, fica só a lembrança de uma experiência amarga, que a população parece querer esquecer, o projeto "Tailândia Vivo", está ajudando o município a reconstruir sua história. O Projeto é bojo do qual está contemplada uma série de subprogramas com impactos social, econômico e ambiental.
Tailândia foi o primeiro município do Pará a aderir ao programa Um Bilhão de Árvores. A meta é o plantio de 50 milhões de árvores até 2013 sendo que já foram plantados 10 milhões de mudas. Para dar suporte técnico ao projeto, a prefeitura da cidade implantou um viveiro de mudas e só no ano passado foram produzidas e distribuídas 405 mil mudas, entre espécies frutícolas e florestais.
Cerca de 40 indústrias madeireiras estão hoje em atividade na cidade e houve um aumento na oferta de madeira legal para corte em 40 serras. Entretanto ainda há dúvida sobre a legalidade da origem de parte desse produto, recentemente, a promotora de Justiça Ana Maria Magalhães de Carvalho, que atua naquela área, denunciou o comércio ilegal, em serrarias de Tailândia, de madeira retirada de florestas públicas do Estado localizadas no município de Moju.
Fonte: Diário do Pará – Adaptado por Painel Florestal
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