Voltar
Notícias
11
set
2010
(SETOR FLORESTAL)
Preservar é preciso!
Toda espécie da flora e da fauna tem sua importância dentro de um ecossistema. Na natureza, cada organismo cumpre seu papel em cadeia, na qual a vida de cada ser vivo depende da sobrevivência do outro. A ameaça de extinção dessas espécies representa uma perda irreparável para a humanidade, pois a ciência descobre a cada dia que é na diversidade genética existente nas espécies selvagens que pode sestar a resposta para os inúmeros males do ser humano e a fonte para uma melhor qualidade de vida.
Essa preocupação em preservar a biodiversidade de nossas reservas tem sido uma constante para o Ibama, que periodicamente divulga a lista de espécie ameaçadas de extinção. Em Mato grosso do Sul, essa responsabilidade cabe aos analistas ambientais Joanice Lube Battilani ( bióloga) e Jânio Marques da Silva (engenheiro florestal).
No Estado, na lista oficial do Ibama nacional de espécies da flora ameaçadas de extinção, constam desde 1992, a Aroeira (Myracrodruon urundeuva) e o Quebracho (Schinopsis brasiliensis), mas desde 1991, elas foram proibidas de corte em áreas de desmatamento, explica Joanice. Na última lista divulgada pelo órgão que data de 2008 elas ainda fugiram entre as 472 espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção.
Na opinião da analista, a criação de uma lista específica para o Estado teria que ser uma prioridade. "Estamos elaborando um projeto em conjunto com a Universidade Federal, pesquisadores,ONGS e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente para promover um encontro, onde serão discutidas e trocadas as informações sobre as espécies que ocorrem em Mato Grosso do Sul", afirma. Esse será um passo importante na elaboração de uma lista regional para poder desenvolver ações de preservação e proteção de outras espécies que começam a desaparecer na região. "Vários estados já têm uma lista própria e o Ibama/MS já está trabalhando nesse sentindo", afirma.
Nota: outras espécies que começaram a desaparecer em Mato Grosso do Sul: Pequi, Peroba Rosa, Bálsamo, Cerejeira, Gonçalo Alves e Ipê amarelo e branco.
Essa preocupação em preservar a biodiversidade de nossas reservas tem sido uma constante para o Ibama, que periodicamente divulga a lista de espécie ameaçadas de extinção. Em Mato grosso do Sul, essa responsabilidade cabe aos analistas ambientais Joanice Lube Battilani ( bióloga) e Jânio Marques da Silva (engenheiro florestal).
No Estado, na lista oficial do Ibama nacional de espécies da flora ameaçadas de extinção, constam desde 1992, a Aroeira (Myracrodruon urundeuva) e o Quebracho (Schinopsis brasiliensis), mas desde 1991, elas foram proibidas de corte em áreas de desmatamento, explica Joanice. Na última lista divulgada pelo órgão que data de 2008 elas ainda fugiram entre as 472 espécies da flora brasileira ameaçadas de extinção.
Na opinião da analista, a criação de uma lista específica para o Estado teria que ser uma prioridade. "Estamos elaborando um projeto em conjunto com a Universidade Federal, pesquisadores,ONGS e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente para promover um encontro, onde serão discutidas e trocadas as informações sobre as espécies que ocorrem em Mato Grosso do Sul", afirma. Esse será um passo importante na elaboração de uma lista regional para poder desenvolver ações de preservação e proteção de outras espécies que começam a desaparecer na região. "Vários estados já têm uma lista própria e o Ibama/MS já está trabalhando nesse sentindo", afirma.
Nota: outras espécies que começaram a desaparecer em Mato Grosso do Sul: Pequi, Peroba Rosa, Bálsamo, Cerejeira, Gonçalo Alves e Ipê amarelo e branco.
Fonte: Revista Asibama/MS
Notícias em destaque
AMIF leva experiência do setor florestal mineiro para programa internacional de sustentabilidade na Indonésia
A Associação Mineira da Indústria Florestal (AMIF) está representando o setor florestal de Minas Gerais em uma...
(SETOR FLORESTAL)
O “aço verde” da natureza ganha tratamento moderno e se transforma na espinha dorsal de construções tropicais luxuosas e ultrarresistentes ao tempo
Como o bambu estrutural tratado vira o novo queridinho da arquitetura?
O bambu estrutural tratado ganha cada vez mais espaço nos...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Biomassa movimenta R$ 5 bilhões por ano em SC
O estado de Santa Catarina é um dos maiores consumidores brasileiros de biomassa para uso industrial, principalmente nos setores de papel e...
(BIOENERGIA)
ONG britânica denuncia chegada de madeira irregular da Amazônia à Europa e aponta utilização em deques na Holanda
Investigação aponta que o material da empresa Samise, alvo da Justiça no Pará, chegou ao continente por meio de...
(GERAL)
Biomassa ganha força na indústria brasileira em meio à volatilidade do petróleo
A alta volatilidade do petróleo, impulsionada pelas tensões no Oriente Médio, voltou a reforçar o debate sobre...
(BIOENERGIA)
Pesquisa do Serviço Florestal dos EUA revela potencial para aumento do uso de madeira em áreas urbanas
O Serviço Florestal dos EUA publicou os resultados de um estudo realizado em seis cidades, que investigou a participação dos...
(INTERNACIONAL)














