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Notícias
09
set
2010
(SETOR FLORESTAL)
Riograndense produz mel de eucalipto com fim social
Os pequenos agricultores produzem em média 50 toneladas de mel por ano.
Nos hortos florestais, distribuídos em mais de 30 municípios do Rio Grande do Sul, a Celulose Riograndense cultiva não só a sua principal matéria-prima, a madeira de eucalipto, mas utiliza suas florestas também para programas sociais, como é o caso da produção de mel para o sustento de apicultores locais e distribuição para escolas especiais.
Os pequenos agricultores produzem em média 50 toneladas de mel por ano, contribuindo com cerca de 8% desta produção para o programa social Mel de Eucalipto da Solidariedade. Com isso, a Celulose Riograndense entrega, desde 1981, cerca de quatro toneladas anuais de mel às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) das cidades onde mantém plantios de eucalipto. As entidades utilizam o produto para consumo de seus alunos e revendem o excedente na geração de recursos para manter a instituição.
Resultado da coleta do néctar das flores pelas abelhas, o mel tem seu aroma e sabor diferenciado dependendo da planta da qual é extraído. Estas duas características estão diretamente ligadas à cor do mel: quanto mais escuro, como no caso do eucalipto, mais rico ele é em minerais, e, consequentemente, possui sabor e aroma mais fortes. A riqueza nutritiva dos componentes do mel está presente em vitaminas, ácidos e sais minerais. Um quilograma de mel fornece 3.395 kcal, que equivalem, em termos energéticos, a 14 quilos de tomate, nove quilos de maçãs ou a 780 gramas de queijo. Através dos tempos, o mel tem sido empregado como remédio, controlando diversas enfermidades, já que apresenta propriedades antibacteriana, antibiótica, anti-inflamatória, regenerativa de tecidos, estimulante e calmante.
Nos hortos florestais, distribuídos em mais de 30 municípios do Rio Grande do Sul, a Celulose Riograndense cultiva não só a sua principal matéria-prima, a madeira de eucalipto, mas utiliza suas florestas também para programas sociais, como é o caso da produção de mel para o sustento de apicultores locais e distribuição para escolas especiais.
Os pequenos agricultores produzem em média 50 toneladas de mel por ano, contribuindo com cerca de 8% desta produção para o programa social Mel de Eucalipto da Solidariedade. Com isso, a Celulose Riograndense entrega, desde 1981, cerca de quatro toneladas anuais de mel às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs) das cidades onde mantém plantios de eucalipto. As entidades utilizam o produto para consumo de seus alunos e revendem o excedente na geração de recursos para manter a instituição.
Resultado da coleta do néctar das flores pelas abelhas, o mel tem seu aroma e sabor diferenciado dependendo da planta da qual é extraído. Estas duas características estão diretamente ligadas à cor do mel: quanto mais escuro, como no caso do eucalipto, mais rico ele é em minerais, e, consequentemente, possui sabor e aroma mais fortes. A riqueza nutritiva dos componentes do mel está presente em vitaminas, ácidos e sais minerais. Um quilograma de mel fornece 3.395 kcal, que equivalem, em termos energéticos, a 14 quilos de tomate, nove quilos de maçãs ou a 780 gramas de queijo. Através dos tempos, o mel tem sido empregado como remédio, controlando diversas enfermidades, já que apresenta propriedades antibacteriana, antibiótica, anti-inflamatória, regenerativa de tecidos, estimulante e calmante.
Fonte: Revista IPEF/Celulose Online
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