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Notícias
05
set
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Reação de setor madeireiro após crise
O destaque fica por conta da madeira serrada, com um crescimento de 12%.
Os anos de 2008 e 2009 foram os piores para a indústria madeireira registrados na história, com queda de 50% na produção e exportação, e um saldo negativo de mais de 11 mil postos de trabalho em todo o País. Mas, o fechamento do balanço das exportações do primeiro semestre deste ano trouxe novo ânimo para os empresários. Com alta de 7% em relação a igual período do ano passado, o estado do Pará sozinho enviou para fora do País mais de 184 mil toneladas de madeira. Isso totalizou uma movimentação de US$ 186 milhões de dólares.
O destaque fica por conta da madeira serrada, com um crescimento de 12% quando comparado com os seis primeiros meses de 2009. Este segmento foi responsável pela venda de quase 85 mil toneladas de madeira, o que gerou uma receita de, aproximadamente, US$ 60 milhões. Com o crescimento dos pedidos pelo mercado externo, os exportadores paraenses começaram a demandar mais madeira das serrarias, que, por sua vez, contrataram mais funcionários.
Pesquisa realizada pelo Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos do Pará) mostrou que no primeiro semestre o emprego na indústria madeireira teve um saldo positivo de 125 postos de trabalho. O crescimento ainda é tímido, mas muito já é um bom sinal para o setor produtivo.
Apesar da retomada das exportações e crescimento, após 24 meses de sucessivas quedas, na geração de emprego, o setor madeireiro tem percebido com angústia o declínio de um segmento tradicional e importante gerador de divisas e mão de obra, o de compensado. No balanço das exportações, esta foi uma das poucas áreas que apresentaram queda. Em 2009, o comércio internacional desse produto gerou uma receita de US$ 8,4 milhões, contra US$ 7,8 milhões em 2010, uma queda de 7,5%. Quando a análise recai sobre a quantidade exportada, a retração é ainda maior. Ano passado foram enviadas para fora do país mais de 11 mil toneladas de placas de compensado e este ano foram exportadas 8,6 mil toneladas, uma redução de 22%.
Um dos motivos que justificam a queda é o crescimento da produção chinesa de compensado, feitos com madeira oriunda das florestas da Rússia, a China conta com um custo de produção muito menos que o Brasil.
O reflorestamento, pode ser uma saída para reaquecer este setor madeireiro, por ter uma produção maior e mais uniforme, além de, geralmente, ser perto da indústria, reduz drasticamente o custo de produção.
Os anos de 2008 e 2009 foram os piores para a indústria madeireira registrados na história, com queda de 50% na produção e exportação, e um saldo negativo de mais de 11 mil postos de trabalho em todo o País. Mas, o fechamento do balanço das exportações do primeiro semestre deste ano trouxe novo ânimo para os empresários. Com alta de 7% em relação a igual período do ano passado, o estado do Pará sozinho enviou para fora do País mais de 184 mil toneladas de madeira. Isso totalizou uma movimentação de US$ 186 milhões de dólares.
O destaque fica por conta da madeira serrada, com um crescimento de 12% quando comparado com os seis primeiros meses de 2009. Este segmento foi responsável pela venda de quase 85 mil toneladas de madeira, o que gerou uma receita de, aproximadamente, US$ 60 milhões. Com o crescimento dos pedidos pelo mercado externo, os exportadores paraenses começaram a demandar mais madeira das serrarias, que, por sua vez, contrataram mais funcionários.
Pesquisa realizada pelo Dieese-PA (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socieconômicos do Pará) mostrou que no primeiro semestre o emprego na indústria madeireira teve um saldo positivo de 125 postos de trabalho. O crescimento ainda é tímido, mas muito já é um bom sinal para o setor produtivo.
Apesar da retomada das exportações e crescimento, após 24 meses de sucessivas quedas, na geração de emprego, o setor madeireiro tem percebido com angústia o declínio de um segmento tradicional e importante gerador de divisas e mão de obra, o de compensado. No balanço das exportações, esta foi uma das poucas áreas que apresentaram queda. Em 2009, o comércio internacional desse produto gerou uma receita de US$ 8,4 milhões, contra US$ 7,8 milhões em 2010, uma queda de 7,5%. Quando a análise recai sobre a quantidade exportada, a retração é ainda maior. Ano passado foram enviadas para fora do país mais de 11 mil toneladas de placas de compensado e este ano foram exportadas 8,6 mil toneladas, uma redução de 22%.
Um dos motivos que justificam a queda é o crescimento da produção chinesa de compensado, feitos com madeira oriunda das florestas da Rússia, a China conta com um custo de produção muito menos que o Brasil.
O reflorestamento, pode ser uma saída para reaquecer este setor madeireiro, por ter uma produção maior e mais uniforme, além de, geralmente, ser perto da indústria, reduz drasticamente o custo de produção.
Fonte: EKO/Painel Florestal
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