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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ministra diz que tem dinheiro para combater desmatamento na Amazônia
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, reiterou hoje que o governo garantiu R$ 394 milhões para serem usados no Plano de Combate ao Desmatamento da Floresta Amazônica. Durante audiência pública no Senado, a ministra afirmou que os recursos vão assegurar o fortalecimento das ações de fiscalização na região. Com esse objetivo, o ministério realizará concurso público para formar um quadro permanente de servidores e fará também concursos regionalizados para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo Marina Silva, os concursos serão regionalizados para garantir a permanência dos servidores na Amazônia depois da nomeação. No último concurso, em que foram contratados 600 servidores, a grande maioria não se adaptou à região.
Pará, Rondônia e Mato Grosso trazem o índice negativo de serem os campeões de desmatamento da Amazônia. De 90% da área desflorestada na região, quase a metade foi desmatada pelo Mato Grosso. Marina Silva alertou para a expansão de atividades de pecuária, exploração madeireira e o avanço da soja. Essas atividades, segundo ela, contribuem para o desmatamento desordenado.
Cinco bases de fiscalização foram montadas na região. Como resultado, o aumento do desmatamento registrado em 2002 em 28% caiu para 2% em 2003. “Mas esse número ainda é preocupante”, declarou a ministra, ao observar que dezenove grandes operações foram realizadas. Uma delas impediu o desmatamento de 50 mil hectares da floresta. Marina Silva explicou que 90% da madeira extraída na Amazônia são extraídas de maneira incorreta sem atividades de manejo adequadas.
A ministra apresentou no Senado as bases do plano que está sendo implementado no momento em que o governo conclui outro plano destinado à região: o Plano Amazônia Sustentável. Durante a audiência, o ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, que também participou do encontro, detalhou as bases do projeto. Segundo ele, o plano é composto por eixos temáticos que vão priorizar “infra-estrutura para o desenvolvimento da região” com padrões de financiamento de fontes continuadas e nacionais.
Fonte: Agência Brasil - 25/05/2004
Pará, Rondônia e Mato Grosso trazem o índice negativo de serem os campeões de desmatamento da Amazônia. De 90% da área desflorestada na região, quase a metade foi desmatada pelo Mato Grosso. Marina Silva alertou para a expansão de atividades de pecuária, exploração madeireira e o avanço da soja. Essas atividades, segundo ela, contribuem para o desmatamento desordenado.
Cinco bases de fiscalização foram montadas na região. Como resultado, o aumento do desmatamento registrado em 2002 em 28% caiu para 2% em 2003. “Mas esse número ainda é preocupante”, declarou a ministra, ao observar que dezenove grandes operações foram realizadas. Uma delas impediu o desmatamento de 50 mil hectares da floresta. Marina Silva explicou que 90% da madeira extraída na Amazônia são extraídas de maneira incorreta sem atividades de manejo adequadas.
A ministra apresentou no Senado as bases do plano que está sendo implementado no momento em que o governo conclui outro plano destinado à região: o Plano Amazônia Sustentável. Durante a audiência, o ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes, que também participou do encontro, detalhou as bases do projeto. Segundo ele, o plano é composto por eixos temáticos que vão priorizar “infra-estrutura para o desenvolvimento da região” com padrões de financiamento de fontes continuadas e nacionais.
Fonte: Agência Brasil - 25/05/2004
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(GERAL)














