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Notícias
02
set
2010
(SETOR FLORESTAL)
Plantio de eucalipto visa gerar empregos e renda a famílias em zonas rurais
Pesquisa desenvolvida pela Seagri-Alagoas (Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário) aponta áreas férteis para o plantio do eucalipto. Há cerca de um ano a pesquisa iniciou com o plantio de algumas espécies no Parque de Exposições Mair Amaral, em Batalha-Alagoas.
A pesquisa faz parte do Programa de Cultivo de Eucalipto do Estado de Alagoas. Além da unidade em Batalha, cerca de 50 espécies foram plantadas em outros seis municípios de regiões diferentes, para avaliar quais as mais bem adaptadas a cada local.
De acordo com os dados disponibilizados pelo governo do Estado, Alagoas tem uma área correspondente a 260 mil hectares propensos ao cultivo de eucalipto, sendo que 120 mil hectares estão imediatamente identificados e disponibilizados ao plantio.
O eucalipto além de remover o gás carbono da atmosfera e proteger o solo contra os efeitos das erosões serve também para a produção de madeira e carvão, produção de papéis, acetato (filmes); ésteres (tintas); cápsulas para medicamentos; componentes eletrônicos; óleos; produtos de higiene; produtos de limpeza; mel, própolis e geléia real; móveis; brinquedos; construção civil; postes e mourões.
"O objetivo principal do programa e criar alternativas para o setor produtivo gerando empregos para as famílias de zona rural," afirma o gestor do programa e engenheiro agrônomo Vinícius Brito.
A pesquisa faz parte do Programa de Cultivo de Eucalipto do Estado de Alagoas. Além da unidade em Batalha, cerca de 50 espécies foram plantadas em outros seis municípios de regiões diferentes, para avaliar quais as mais bem adaptadas a cada local.
De acordo com os dados disponibilizados pelo governo do Estado, Alagoas tem uma área correspondente a 260 mil hectares propensos ao cultivo de eucalipto, sendo que 120 mil hectares estão imediatamente identificados e disponibilizados ao plantio.
O eucalipto além de remover o gás carbono da atmosfera e proteger o solo contra os efeitos das erosões serve também para a produção de madeira e carvão, produção de papéis, acetato (filmes); ésteres (tintas); cápsulas para medicamentos; componentes eletrônicos; óleos; produtos de higiene; produtos de limpeza; mel, própolis e geléia real; móveis; brinquedos; construção civil; postes e mourões.
"O objetivo principal do programa e criar alternativas para o setor produtivo gerando empregos para as famílias de zona rural," afirma o gestor do programa e engenheiro agrônomo Vinícius Brito.
Fonte: Painel Florestal
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