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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Celulose é destaque no comércio entre Brasil e China
A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, junto a uma comitiva de cerca de 300 empresários brasileiros, marcará a entrada dos dois países em um novo momento, caracterizado pela integração bilateral e por uma longa e complexa pauta comum. A previsão é do embaixador Edmundo Fujita, chefe do Departamento de Ásia e Oceania do Ministério das Relações Exteriores. "Os dois países estão cada vez mais envolvidos e entrelaçados, são complementares em muitos aspectos", acrescenta, em referência aos 30 anos de relações diplomáticas. Entre os destaques do comércio entre os dois países está a celulose, soja, minério de ferro, aço, máquinas e instrumentos mecânicos, madeira, couro e peles, automóveis, suco de laranja.
Entretanto, o potencial de desenvolvimento da relação comercial entre Brasil e China ainda não chegou perto do nível de saturação. Apesar do crescimento acelerado, a participação do Brasil entre os países que exportam para a China ainda é reduzida - os produtos brasileiros representam apenas 1% do total importado pelo país asiático. Mas o quadro deve mudar. No primeiro trimestre deste ano, as vendas para a China cresceram 59,9% sobre igual período no ano anterior e a pauta se diversifica. Hoje, além de soja e minério de ferro, que correspondem juntos a 46% das exportações brasileiras para os chineses, o Brasil.
Acordo também ajuda o setor
A China International Trust & Investment Corporation (Citic) assinou um acordo de cooperação financeira para exportações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). Em uma conferência sobre projetos de desenvolvimento, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, afirmou que as duas instituições vão colaborar em projetos de financiamento de exportações entre o Brasil e a China. O acordo Citic-BNDES evidencia como a retórica sobre relações comerciais e ligações econômicas mais próximas está se transformando em acordos sólidos que devem levar a uma melhora substancial do comércio bilateral, o qual deve crescer graças a pactos comerciais e de investimentos anunciados no Domingo (23/05), por empresas como a Companhia Vale do Rio Doce e a Petrobrás.
Fonte: Agência Estado e Canal RH – 25/05/2004
Entretanto, o potencial de desenvolvimento da relação comercial entre Brasil e China ainda não chegou perto do nível de saturação. Apesar do crescimento acelerado, a participação do Brasil entre os países que exportam para a China ainda é reduzida - os produtos brasileiros representam apenas 1% do total importado pelo país asiático. Mas o quadro deve mudar. No primeiro trimestre deste ano, as vendas para a China cresceram 59,9% sobre igual período no ano anterior e a pauta se diversifica. Hoje, além de soja e minério de ferro, que correspondem juntos a 46% das exportações brasileiras para os chineses, o Brasil.
Acordo também ajuda o setor
A China International Trust & Investment Corporation (Citic) assinou um acordo de cooperação financeira para exportações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). Em uma conferência sobre projetos de desenvolvimento, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, afirmou que as duas instituições vão colaborar em projetos de financiamento de exportações entre o Brasil e a China. O acordo Citic-BNDES evidencia como a retórica sobre relações comerciais e ligações econômicas mais próximas está se transformando em acordos sólidos que devem levar a uma melhora substancial do comércio bilateral, o qual deve crescer graças a pactos comerciais e de investimentos anunciados no Domingo (23/05), por empresas como a Companhia Vale do Rio Doce e a Petrobrás.
Fonte: Agência Estado e Canal RH – 25/05/2004
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