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Notícias
31
ago
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Identificação de madeira ajuda a evitar fraude em transporte
Um curso para identificação de madeira promovido pelo Laboratório de Produtos Florestais (LPF), do Serviço Florestal Brasileiro, vai ajudar a evitar o transporte ilegal de madeira, inclusive de espécies ameaçadas de extinção. Nesta semana, 25 profissionais de 14 estados e do Distrito Federal receberam a capacitação.
O treinamento é voltado principalmente a agentes do Ibama e técnicos de órgão de meio ambiente que lidam com fiscalização. Eles aprendem a analisar as características da madeira e a identificar, por exemplo, se a espécie apresentada na nota é aquela que está no caminhão.
Com a capacitação, é possível descobrir se uma carga de castanheira, cujo corte é proibido, foi transportada como jequitibá, que não sofre as mesmas restrições. As duas são facilmente confundíveis a olho nu, assim como o mogno em relação à andiroba.
"Os órgãos federais e estaduais precisam desse tipo de conhecimento para não ficar na mão de quem explora a madeira", afirma a bióloga e coordenadora do curso, Vera Coradin.
Responsável pela unidade do Ibama em Ceres, Goiás, Valtuí Delfino diz que a fiscalização ficará mais eficiente. "Toda madeira que vem da região Norte em direção a São Paulo, Brasília e outros estados passa por Goiás. A gente tinha dificuldade, em operações anteriores, na identificação de madeira”.
No norte do Mato Grosso, em Sinop, o controle "vai ser, com certeza, mais rigoroso", diz o chefe da fiscalização do Ibama na cidade, Evandro Selva. "Na minha região, os casos mais comuns são de uma ou duas toras de outra essência [espécie] misturadas", diz. "Quando coloca cedrinho com cambará, fica difícil de identificar, mas agora a gente tem uma ferramenta a mais", afirma.
O curso de identificação de madeira é realizado desde 1984 e nos últimos três anos tem se dedicado a formar profissionais que possam multiplicar o conhecimento a outros colegas. Pelo menos 400 alunos já foram capacitados. O treinamento é organizado pelo Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor/Serviço Florestal).
Identificação - Pela primeira vez foi utilizado no curso o Sistema Digital de Identificação de Madeiras desenvolvido pelo LPF. O software gratuito traz 65 características diferentes para cada uma das 160 espécies de madeiras cadastradas. "O uso do sistema melhorou muito o desempenho dos alunos", diz Vera Coradin. A quantidade de dados do sistema deve aumentar com o envio de amostras de madeira comercializadas nos estados de cada participante.
O treinamento é voltado principalmente a agentes do Ibama e técnicos de órgão de meio ambiente que lidam com fiscalização. Eles aprendem a analisar as características da madeira e a identificar, por exemplo, se a espécie apresentada na nota é aquela que está no caminhão.
Com a capacitação, é possível descobrir se uma carga de castanheira, cujo corte é proibido, foi transportada como jequitibá, que não sofre as mesmas restrições. As duas são facilmente confundíveis a olho nu, assim como o mogno em relação à andiroba.
"Os órgãos federais e estaduais precisam desse tipo de conhecimento para não ficar na mão de quem explora a madeira", afirma a bióloga e coordenadora do curso, Vera Coradin.
Responsável pela unidade do Ibama em Ceres, Goiás, Valtuí Delfino diz que a fiscalização ficará mais eficiente. "Toda madeira que vem da região Norte em direção a São Paulo, Brasília e outros estados passa por Goiás. A gente tinha dificuldade, em operações anteriores, na identificação de madeira”.
No norte do Mato Grosso, em Sinop, o controle "vai ser, com certeza, mais rigoroso", diz o chefe da fiscalização do Ibama na cidade, Evandro Selva. "Na minha região, os casos mais comuns são de uma ou duas toras de outra essência [espécie] misturadas", diz. "Quando coloca cedrinho com cambará, fica difícil de identificar, mas agora a gente tem uma ferramenta a mais", afirma.
O curso de identificação de madeira é realizado desde 1984 e nos últimos três anos tem se dedicado a formar profissionais que possam multiplicar o conhecimento a outros colegas. Pelo menos 400 alunos já foram capacitados. O treinamento é organizado pelo Centro Nacional de Apoio ao Manejo Florestal (Cenaflor/Serviço Florestal).
Identificação - Pela primeira vez foi utilizado no curso o Sistema Digital de Identificação de Madeiras desenvolvido pelo LPF. O software gratuito traz 65 características diferentes para cada uma das 160 espécies de madeiras cadastradas. "O uso do sistema melhorou muito o desempenho dos alunos", diz Vera Coradin. A quantidade de dados do sistema deve aumentar com o envio de amostras de madeira comercializadas nos estados de cada participante.
Fonte: MMA - Ministério do Meio Ambiente
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