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Notícias
31
ago
2010
(ECONOMIA)
Cenário das pesquisas com bambu no Brasil é discutido por pesquisadores
As pesquisas desenvolvidas com o bambu, a cadeia produtiva, os usos múltiplos e os mecanismos de incentivo ao cultivo deste vegetal estiveram na pauta de discussão do Segundo Seminário Nacional da Rede Brasileira de Bambu (RBB), realizado em Rio Branco, de 25 a 28 deste mês.
Pesquisadores, empresários do ramo moveleiro e representantes de instituições de pesquisa e ensino, e ligadas à gestão ambiental de diversos Estados participaram do evento, debatendo e avaliando o cenário do desenvolvimento tecnológico e econômico do bambu e o aprimoramento e ampliação das atividades de pesquisa no País.
A intenção é consolidar a Rede Nacional de Bambu, a partir dessa avaliação. Criada em 2006, a Rede tem a missão de promover o desenvolvimento tecnológico do bambu, a articulação de pesquisadores e instituições e viabilizar a construção de parcerias em diversos segmentos sociais e econômicos.
Política Nacional
O Brasil possui a maior diversidade de bambu das Américas e o Acre ocupa papel estratégico neste contexto porque abriga uma das maiores reservas nativas do mundo, com mais de 600 mil hectares ocupados pela planta. Um dos principais pontos abordados durante o Seminário foi a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu.
Resultado da articulação da Rede Brasileira do Bambu junto a parlamentares das diversas regiões, o Projeto de Lei foi aprovado em 2007, pela Câmara dos Deputados e aguarda votação pelo Senado, para posterior sansão governamental. A aprovação desta Lei atribui ao bambu ganha status de produto agrossilvicultural e garante a empreendimentos que tenham como principal atividade o uso da sua biomassa, o acesso às linhas de financiamento disponíveis para outras modalidades agrícolas.
Pesquisadores, empresários do ramo moveleiro e representantes de instituições de pesquisa e ensino, e ligadas à gestão ambiental de diversos Estados participaram do evento, debatendo e avaliando o cenário do desenvolvimento tecnológico e econômico do bambu e o aprimoramento e ampliação das atividades de pesquisa no País.
A intenção é consolidar a Rede Nacional de Bambu, a partir dessa avaliação. Criada em 2006, a Rede tem a missão de promover o desenvolvimento tecnológico do bambu, a articulação de pesquisadores e instituições e viabilizar a construção de parcerias em diversos segmentos sociais e econômicos.
Política Nacional
O Brasil possui a maior diversidade de bambu das Américas e o Acre ocupa papel estratégico neste contexto porque abriga uma das maiores reservas nativas do mundo, com mais de 600 mil hectares ocupados pela planta. Um dos principais pontos abordados durante o Seminário foi a Política Nacional de Incentivo ao Manejo Sustentado e ao Cultivo do Bambu.
Resultado da articulação da Rede Brasileira do Bambu junto a parlamentares das diversas regiões, o Projeto de Lei foi aprovado em 2007, pela Câmara dos Deputados e aguarda votação pelo Senado, para posterior sansão governamental. A aprovação desta Lei atribui ao bambu ganha status de produto agrossilvicultural e garante a empreendimentos que tenham como principal atividade o uso da sua biomassa, o acesso às linhas de financiamento disponíveis para outras modalidades agrícolas.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Embrapa/Painel Florestal
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