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Notícias
30
ago
2010
(SETOR FLORESTAL)
Alagoas promove pesquisa para o cultivo de eucalipto
Projeto completa um ano com resultados positivos.
Pesquisa desenvolvida pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), que há um ano iniciou o plantio de algumas variedades no Parque de Exposições Mair Amaral, em Batalha, comprovou que o Sertão de Alagoas tem áreas propícias para o cultivo do eucalipto.
A pesquisa faz parte do Programa de Cultivo de Eucalipto do Estado de Alagoas. Além da unidade em Batalha, cerca de 50 variedades foram plantadas em outros seis municípios de regiões diferentes, para avaliar quais as mais bem adaptadas a cada local.
Segundo o gestor do programa, o engenheiro agrônomo Vinícius Brito, após um ano de plantio, o ganho de massa das árvores de eucalipto introduzidas na unidade experimental do Sertão, medido pelo Índice Médio Anual (IMA), foi 843,40% superior ao ganho de massa das árvores típicas da caatinga. “Isso significa que algumas variedades de eucalipto se adaptaram muito bem ao solo e ao clima do Semiárido”, ressaltou Vinícius.
“O principal objetivo do programa é criar alternativas para o setor produtivo e agricultores familiares, promovendo o desenvolvimento sustentável, criando emprego e gerando renda para as famílias do campo, com medidas socioeconômicas e ambientais positivas para o Estado”, frisou o gestor.
Segundo dados do governo do Estado, Alagoas tem uma área correspondente a 260 mil hectares propensos ao cultivo de eucalipto, sendo que 120 mil hectares estão imediatamente identificados e disponibilizados ao plantio.
“São áreas degradadas ou de custo operacional muito elevado para o cultivo da cana de açúcar pelas indústrias e por fornecedores; áreas de pastagens que estão em processo de degradação e perda de solo ou mesmo já degradadas, tornando a atividade inviável, mas que são úteis para o cultivo do eucalipto”, destacou Vinícius Brito.
Ele lembrou que, com a identificação das variedades mais adaptadas a cada região, o agricultor familiar também poderá destinar uma parte de sua propriedade ao cultivo do eucalipto sem comprometer outras atividades, como a pecuária.
Depois de dois anos, as árvores já estão altas e resistentes, podendo incluir o gado na mesma área”, disse. “Ele também não vai substituir as culturas de subsistência ou de produção de alimentos pelo eucalipto; ele vai usar as áreas menos valorizadas da propriedade”, informou.
Pesquisa desenvolvida pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário (Seagri), que há um ano iniciou o plantio de algumas variedades no Parque de Exposições Mair Amaral, em Batalha, comprovou que o Sertão de Alagoas tem áreas propícias para o cultivo do eucalipto.
A pesquisa faz parte do Programa de Cultivo de Eucalipto do Estado de Alagoas. Além da unidade em Batalha, cerca de 50 variedades foram plantadas em outros seis municípios de regiões diferentes, para avaliar quais as mais bem adaptadas a cada local.
Segundo o gestor do programa, o engenheiro agrônomo Vinícius Brito, após um ano de plantio, o ganho de massa das árvores de eucalipto introduzidas na unidade experimental do Sertão, medido pelo Índice Médio Anual (IMA), foi 843,40% superior ao ganho de massa das árvores típicas da caatinga. “Isso significa que algumas variedades de eucalipto se adaptaram muito bem ao solo e ao clima do Semiárido”, ressaltou Vinícius.
“O principal objetivo do programa é criar alternativas para o setor produtivo e agricultores familiares, promovendo o desenvolvimento sustentável, criando emprego e gerando renda para as famílias do campo, com medidas socioeconômicas e ambientais positivas para o Estado”, frisou o gestor.
Segundo dados do governo do Estado, Alagoas tem uma área correspondente a 260 mil hectares propensos ao cultivo de eucalipto, sendo que 120 mil hectares estão imediatamente identificados e disponibilizados ao plantio.
“São áreas degradadas ou de custo operacional muito elevado para o cultivo da cana de açúcar pelas indústrias e por fornecedores; áreas de pastagens que estão em processo de degradação e perda de solo ou mesmo já degradadas, tornando a atividade inviável, mas que são úteis para o cultivo do eucalipto”, destacou Vinícius Brito.
Ele lembrou que, com a identificação das variedades mais adaptadas a cada região, o agricultor familiar também poderá destinar uma parte de sua propriedade ao cultivo do eucalipto sem comprometer outras atividades, como a pecuária.
Depois de dois anos, as árvores já estão altas e resistentes, podendo incluir o gado na mesma área”, disse. “Ele também não vai substituir as culturas de subsistência ou de produção de alimentos pelo eucalipto; ele vai usar as áreas menos valorizadas da propriedade”, informou.
Fonte: Agência Alagoas/Celulose Online
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