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Notícias
26
ago
2010
(MANEJO)
AM: Incra abre portas para o manejo florestal em Manacapuru
A superintendente do Incra/AM, Maria do Socorro Marques Feitosa, anunciou, em reunião de trabalho realizada na cidade de Manacapuru na última segunda-feira (23), a possibilidade dos assentados em projetos de reforma agrária utilizarem madeira manejada nos assentamentos do município.
De acordo com o chefe da Divisão de Obtenção de Terras, Ronaldo Santos, e da representante do Serviço de Meio Ambiente, Thaia Souza, o Incra possui recursos para investir na elaboração dos projetos de manejo florestal e no treinamento dos assentados, mas há necessidade de divulgar este recurso nas comunidades e associações dos assentamentos.
"Neste caso, o ideal é que as comunidades dos assentamentos se organizem e façam a proposta para que possamos enviar os técnicos à área, avaliar o potencial e preparar um edital para que empresas especializadas elaborem o plano de manejo. Assim, damos entrada com pedido de licença ambiental junto ao IPAAM e então começarmos o manejo", explicou Santos.
"É importante lembrar que estimulamos apenas o manejo florestal comunitário de baixo impacto, isto é, aquele cuja quantidade de madeira retirada é mínima, respeita a legislação e proteção dos recursos naturais. Manejos em área de uma única família não é interessante para a coletividade", complementou Thaia.
No município de Manacapuru o Incra já beneficiou 4,9 mil famílias em cinco assentamentos. “O trabalho do Incra não é só oferecer o acesso à terra a quem de fato precisa, mas também dar chance das pessoas utilizarem os recursos naturais de forma correta, agregando ganhos econômicos e melhoria de vida às famílias de Manacapuru", finalizou a superintendente da autarquia fundiária.
Participaram da reunião as associações do setor de Manacapuru, a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), a Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), o Instituto de Terras do Amazonas (ITEAM) e o Instituto de Desenvolvimento do Amazonas (IDAM).
De acordo com o chefe da Divisão de Obtenção de Terras, Ronaldo Santos, e da representante do Serviço de Meio Ambiente, Thaia Souza, o Incra possui recursos para investir na elaboração dos projetos de manejo florestal e no treinamento dos assentados, mas há necessidade de divulgar este recurso nas comunidades e associações dos assentamentos.
"Neste caso, o ideal é que as comunidades dos assentamentos se organizem e façam a proposta para que possamos enviar os técnicos à área, avaliar o potencial e preparar um edital para que empresas especializadas elaborem o plano de manejo. Assim, damos entrada com pedido de licença ambiental junto ao IPAAM e então começarmos o manejo", explicou Santos.
"É importante lembrar que estimulamos apenas o manejo florestal comunitário de baixo impacto, isto é, aquele cuja quantidade de madeira retirada é mínima, respeita a legislação e proteção dos recursos naturais. Manejos em área de uma única família não é interessante para a coletividade", complementou Thaia.
No município de Manacapuru o Incra já beneficiou 4,9 mil famílias em cinco assentamentos. “O trabalho do Incra não é só oferecer o acesso à terra a quem de fato precisa, mas também dar chance das pessoas utilizarem os recursos naturais de forma correta, agregando ganhos econômicos e melhoria de vida às famílias de Manacapuru", finalizou a superintendente da autarquia fundiária.
Participaram da reunião as associações do setor de Manacapuru, a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), a Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS), o Instituto de Terras do Amazonas (ITEAM) e o Instituto de Desenvolvimento do Amazonas (IDAM).
Fonte: Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária
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