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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Móveis expandem rota em 2004
‘‘Este vai ser o ano do grande salto das exportações de móveis do Ceará’’, é o que afirma o presidente do Sindimóveis, Pedro Jacson Gonçalves. Segundo ele, apesar desse segmento ainda estar dando os primeiros passos na rota das exportações, alguns mercados já se mostram promissores, diante de vantagens inerentes às empresas locais em termos de disponibilidade de matéria-prima de qualidade e mão-de-obra barata.
As oportunidades que surgem para os móveis cearenses são para mercados dos Estados Unidos e toda a América Latina. “Quase que semanalmente aparecem estrangeiros querendo importar nossos produtos, mas temos que aumentar o nível de credibilidade e confiabilidade dos dois lados. Temos condições de fazer bons negócios, mas nos falta apoio nas negociações setoriais para dar credibilidade”, diz o presidente do Sindimóveis.
Gargalos
Além da maturidade para a realização de negócios externos, Pedro Jacson aponta ainda como gargalos que impedem um maior avanço das exportações desse segmento – principalmente se o objetivo for a exportação para a Europa, onde se tem produtos de maior qualidade técnica – as questões relacionadas à produtividade, competitividade e design. “Nossa produtividade ainda é insatisfatória. Produzimos poucas peças”, diz Jacson.
Design
No campo do design, o segmento de móveis no Estado já está avançando. Com o apoio do Sebrae Nacional, as empresas já contam com um núcleo de design em parceria com o Cried, um centro de pesquisas de Milão, na Itália, de onde vêm técnicos prestar consultoria aos produtores cearenses. Para o consultor industrial italiano Icilio Bartolucci, graças à absorção de tecnologia através de cursos na Itália e Estados Unidos, algumas empresas do segmento de móveis no Ceará já atingiram uma boa qualidade a ponto de conquistar o mercado externo. Ele também destaca como vantagem para os empresários cearenses o baixo custo da mão-de-obra e a disponibilidade de matéria-prima adequada.
Segundo Bartolucci, falta muitas vezes ao empresário uma mentalidade mais voltada para atender o que dita o mercado internacional. “Não se pode exportar sem conhecer o mercado”, comenta. O consultor italiano acrescenta, porém, que as empresas cearenses já estão no caminho certo para garantir seu lugar no mercado internacional, com a introdução de novos conceitos de acabamento e utilização de matéria-prima. Bartolucci aponta como principais mercados para os produtos cearenses os Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde. Há também, segundo ele, perspectivas de inserção em mercados mais sofisticados, como os da Itália e Alemanha.
Fonte: Diário do Nordeste – CE – 24/05/2004
As oportunidades que surgem para os móveis cearenses são para mercados dos Estados Unidos e toda a América Latina. “Quase que semanalmente aparecem estrangeiros querendo importar nossos produtos, mas temos que aumentar o nível de credibilidade e confiabilidade dos dois lados. Temos condições de fazer bons negócios, mas nos falta apoio nas negociações setoriais para dar credibilidade”, diz o presidente do Sindimóveis.
Gargalos
Além da maturidade para a realização de negócios externos, Pedro Jacson aponta ainda como gargalos que impedem um maior avanço das exportações desse segmento – principalmente se o objetivo for a exportação para a Europa, onde se tem produtos de maior qualidade técnica – as questões relacionadas à produtividade, competitividade e design. “Nossa produtividade ainda é insatisfatória. Produzimos poucas peças”, diz Jacson.
Design
No campo do design, o segmento de móveis no Estado já está avançando. Com o apoio do Sebrae Nacional, as empresas já contam com um núcleo de design em parceria com o Cried, um centro de pesquisas de Milão, na Itália, de onde vêm técnicos prestar consultoria aos produtores cearenses. Para o consultor industrial italiano Icilio Bartolucci, graças à absorção de tecnologia através de cursos na Itália e Estados Unidos, algumas empresas do segmento de móveis no Ceará já atingiram uma boa qualidade a ponto de conquistar o mercado externo. Ele também destaca como vantagem para os empresários cearenses o baixo custo da mão-de-obra e a disponibilidade de matéria-prima adequada.
Segundo Bartolucci, falta muitas vezes ao empresário uma mentalidade mais voltada para atender o que dita o mercado internacional. “Não se pode exportar sem conhecer o mercado”, comenta. O consultor italiano acrescenta, porém, que as empresas cearenses já estão no caminho certo para garantir seu lugar no mercado internacional, com a introdução de novos conceitos de acabamento e utilização de matéria-prima. Bartolucci aponta como principais mercados para os produtos cearenses os Estados Unidos, Portugal, Espanha e Cabo Verde. Há também, segundo ele, perspectivas de inserção em mercados mais sofisticados, como os da Itália e Alemanha.
Fonte: Diário do Nordeste – CE – 24/05/2004
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