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Notícias
19
ago
2010
(MEIO AMBIENTE)
Produtores florestais de Portugal perdem rendimento e criticam Governo
100 mil hectares de florestas já foram atingidos por incêndios.
A maior associação de produtores e empresários florestais de Portugal está assustada com a onda de incêndios e teme pelo regresso do País “ao ciclo” dos 100 mil hectares atingidos. A não entrega de verbas destinadas ao setor motiva críticas.
António Loureiro, diretor da Unimadeiras, com sede em Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro, perspectiva, desde já, dias negros para muitos dos mais de 600 sócios agrupados.
As estatísticas conhecidas, ainda com o verão para durar, que estimam em 70 mil hectares destruídos, lançaram o setor em sobressalto. “Quando a soma da área ardida já é superior aos últimos dois anos e mais do que nos últimos três anos, torna-se assustador o País continuar assim”, lamenta o gestor.
A Unimadeiras tem mais de 15.000 hectares de área florestal própria que rendem anualmente, em média, 40 milhões de euros, dando emprego a mais de 2000 pessoas.
Para o diretor-geral da Unimadeiras, “tem havido uma falha grande” do Governo em canalizar verbas que poderiam dinamizar a atividade preventiva dos incêndios. O Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) “está completamente parado, desde o último quadro comunitário”. O mesmo ocorre com o Fundo Florestal Permanente (FFP) que arrecada à volta de 30 milhões de euros por ano pela cobrança da taxa de dois cêntimos por litro de combustível vendido no País.
Nos últimos cinco anos, terão sido angariados 150 milhões “mas até à data”, garante António Loureiro, “não foi plantada uma árvore”. A verba em causa daria para limpar cerca de 200 mil hectares, criar 10 mil postos de trabalho com receitas fiscais para o Estado de 37 milhões de euros. “Há aqui fundos que não estão a ser aplicados na floresta para mal de todos nós”, refere o gestor da Unimadeiras.
A maior associação de produtores e empresários florestais de Portugal está assustada com a onda de incêndios e teme pelo regresso do País “ao ciclo” dos 100 mil hectares atingidos. A não entrega de verbas destinadas ao setor motiva críticas.
António Loureiro, diretor da Unimadeiras, com sede em Albergaria-a-Velha, distrito de Aveiro, perspectiva, desde já, dias negros para muitos dos mais de 600 sócios agrupados.
As estatísticas conhecidas, ainda com o verão para durar, que estimam em 70 mil hectares destruídos, lançaram o setor em sobressalto. “Quando a soma da área ardida já é superior aos últimos dois anos e mais do que nos últimos três anos, torna-se assustador o País continuar assim”, lamenta o gestor.
A Unimadeiras tem mais de 15.000 hectares de área florestal própria que rendem anualmente, em média, 40 milhões de euros, dando emprego a mais de 2000 pessoas.
Para o diretor-geral da Unimadeiras, “tem havido uma falha grande” do Governo em canalizar verbas que poderiam dinamizar a atividade preventiva dos incêndios. O Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) “está completamente parado, desde o último quadro comunitário”. O mesmo ocorre com o Fundo Florestal Permanente (FFP) que arrecada à volta de 30 milhões de euros por ano pela cobrança da taxa de dois cêntimos por litro de combustível vendido no País.
Nos últimos cinco anos, terão sido angariados 150 milhões “mas até à data”, garante António Loureiro, “não foi plantada uma árvore”. A verba em causa daria para limpar cerca de 200 mil hectares, criar 10 mil postos de trabalho com receitas fiscais para o Estado de 37 milhões de euros. “Há aqui fundos que não estão a ser aplicados na floresta para mal de todos nós”, refere o gestor da Unimadeiras.
Fonte: Notícias de Aveiro/Painel Florestal
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