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Notícias
18
ago
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Grupo derrubava castanheiras-do-Pará em assentamento do Incra em Marabá
Fiscais lacraram serrarias e apreenderam 453 m³ de madeira. Ibama ainda investiga se colonos participavam do esquema.
Agentes do Ibama flagraram nesta segunda-feira (16) 5 pessoas derrubando e transportando castanheiras-do-Pará na região de Marabá (PA). O esquema funcionava por meio de um assentamento do Incra na área e o órgão tem indícios de que os colonos conheciam a atividade criminosa, mas as investigações ainda estão em andamento.
Os agentes prenderem as pessoas e entregaram a madeira à Polícia Civil. Na ação, três serrarias foram lacradas e três caminhões com 453 metros cúbicos de madeira foram apreendidos. Mais da metade da madeira apreendida era de castanheiras-do-Pará, considerada nobre e com corte proibido. Os fiscais ainda aplicaram R$ 176 em multas.
A derrubada, segundo o Ibama, ocorria na área de reserva legal do Assentamento 26 de Março, cuja floresta é protegida por lei. Os homens presos já haviam derrubado 30 árvores quando o órgão flagrou o esquema.
Já as serrarias que faziam parte do esquema ficam em Eldorado do Carajás, a cerca de 70 quilômetros do assentamento. Os proprietários das empresas não tinham licença para a atividade, segundo o Ibama, e mantinham produto ilegal nos depósitos.
Agentes do Ibama flagraram nesta segunda-feira (16) 5 pessoas derrubando e transportando castanheiras-do-Pará na região de Marabá (PA). O esquema funcionava por meio de um assentamento do Incra na área e o órgão tem indícios de que os colonos conheciam a atividade criminosa, mas as investigações ainda estão em andamento.
Os agentes prenderem as pessoas e entregaram a madeira à Polícia Civil. Na ação, três serrarias foram lacradas e três caminhões com 453 metros cúbicos de madeira foram apreendidos. Mais da metade da madeira apreendida era de castanheiras-do-Pará, considerada nobre e com corte proibido. Os fiscais ainda aplicaram R$ 176 em multas.
A derrubada, segundo o Ibama, ocorria na área de reserva legal do Assentamento 26 de Março, cuja floresta é protegida por lei. Os homens presos já haviam derrubado 30 árvores quando o órgão flagrou o esquema.
Já as serrarias que faziam parte do esquema ficam em Eldorado do Carajás, a cerca de 70 quilômetros do assentamento. Os proprietários das empresas não tinham licença para a atividade, segundo o Ibama, e mantinham produto ilegal nos depósitos.
Fonte: Globo Amazônia
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