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Notícias
17
ago
2010
(ECONOMIA)
Florestas plantadas vivem um boom econômico em MS
Vice-presidente do CNA acredita que a região do bolsão vai se transformar em grandes maciços florestais.
A celulose e o minério avançaram muito rápido na pauta de exportações de Mato Grosso do Sul. Juntos os dois produtos correspondem por 25% do montante negociado com o mercado externo de janeiro a julho deste ano.
No período o Estado exportou US$ 1,5 bilhão, dos quais US$ 356 milhões de minérios e celulose. No caso da celulose, em relação ao ano passado, o aumento foi de 141%.
Segundo o vice-presidente de finanças da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), Ademar Silva Júnior, Mato Grosso do Sul passa por uma transformação na economia, "há uma diversificação muito significativa, um estado que na sua essência sempre foi só de boi, começa hoje a ser o Estado da diversidade do agronegócio. Nós começamos com um migração desse boi para estados mais ao centro-norte do País", explica.
Ademar diz que a região do bolsão de Mato Grosso do Sul, é o principal foco dos investidores, já que é propícia para plantação de eucalipto, ou pinus, e tem a vantagem da qualidade do transporte. "Esta região no nosso ponto de vista, vai se transformar em grandes maciços florestais, tem logística para isso, nós temos rodovias muito boas que ligam aos grandes centros consumidores, principalmente ao Estado de São Paulo, ferrovias, e proximidades dos portes, casa haja a possibilidade de exportações. É isso que a gente está vendo, as indústrias estão sendo atraídas por esse fator que é muito forte: logística, terras a disposição, uma vontade muito significativa do governo do Estado, dos governantes municipais, falta agora, e é esse o trabalho que a Painel Florestal está fazendo como ninguém, chamar a atenção de empresários locais e até empresários de outros estados, para este momento que a região está vivendo", explica o vice-presidente.
O que não pode ocorrer, é deixar que esse "boom econômico" passe, sem ser aproveitado. "É muita gente envolvida nisso. É uma economia muita forte, que nós não podemos abrir mãos dela, principalmente os pequenos municípios", complementa Ademar.
A celulose e o minério avançaram muito rápido na pauta de exportações de Mato Grosso do Sul. Juntos os dois produtos correspondem por 25% do montante negociado com o mercado externo de janeiro a julho deste ano.
No período o Estado exportou US$ 1,5 bilhão, dos quais US$ 356 milhões de minérios e celulose. No caso da celulose, em relação ao ano passado, o aumento foi de 141%.
Segundo o vice-presidente de finanças da CNA (Confederação Nacional da Agricultura), Ademar Silva Júnior, Mato Grosso do Sul passa por uma transformação na economia, "há uma diversificação muito significativa, um estado que na sua essência sempre foi só de boi, começa hoje a ser o Estado da diversidade do agronegócio. Nós começamos com um migração desse boi para estados mais ao centro-norte do País", explica.
Ademar diz que a região do bolsão de Mato Grosso do Sul, é o principal foco dos investidores, já que é propícia para plantação de eucalipto, ou pinus, e tem a vantagem da qualidade do transporte. "Esta região no nosso ponto de vista, vai se transformar em grandes maciços florestais, tem logística para isso, nós temos rodovias muito boas que ligam aos grandes centros consumidores, principalmente ao Estado de São Paulo, ferrovias, e proximidades dos portes, casa haja a possibilidade de exportações. É isso que a gente está vendo, as indústrias estão sendo atraídas por esse fator que é muito forte: logística, terras a disposição, uma vontade muito significativa do governo do Estado, dos governantes municipais, falta agora, e é esse o trabalho que a Painel Florestal está fazendo como ninguém, chamar a atenção de empresários locais e até empresários de outros estados, para este momento que a região está vivendo", explica o vice-presidente.
O que não pode ocorrer, é deixar que esse "boom econômico" passe, sem ser aproveitado. "É muita gente envolvida nisso. É uma economia muita forte, que nós não podemos abrir mãos dela, principalmente os pequenos municípios", complementa Ademar.
Fonte: Painel Florestal
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