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Notícias
16
ago
2010
(INDÚSTRIA)
Marcelândia: prioridade também é reconstruir madeireiras
O presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte de Mato Grosso (Sindusmad), José Eduardo Pinto, confirmou que a entidade vai buscar, com bancos e governo estadual, linhas de financiamentos e crédito para empresários do setor madeireiro de Marcelândia (210 km de Sinop), que tiveram suas madeireiras queimadas, semana passada, em grande incêndio, comprarem maquinários e construírem barracões. O fogo destruiu cerca de 40% do setor industrial. Cerca de 10 madeireiras foram totalmente destruídas pelo fogo. Ficaram sem os maquinários, usados para industrializar madeira, bem como matéria prima e parte considerável da produção (madeira serrada e lâminas) que foram consumidas pelo fogo. Outras 6 tiveram prejuízos parciais. Caminhões, pá carregadeira e uma colheitadeira também foram destruídos. Os prejuízos (incluindo as cerca de 100 casas queimadas) passam de R$ 10 milhões. Mais de 100 pessoas estão desempregadas devido a destruição das empresas.
José Eduardo disse, ao Só Notícias, que buscará apoio também do Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeiras) para reforçar a busca por soluções e quais medidas emergenciais podem ser tomadas para que esses recursos possam ser destinados o mais rápido possível aos empresários que perderam mercadorias, barracões e maquinários.
Segundo o presidente, é preciso, "com urgência", encontrar solução para que os empresários tenham apoio e reconstruam suas empresas. O setor madeireiro é a base da economia de Marcelândia, que tem 14 mil habitantes.
José Eduardo disse, ao Só Notícias, que buscará apoio também do Cipem (Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeiras) para reforçar a busca por soluções e quais medidas emergenciais podem ser tomadas para que esses recursos possam ser destinados o mais rápido possível aos empresários que perderam mercadorias, barracões e maquinários.
Segundo o presidente, é preciso, "com urgência", encontrar solução para que os empresários tenham apoio e reconstruam suas empresas. O setor madeireiro é a base da economia de Marcelândia, que tem 14 mil habitantes.
Fonte: Só Notícias
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