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Notícias
15
ago
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Indústrias acreditam que preço da celulose vai estabilizar
O preço de referência da celulose, que esta em US$ 920 por tonelada, caiu para US$ 870 nos principais mercados.
Mas, essa redução de US$ 50 por tonelada no preço-lista da celulose, implementado pelas principais produtoras mundiais, não vai significar o início de um ciclo de queda do preço do produto, segundo previsão das principais empresas do setor, como Suzano Papel e Celulose, Fibria e Cenibar.
A queda começou com a redução de preços da Commodity na América do Norte, foi seguido pela Arauco e pela brasileira Fibria. Ontem, foi a Suzano Papel e Celulose também informar a redução no preço de seu produto.
A surpresa por parte dos produtores decorreu do nível de estoques mundiais, que estão em 25 dias de consumo, um índice considerado baixo ante a média histórica de 33 dias deste mercado. Para efeito de comparação, a queda dos preços durante a crise ocorreu depois de a estocagem alcançar o equivalente a 60 dias de consumo.
De acordo com o presidente da Suzano, Antônio Maciel Neto, essa foi a primeira vez em quatro anos e meio em que está na empresa que viu os preços caírem ao mesmo tempo que os estoques recuam no mercado internacional.
Já o assessor da presidência da Cenibra, Jedaias Jorge Salum, acredita que os preços deverão manter-se nesse patamar até o fim do ano. Para ele, a recuperação se mostrou bem forte até o mês passado, tanto que os preços alcançaram US$ 850 por tonelada na China.
Essa expectativa de relativa estabilidade no preço da celulose de mercado é partilhada pela CNPC. Para o diretor comercial da companhia, Sérgio Killp, a perspectiva para os próximos meses, depois desse período de manutenção dos valores, é de alta. Para ele, a correção do preço de referência foi justa e o valor fixado deverá se manter por algum tempo. O diretor ainda acredita que daqui a alguns meses, o viés se torne de alta, pois há a perspectiva da retomada de compra de celulose por parte dos chineses..
Para a presidente da Associação Brasileira da Indústria de Celulose e Papel (Bracelpa), Elizabeth de Carvalhaes, não existe um cenário de volatilidade, mas um equilíbrio entre a oferta e demanda global de celulose. Em sua avaliação, o retorno das operações de importantes produtores do Chile normalizou a oferta do insumo, e, consequentemente, os preços começaram a se acomodar. Ao mesmo tempo, continuou ela, em nota, as vendas para Europa e Estados Unidos vêm registrando retomada em relação ao período pré-crise, e dessa forma a tendência é de que os preços se mantenham nos patamares atuais durante todo o ano.
Mas, essa redução de US$ 50 por tonelada no preço-lista da celulose, implementado pelas principais produtoras mundiais, não vai significar o início de um ciclo de queda do preço do produto, segundo previsão das principais empresas do setor, como Suzano Papel e Celulose, Fibria e Cenibar.
A queda começou com a redução de preços da Commodity na América do Norte, foi seguido pela Arauco e pela brasileira Fibria. Ontem, foi a Suzano Papel e Celulose também informar a redução no preço de seu produto.
A surpresa por parte dos produtores decorreu do nível de estoques mundiais, que estão em 25 dias de consumo, um índice considerado baixo ante a média histórica de 33 dias deste mercado. Para efeito de comparação, a queda dos preços durante a crise ocorreu depois de a estocagem alcançar o equivalente a 60 dias de consumo.
De acordo com o presidente da Suzano, Antônio Maciel Neto, essa foi a primeira vez em quatro anos e meio em que está na empresa que viu os preços caírem ao mesmo tempo que os estoques recuam no mercado internacional.
Já o assessor da presidência da Cenibra, Jedaias Jorge Salum, acredita que os preços deverão manter-se nesse patamar até o fim do ano. Para ele, a recuperação se mostrou bem forte até o mês passado, tanto que os preços alcançaram US$ 850 por tonelada na China.
Essa expectativa de relativa estabilidade no preço da celulose de mercado é partilhada pela CNPC. Para o diretor comercial da companhia, Sérgio Killp, a perspectiva para os próximos meses, depois desse período de manutenção dos valores, é de alta. Para ele, a correção do preço de referência foi justa e o valor fixado deverá se manter por algum tempo. O diretor ainda acredita que daqui a alguns meses, o viés se torne de alta, pois há a perspectiva da retomada de compra de celulose por parte dos chineses..
Para a presidente da Associação Brasileira da Indústria de Celulose e Papel (Bracelpa), Elizabeth de Carvalhaes, não existe um cenário de volatilidade, mas um equilíbrio entre a oferta e demanda global de celulose. Em sua avaliação, o retorno das operações de importantes produtores do Chile normalizou a oferta do insumo, e, consequentemente, os preços começaram a se acomodar. Ao mesmo tempo, continuou ela, em nota, as vendas para Europa e Estados Unidos vêm registrando retomada em relação ao período pré-crise, e dessa forma a tendência é de que os preços se mantenham nos patamares atuais durante todo o ano.
Fonte: DCI/Painel Florestal
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