Voltar
Notícias
07
ago
2010
(BIODIVERSIDADE)
Maioria das florestas tropicais deve perder espécies até 2100
Estudo publicado na edição desta quinta-feira (5) da revista "Conservation Letters" aponta que até 2100, apenas entre 18% e 45% das plantas e animais da florestas tropicais úmidas do planeta permanecerão no seu estado atual. A maior parte desses ecossistemas está sujeita a perda de biodiversidade por causa das mudanças climáticas, da exploração madeireira e das alterações no uso do solo.
A pesquisa liderada por Greg Asner, da Carnegie Institution, nos EUA, combina novos dados climáticos e de exploração econômica dessas regiões. A ação humana direta, assim como as mudanças no clima, fazem com que a floresta tropical, a mais rica em biodiversidade, desapareça ou se adapte.
Com imagens de satélite e dados de alta resolução associados a 16 projeções climáticas globais, os autores criaram cenários de como diferentes tipos de espécies poderiam se realocar geograficamente até 2100.
O levantamento conclui que até 80% da Bacia Amazônica pode ter mudanças em sua biodiversidade. Para toda a América Central e do Sul, a projeção média é de dois terços. No caso da região do Congo, na África, entre 35% e 74% podem ser atingidos. Em todo o continente africano, cerca de 70% devem ter alteração na biodiversidade.
A Ásia e as ilhas do Pacífico devem ser, dentre as regiões com florestas tropicais, as menos atingidas pelas mudanças climáticas. Ainda assim, devido à ação humana, entre 60% e 77% de suas florestas podem ter perda de biodiversidade até 2100. O propósito do estudo é apontar quais são os pontos mais sensíveis de floresta para orientar políticas de conservação.
A pesquisa liderada por Greg Asner, da Carnegie Institution, nos EUA, combina novos dados climáticos e de exploração econômica dessas regiões. A ação humana direta, assim como as mudanças no clima, fazem com que a floresta tropical, a mais rica em biodiversidade, desapareça ou se adapte.
Com imagens de satélite e dados de alta resolução associados a 16 projeções climáticas globais, os autores criaram cenários de como diferentes tipos de espécies poderiam se realocar geograficamente até 2100.
O levantamento conclui que até 80% da Bacia Amazônica pode ter mudanças em sua biodiversidade. Para toda a América Central e do Sul, a projeção média é de dois terços. No caso da região do Congo, na África, entre 35% e 74% podem ser atingidos. Em todo o continente africano, cerca de 70% devem ter alteração na biodiversidade.
A Ásia e as ilhas do Pacífico devem ser, dentre as regiões com florestas tropicais, as menos atingidas pelas mudanças climáticas. Ainda assim, devido à ação humana, entre 60% e 77% de suas florestas podem ter perda de biodiversidade até 2100. O propósito do estudo é apontar quais são os pontos mais sensíveis de floresta para orientar políticas de conservação.
Fonte: Globo Amazônia
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














