Voltar
Notícias
01
ago
2010
(AQUECIMENTO GLOBAL)
Porto de Paranaguá planeja salto de 60% em papel e celulose
Em 2009, a exportação desses produtos pelo terminal foi de 510 mil toneladas.
A direção do porto de Paranaguá (PR) tem planos de aumentar em 60%, nos próximos dois anos, o escoamento de papel e celulose exportados pelo terminal. Um terreno de 500 mil metros quadrados no próprio porto integra o projeto para receber a futura movimentação desse tipo de carga.
No ano passado, foram exportadas 510 mil toneladas de papel e celulose por Paranaguá, um crescimento de 32% em relação a 2008. A Klabin é a principal empresa exportadora do produto no porto paranaense, com o despacho de 429 mil toneladas no ano passado. Paranaguá só perde em movimentação de papel e celulose no país para Santos (SP). A nova área, onde ficaria abrigado o setor para despacho das cargas de papel e celulose, será licitada ainda neste semestre.
Consórcio
Objetivo é que um consórcio de empresas o administre, segundo o diretor empresarial do porto, João Batista Lopes dos Santos. A proposta de licitação terá de ser aprovada ainda pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e pelo Conselho de Autoridade Portuária, que reúne os próprios administradores e representantes de todos os operadores do terminal. De acordo com o dirigente, o porto já foi contatado por empresas do setor de papel e celulose para expandir seu despacho por Paranaguá, hoje centralizado em SP.
Santos afirma que o planejamento da nova área se tornou viável diante da regularidade de rotas de navios, oferta de mão de obra -que abrange cerca de 11 mil pessoas- e disponibilidade de espaço para expansão. Europa e Estados Unidos são os principais mercados de papel e celulose brasileiros. "O que estamos querendo fazer [com a expansão das exportações] é incrementar uma série de potenciais de infraestrutura já existentes aqui", afirma.
A direção do porto de Paranaguá (PR) tem planos de aumentar em 60%, nos próximos dois anos, o escoamento de papel e celulose exportados pelo terminal. Um terreno de 500 mil metros quadrados no próprio porto integra o projeto para receber a futura movimentação desse tipo de carga.
No ano passado, foram exportadas 510 mil toneladas de papel e celulose por Paranaguá, um crescimento de 32% em relação a 2008. A Klabin é a principal empresa exportadora do produto no porto paranaense, com o despacho de 429 mil toneladas no ano passado. Paranaguá só perde em movimentação de papel e celulose no país para Santos (SP). A nova área, onde ficaria abrigado o setor para despacho das cargas de papel e celulose, será licitada ainda neste semestre.
Consórcio
Objetivo é que um consórcio de empresas o administre, segundo o diretor empresarial do porto, João Batista Lopes dos Santos. A proposta de licitação terá de ser aprovada ainda pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e pelo Conselho de Autoridade Portuária, que reúne os próprios administradores e representantes de todos os operadores do terminal. De acordo com o dirigente, o porto já foi contatado por empresas do setor de papel e celulose para expandir seu despacho por Paranaguá, hoje centralizado em SP.
Santos afirma que o planejamento da nova área se tornou viável diante da regularidade de rotas de navios, oferta de mão de obra -que abrange cerca de 11 mil pessoas- e disponibilidade de espaço para expansão. Europa e Estados Unidos são os principais mercados de papel e celulose brasileiros. "O que estamos querendo fazer [com a expansão das exportações] é incrementar uma série de potenciais de infraestrutura já existentes aqui", afirma.
Fonte: Folha de São Paulo/Dimitri do Valle
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














