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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
PNQM provoca mudanças de cultura nas indústrias
Lançado há mais de cinco anos, o Programa Nacional de Qualidade da Madeira – PNQM tem levado mais que controle de processo e a garantia de qualidade do produto final. A mudança de cultura organizacional é uma das grandes conquistas do Programa, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente – ABIMCI.
Alguns exemplos começam a aparecer nas empresas participantes. Em Canoinhas, Santa Catarina, a Compensados e Laminados Lavrasul, certificada pelo PNQM - Compensado de Pinus, investiu em um laboratório próprio para realizar os ensaios exigidos pelo PNQM e pelo CE Marking, marca de conformidade européia. “Inicialmente, a idéia era ter um laboratório para realizar controles básicos e melhorar o controle do processo de produção, mas optamos por termos instalações completas para realizar todos os ensaios exigidos pelas normas da Comunidade Européia e pelos Estados Unidos”, conta um dos diretores da Lavrasul, Thales Zugman. Um engenheiro químico, um engenheiro florestal e um auxiliar técnico de nível médio são os responsáveis pelo trabalho no laboratório.
Com as novas instalações, a empresa espera reduzir o prazo para obter os resultados dos testes, permitindo a liberação mais rápida dos lotes produzidos, já que grande parte é destinada à exportação.
De acordo com o vice-presidente de Desenvolvimento e Tecnologia da ABIMCI, Ivan Tomaselli, a empresa participante recebe todas as orientações técnicas, visitas periódicas de auditores independentes e assistência para os ajustes necessários para a certificação. “São considerados os processos de produção e recomendadas ações para a redução do risco de perdas de mercado por falta de qualidade, redução de perdas, aumento da produtividade e competitividade e incremento da qualidade”, afirma Tomaselli.
As empresas certificadas começam a perceber as mudanças no dia-a-dia da fábrica. Segundo o diretor da Formacomp, José Luiz Dissenha, depois de seis meses do Programa consolidado em toda a empresa, a redução nos custos de produção foi de 5%. “Estamos obtendo melhoria da qualidade dos produtos e maior controle das etapas de produção”, garante Dissenha. Ele revela ainda que após o treinamento, os funcionários passaram a ter mais consciência sobre a importância da qualidade e da certificação dos produtos. A empresa foi certificada dentro do grupo de Compensado de Pinus.
Para Zugman, a conscientização dos funcionários também foi a mudança mais importante após a implantação do PNQM. “Eles perceberam que a manutenção de um padrão de qualidade é fundamental”, revela o empresário. Ele lembra ainda que os controles implantados foram importantes para a empresa receber a certificação de manejo florestal FSC. “O acesso ao mercado estará restrito às empresas que encaram as exigências dos compradores como um fator positivo de aprimoramento de seus próprios processos”, completa o diretor da Lavrasul.
Fonte: ABIMCI – 18/05/2004
Alguns exemplos começam a aparecer nas empresas participantes. Em Canoinhas, Santa Catarina, a Compensados e Laminados Lavrasul, certificada pelo PNQM - Compensado de Pinus, investiu em um laboratório próprio para realizar os ensaios exigidos pelo PNQM e pelo CE Marking, marca de conformidade européia. “Inicialmente, a idéia era ter um laboratório para realizar controles básicos e melhorar o controle do processo de produção, mas optamos por termos instalações completas para realizar todos os ensaios exigidos pelas normas da Comunidade Européia e pelos Estados Unidos”, conta um dos diretores da Lavrasul, Thales Zugman. Um engenheiro químico, um engenheiro florestal e um auxiliar técnico de nível médio são os responsáveis pelo trabalho no laboratório.
Com as novas instalações, a empresa espera reduzir o prazo para obter os resultados dos testes, permitindo a liberação mais rápida dos lotes produzidos, já que grande parte é destinada à exportação.
De acordo com o vice-presidente de Desenvolvimento e Tecnologia da ABIMCI, Ivan Tomaselli, a empresa participante recebe todas as orientações técnicas, visitas periódicas de auditores independentes e assistência para os ajustes necessários para a certificação. “São considerados os processos de produção e recomendadas ações para a redução do risco de perdas de mercado por falta de qualidade, redução de perdas, aumento da produtividade e competitividade e incremento da qualidade”, afirma Tomaselli.
As empresas certificadas começam a perceber as mudanças no dia-a-dia da fábrica. Segundo o diretor da Formacomp, José Luiz Dissenha, depois de seis meses do Programa consolidado em toda a empresa, a redução nos custos de produção foi de 5%. “Estamos obtendo melhoria da qualidade dos produtos e maior controle das etapas de produção”, garante Dissenha. Ele revela ainda que após o treinamento, os funcionários passaram a ter mais consciência sobre a importância da qualidade e da certificação dos produtos. A empresa foi certificada dentro do grupo de Compensado de Pinus.
Para Zugman, a conscientização dos funcionários também foi a mudança mais importante após a implantação do PNQM. “Eles perceberam que a manutenção de um padrão de qualidade é fundamental”, revela o empresário. Ele lembra ainda que os controles implantados foram importantes para a empresa receber a certificação de manejo florestal FSC. “O acesso ao mercado estará restrito às empresas que encaram as exigências dos compradores como um fator positivo de aprimoramento de seus próprios processos”, completa o diretor da Lavrasul.
Fonte: ABIMCI – 18/05/2004
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(GERAL)














