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Notícias
31
jul
2010
(SETOR FLORESTAL)
Inpa expõe madeiras da Amazônia na SBPC
O destaque é o reaproveitamento de resíduos florestais na elaboração de produtos artesanais.
Uma cadeira produzida com galhos de árvores da Amazônia, ou seja, com o reaproveitamento de resíduos naturais - sobras em áreas florestais da região norte do país - está exposto no stand do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) na ExpoT&C e atrai os olhares do visitantes da 62 ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O evento é realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em Natal (RN).
O objeto, assim como outros artigos de decoração produzidos com sobras de madeira, faz parte de estudos e projetos desenvolvidos pela Coordenação de Pesquisas em Produtos Florestais (CPPF) do Inpa. O objetivo é dar um destino adequado a estes materiais, criando assim uma alternativa de sustentabilidade para a região.
De acordo com o pesquisador Jorge Freitas da CPPF, a exposição possibilita expor a biodiversidade de madeiras da Amazônia, além enfatizar os projetos desenvolvidos pela Instituição para que a população de outros Estados possa conhecer. “É uma oportunidade de chamar atenção para os projetos desenvolvidos no Inpa, como o reaproveitamento de resíduos na utilização na marchetaria, luteria, artesanato, aglomerados de produtos florestais, enfatizando sempre a sustentabilidade e a diminuição de impactos ambientais”, afirmou Freitas.
Para a estudante Rafaela da Silva, o reaproveitamento de resíduos florestais vai além de simplesmente conservar a floresta. “É a consciência ecológica. Enquanto existe gente jogando fora os resíduos, os pesquisadores se preocupam em estudar um método de reutilizar as sobras, ou seja, são coisas que em nossa concepção não teriam nenhuma utilidade e esses projetos acabam transformando isso em arte”, explicou.
Exposição Ainda no setor madeireiro, o Inpa trouxe para apresentar no evento uma pequena amostra de sua coleção de madeiras (xiloteca), visa identificar, catalogar, registrar, conservar e divulgar com dados científicos e tecnológicos as madeiras da Amazônia, utilizando como suporte estudos botânicos e florestais.
A coleção possui valor relevante para a região, devido ser considerada como referencial para os estudos da biodiversidade da Amazônia.
A estudante Juliana Oliveira relata a experiência de conversar com os pesquisadores e afirma ser bastante produtivo o conhecimento científico transmitido nas explicações. “Gostei da iniciativa, além de considerar que os pesquisadores são bem esclarecedores nos oferecendo riquíssimas informações. É impressionante a extração de essências dessas madeiras, porque nós não esperamos que de uma coisa tão bruta se consiga extrair um aroma tão delicado”, declarou entusiasmada Oliveira.
Uma cadeira produzida com galhos de árvores da Amazônia, ou seja, com o reaproveitamento de resíduos naturais - sobras em áreas florestais da região norte do país - está exposto no stand do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT) na ExpoT&C e atrai os olhares do visitantes da 62 ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). O evento é realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) em Natal (RN).
O objeto, assim como outros artigos de decoração produzidos com sobras de madeira, faz parte de estudos e projetos desenvolvidos pela Coordenação de Pesquisas em Produtos Florestais (CPPF) do Inpa. O objetivo é dar um destino adequado a estes materiais, criando assim uma alternativa de sustentabilidade para a região.
De acordo com o pesquisador Jorge Freitas da CPPF, a exposição possibilita expor a biodiversidade de madeiras da Amazônia, além enfatizar os projetos desenvolvidos pela Instituição para que a população de outros Estados possa conhecer. “É uma oportunidade de chamar atenção para os projetos desenvolvidos no Inpa, como o reaproveitamento de resíduos na utilização na marchetaria, luteria, artesanato, aglomerados de produtos florestais, enfatizando sempre a sustentabilidade e a diminuição de impactos ambientais”, afirmou Freitas.
Para a estudante Rafaela da Silva, o reaproveitamento de resíduos florestais vai além de simplesmente conservar a floresta. “É a consciência ecológica. Enquanto existe gente jogando fora os resíduos, os pesquisadores se preocupam em estudar um método de reutilizar as sobras, ou seja, são coisas que em nossa concepção não teriam nenhuma utilidade e esses projetos acabam transformando isso em arte”, explicou.
Exposição Ainda no setor madeireiro, o Inpa trouxe para apresentar no evento uma pequena amostra de sua coleção de madeiras (xiloteca), visa identificar, catalogar, registrar, conservar e divulgar com dados científicos e tecnológicos as madeiras da Amazônia, utilizando como suporte estudos botânicos e florestais.
A coleção possui valor relevante para a região, devido ser considerada como referencial para os estudos da biodiversidade da Amazônia.
A estudante Juliana Oliveira relata a experiência de conversar com os pesquisadores e afirma ser bastante produtivo o conhecimento científico transmitido nas explicações. “Gostei da iniciativa, além de considerar que os pesquisadores são bem esclarecedores nos oferecendo riquíssimas informações. É impressionante a extração de essências dessas madeiras, porque nós não esperamos que de uma coisa tão bruta se consiga extrair um aroma tão delicado”, declarou entusiasmada Oliveira.
Fonte: INPA - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia
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