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Notícias
28
jul
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Suzano aposta no plantio noturno para garantir maior produtividade
Clima semiárido exigiu estratégia inovadora para garantir alto desempenho dos plantios.
A implantação das operações da Suzano Papel e Celulose no Maranhão e Piauí para atender ao novo ciclo de crescimento anunciado em 2008, que prevê a construção de duas unidades a serem inauguradas, respectivamente em 2013 e 2014, tem exigido planejamento, metas claras e estratégias inovadoras para superar os desafios de um projeto desta grandiosidade.
Para driblar o clima semiárido e garantir o bom desempenho das áreas florestais no Piauí, parte das atividades de plantio passaram a ser executadas no período da noite. Passado o período de chuvas, que vai de dezembro a julho, o tempo é seco e muito quente. Segundo o Gerente Executivo de Operações Florestais no Piuaí, |Ricardo Simonetti, a temperatura varia entre 35°C e 45°C à sombra. “Essa condição climática dificulta tanto as condições humanas de trabalho quanto a sobrevivência das mudas”, explica, Simonetti.
Com o objetivo de cumprir as rigorosas metas do ano passado, fixadas em 11 mil hectares plantados até dezembro, a equipe identificou que o plantio noturno era uma excelente alternativa, garantindo melhores condições para os colaboradores e para o desenvolvimento das mudas. No entanto, foi preciso encontrar soluções para ter um terreno mais limpo, equipamentos de iluminação, optar pelo plantio com hidrogel e realizar irrigações no ato do plantio, de modo que elas permaneçam úmidas por mais tempo.
Os resultados foram muito positivos. “A produtividade é pelo menos 20% maior do que plantar no período diurno”, diz Simonetti. “Enquanto a equipe consumia 60 galões de água durante o dia para manter os colaboradores hidratados, no período da noite essa média caiu para 10 galões. “Embora o trabalho noturno seja mais oneroso, a maior produtividade e a satisfação das pessoas garantem o retorno positivo dessa iniciativa”, completa.
Em 2010, a previsão é plantar outros 38 mil hectares e dar continuidade às atividades de plantio noturno, especialmente entre os meses de junho a dezembro. Assim, manteremos boa parte da mão-de-obra contratada, reduzindo a sazonalidade e o contribuindo para o impacto social positivo na região.
Sobre a Suzano
Suzano Papel e Celulose - (Bovespa: SUZB5, OTC: SUZBY and Latibex: XSUB), uma empresa de base florestal e uma das maiores produtoras verticalmente integradas de papel e celulose de eucalipto da América Latina é parte do Grupo Suzano que investe no setor de papel e celulose há 86 anos, com operações globais em aproximadamente 80 países. A empresa adotou um modelo de gestão que leva em consideração as três principais dimensões da sustentabilidade: negócios, sociedade e meio ambiente. Atualmente possui cinco unidades industriais: Suzano, Rio Verde e Embu, no interior do Estado de São Paulo, Mucuri no Estado da Bahia e a Empresa também possui 50% de participação na Conpacel (Consórcio Paulista de Papel e Celulose). A Suzano anunciou em 2008 um novo ciclo de crescimento que aumentará sua produção de celulose em 150% com novas fábricas a serem instaladas no Maranhão e no Piauí, respectivamente, em 2013 e 2014, e uma terceira unidade a ser definida.
A implantação das operações da Suzano Papel e Celulose no Maranhão e Piauí para atender ao novo ciclo de crescimento anunciado em 2008, que prevê a construção de duas unidades a serem inauguradas, respectivamente em 2013 e 2014, tem exigido planejamento, metas claras e estratégias inovadoras para superar os desafios de um projeto desta grandiosidade.
Para driblar o clima semiárido e garantir o bom desempenho das áreas florestais no Piauí, parte das atividades de plantio passaram a ser executadas no período da noite. Passado o período de chuvas, que vai de dezembro a julho, o tempo é seco e muito quente. Segundo o Gerente Executivo de Operações Florestais no Piuaí, |Ricardo Simonetti, a temperatura varia entre 35°C e 45°C à sombra. “Essa condição climática dificulta tanto as condições humanas de trabalho quanto a sobrevivência das mudas”, explica, Simonetti.
Com o objetivo de cumprir as rigorosas metas do ano passado, fixadas em 11 mil hectares plantados até dezembro, a equipe identificou que o plantio noturno era uma excelente alternativa, garantindo melhores condições para os colaboradores e para o desenvolvimento das mudas. No entanto, foi preciso encontrar soluções para ter um terreno mais limpo, equipamentos de iluminação, optar pelo plantio com hidrogel e realizar irrigações no ato do plantio, de modo que elas permaneçam úmidas por mais tempo.
Os resultados foram muito positivos. “A produtividade é pelo menos 20% maior do que plantar no período diurno”, diz Simonetti. “Enquanto a equipe consumia 60 galões de água durante o dia para manter os colaboradores hidratados, no período da noite essa média caiu para 10 galões. “Embora o trabalho noturno seja mais oneroso, a maior produtividade e a satisfação das pessoas garantem o retorno positivo dessa iniciativa”, completa.
Em 2010, a previsão é plantar outros 38 mil hectares e dar continuidade às atividades de plantio noturno, especialmente entre os meses de junho a dezembro. Assim, manteremos boa parte da mão-de-obra contratada, reduzindo a sazonalidade e o contribuindo para o impacto social positivo na região.
Sobre a Suzano
Suzano Papel e Celulose - (Bovespa: SUZB5, OTC: SUZBY and Latibex: XSUB), uma empresa de base florestal e uma das maiores produtoras verticalmente integradas de papel e celulose de eucalipto da América Latina é parte do Grupo Suzano que investe no setor de papel e celulose há 86 anos, com operações globais em aproximadamente 80 países. A empresa adotou um modelo de gestão que leva em consideração as três principais dimensões da sustentabilidade: negócios, sociedade e meio ambiente. Atualmente possui cinco unidades industriais: Suzano, Rio Verde e Embu, no interior do Estado de São Paulo, Mucuri no Estado da Bahia e a Empresa também possui 50% de participação na Conpacel (Consórcio Paulista de Papel e Celulose). A Suzano anunciou em 2008 um novo ciclo de crescimento que aumentará sua produção de celulose em 150% com novas fábricas a serem instaladas no Maranhão e no Piauí, respectivamente, em 2013 e 2014, e uma terceira unidade a ser definida.
Fonte: GWA
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