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Notícias
28
jul
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Comércio de madeira, o maior gerador de emprego na Amazônia Mato-grossense
Os dados são de pesquisa do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado do Mato Grosso (Sindusmad).
A exploração comercial da madeira ainda é o principal gerador de empregos para a maioria dos municípios situados na Amazônia mato-grossense, segundo dados do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado do Mato Grosso (Sindusmad).
Em Cotriguaçu, a 970 quilômetros ao noroeste de Cuiabá, por exemplo, dos 14 mil habitantes, mais de mil pessoas são empregadas diretamente pela indústria madeireira, em empresas de médio e grande porte.
Exemplo de sustentabilidade, Cotriguaçu é rico em espécies madeireiras, São quase 30 entre as mais comercializadas, entre elas jatobá, ipê, cumaru, caxeta, tauari e pinho cuiabano.
Além da rígida legislação ambiental, a região passa por constante fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), com apoio da Força Nacional de Segurança. Mesmo assim, os industriais madeireiros que possuem plano de manejo agem dentro da legalidade.
A Vale do Juruena é a maior empresa do segmento em Cotriguaçu e trabalha com lâmina torneada e faqueada, madeira serrada e beneficiada. Além do próprio Mato Grosso, o Paraná também absorve parte da produção. Mas a empresa também chegou a importar decks e assoalhos para a China.
Atualmente, a exportação fica em torno de 5% da produção. Em outros períodos, com melhor situação cambial, a empresa chegou a exportar 30% para Japão, Estados Unidos e Holanda.
De acordo com Cláudio Antônio Branco, gerente administrativo da Vale do Juruena, a produção da lâmina torneada chega a mil metros cúbicos por mês, e, a de faqueada, em torno de 100 mil metros quadrados. Já para a madeira serrada e beneficiada, são 800 metros cúbicos mensais. Isso porque a empresa não está trabalhando “a todo vapor”, segundo Branco.
“Estamos esperando a liberação de nossos projetos de manejo florestal sustentáveis. São fatores externos que acabam influenciando os níveis de produção. Estamos com o mercado aquecido, mas com problemas nessas liberações”, explicou o gerente.
O mercado madeireiro de Cotriguaçu escoa a produção por Juína e por Alta Floresta. O frete chega a R$ 330 a tonelada de madeira, enquanto o município de Sinop, por exemplo, transporta para os mesmos destinos por até R$ 180. Ou seja, para alguns produtos, 40% do valor da carga fica comprometido com frete, além de falta mão de obra e escassez na qualificação.
A exploração comercial da madeira ainda é o principal gerador de empregos para a maioria dos municípios situados na Amazônia mato-grossense, segundo dados do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado do Mato Grosso (Sindusmad).
Em Cotriguaçu, a 970 quilômetros ao noroeste de Cuiabá, por exemplo, dos 14 mil habitantes, mais de mil pessoas são empregadas diretamente pela indústria madeireira, em empresas de médio e grande porte.
Exemplo de sustentabilidade, Cotriguaçu é rico em espécies madeireiras, São quase 30 entre as mais comercializadas, entre elas jatobá, ipê, cumaru, caxeta, tauari e pinho cuiabano.
Além da rígida legislação ambiental, a região passa por constante fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), com apoio da Força Nacional de Segurança. Mesmo assim, os industriais madeireiros que possuem plano de manejo agem dentro da legalidade.
A Vale do Juruena é a maior empresa do segmento em Cotriguaçu e trabalha com lâmina torneada e faqueada, madeira serrada e beneficiada. Além do próprio Mato Grosso, o Paraná também absorve parte da produção. Mas a empresa também chegou a importar decks e assoalhos para a China.
Atualmente, a exportação fica em torno de 5% da produção. Em outros períodos, com melhor situação cambial, a empresa chegou a exportar 30% para Japão, Estados Unidos e Holanda.
De acordo com Cláudio Antônio Branco, gerente administrativo da Vale do Juruena, a produção da lâmina torneada chega a mil metros cúbicos por mês, e, a de faqueada, em torno de 100 mil metros quadrados. Já para a madeira serrada e beneficiada, são 800 metros cúbicos mensais. Isso porque a empresa não está trabalhando “a todo vapor”, segundo Branco.
“Estamos esperando a liberação de nossos projetos de manejo florestal sustentáveis. São fatores externos que acabam influenciando os níveis de produção. Estamos com o mercado aquecido, mas com problemas nessas liberações”, explicou o gerente.
O mercado madeireiro de Cotriguaçu escoa a produção por Juína e por Alta Floresta. O frete chega a R$ 330 a tonelada de madeira, enquanto o município de Sinop, por exemplo, transporta para os mesmos destinos por até R$ 180. Ou seja, para alguns produtos, 40% do valor da carga fica comprometido com frete, além de falta mão de obra e escassez na qualificação.
Fonte: D24am
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