Voltar
Notícias
25
jul
2010
(BIOENERGIA)
ONU aposta na produção de Pinhão Manso como biocombustível
Duas organizações das Nações Unidas ligadas à agricultura apostam no potencial do cultivo da Jatropha curcas, conhecida também como Pinhão Manso, para produzir biocombustível e beneficiar os agricultores pobres.
Em um relatório publicado nesta quinta-feira (22), a Organização da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida) analisam a utilidade do Pinhão Manso, à qual definem como um "cultivo promissor".
Para estas organizações, a Jatropha curcas cresce "razoavelmente bem em zonas áridas e em solos degradados de utilidade marginal para a agricultura" e "pode ser transformada em um biodiesel menos contaminante do que o de origem fóssil a fim de oferecer às famílias rurais pobres um combustível para produzir luz e cozinhar".
"Ao contrário de outros biocombustíveis importantes, como o milho, o Pinhão Manso não é utilizado como alimento e pode ser cultivado em terras degradadas, onde não crescem plantas alimentícias", diz o relatório.
Pequenos
O texto completa: "A produção deste cultivo permitiria obter rendimentos em particular aos pequenos agricultores, aos moinhos de oleaginosas terceirizados e aos membros de plantações comunitárias ou aos trabalhadores das plantações privadas que o produzem".
Há uma ressalva, no entanto. A maior parte do Pinhão Manso cultivado na América hoje é tóxico, um risco à saúde humana e impede o uso das sementes como alimento ao gado.
Daí a necessidade de apoiar a pesquisa para obter variedades melhores e não tóxicas.
Em 2008, foi semeado na América 900 mil hectares no mundo todo, dos quais 760 mil na Ásia, 120 mil na África e 20 mil na América Latina, e estima-se que para 2015 haverá cultivos de Pinhão Manso em 12,8 milhões de hectares.
A previsão é de que o maior país produtor da Ásia será a Indonésia; na África, os principais produtores serão Gana e Madagascar, e o Brasil será o líder na América Latina.
Em um relatório publicado nesta quinta-feira (22), a Organização da ONU para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Fida) analisam a utilidade do Pinhão Manso, à qual definem como um "cultivo promissor".
Para estas organizações, a Jatropha curcas cresce "razoavelmente bem em zonas áridas e em solos degradados de utilidade marginal para a agricultura" e "pode ser transformada em um biodiesel menos contaminante do que o de origem fóssil a fim de oferecer às famílias rurais pobres um combustível para produzir luz e cozinhar".
"Ao contrário de outros biocombustíveis importantes, como o milho, o Pinhão Manso não é utilizado como alimento e pode ser cultivado em terras degradadas, onde não crescem plantas alimentícias", diz o relatório.
Pequenos
O texto completa: "A produção deste cultivo permitiria obter rendimentos em particular aos pequenos agricultores, aos moinhos de oleaginosas terceirizados e aos membros de plantações comunitárias ou aos trabalhadores das plantações privadas que o produzem".
Há uma ressalva, no entanto. A maior parte do Pinhão Manso cultivado na América hoje é tóxico, um risco à saúde humana e impede o uso das sementes como alimento ao gado.
Daí a necessidade de apoiar a pesquisa para obter variedades melhores e não tóxicas.
Em 2008, foi semeado na América 900 mil hectares no mundo todo, dos quais 760 mil na Ásia, 120 mil na África e 20 mil na América Latina, e estima-se que para 2015 haverá cultivos de Pinhão Manso em 12,8 milhões de hectares.
A previsão é de que o maior país produtor da Ásia será a Indonésia; na África, os principais produtores serão Gana e Madagascar, e o Brasil será o líder na América Latina.
Fonte: EFE
Notícias em destaque
Casal constrói casa de madeira com técnica de construção japonesa que promete durabilidade de até 100 anos
Casal experiente tomou a frente de uma construção de casa de madeira com técnica japonesa que pode garantir resistência...
(TECNOLOGIA)
Cenário global pressiona madeira e exige adaptação do setor
Guerra, mercado e diversidade: Podcast da WoodFlow destaca desafios globais e o protagonismo feminino no setor florestal
O mais recente...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Dimensão econômica e sociocultural do carvão vegetal no Mato Grosso do Sul
O carvão vegetal constitui um dos combustíveis sólidos mais tradicionais da matriz energética brasileira. Sua...
(BIOENERGIA)
Prevê-se que as vendas mundiais de máquinas para trabalhar madeira atinjam US$ 8,5 bilhões até 2035
Uma nova análise do mercado global de máquinas para trabalhar madeira prevê um crescimento anual composto de 5,1%, o que...
(MERCADO)
Safra de pinhão deve ser 30 por cento menor em 2026
Santa Catarina terá queda na produção, mas preço ao produtor deve subir
Segundo o divulgado pela Empresa de...
(GERAL)
Concurso de árvores gigantes vai escolher maior angico do Rio Grande do Sul
Espécie pode atingir até 30 metros de altura
O 18º Fórum Florestal, realizado durante a Expodireto, em...
(EVENTOS)













