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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Madeireiros denunciados à Justiça Federal.
Proprietários da madeireira Cilla Indústria e Comércio de Madeira Ltda, com filial na cidade de Novo Progresso, no oeste paraense, foram denunciados à Justiça Federal de Santarém no início da semana pelo procurador da República Felício Pontes Júnior pela prática de crime ambiental.
A empresa do casal foi flagrada, em setembro de 1999, por agentes da Polícia Federal e fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) transportando, armazenando e explorando ilegalmente cerca de 3.500 metros cúbicos de madeira de vários tipos, entre os quais cedro e mogno. O flagrante se deu no distrito de Castelo dos Sonhos, no município de Altamira, durante a "Operação Amazônia".
Na ocasião, os fiscais do Ibama lavraram cinco autos de infração contra a madeireira, o que contabilizou R$ 718.432,00 em multas. Toda madeira foi apreendida. O procurador pediu a pena máxima prevista em lei à madeireira, isto é, a suspensão total das atividades da empresa. Os proprietários também foram responsabilizados criminalmente. Pela Lei dos Crimes Ambientais (n° 9.605/1998), eles podem pegar pena de prisão de até quatro anos.
Felício Júnior sugeriu ao juiz que a madeira seja doada à Igreja Católica de Castelo dos Sonhos para que seja utilizada em projetos sociais. Cilla Indústria e Comércio de Madeira Ltda. chegou a abrir uma filial naquele distrito. Mas fechou as portas. A sua sede fica em Curitiba (PR).
Fonte: Gazeta de Santarém
A empresa do casal foi flagrada, em setembro de 1999, por agentes da Polícia Federal e fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) transportando, armazenando e explorando ilegalmente cerca de 3.500 metros cúbicos de madeira de vários tipos, entre os quais cedro e mogno. O flagrante se deu no distrito de Castelo dos Sonhos, no município de Altamira, durante a "Operação Amazônia".
Na ocasião, os fiscais do Ibama lavraram cinco autos de infração contra a madeireira, o que contabilizou R$ 718.432,00 em multas. Toda madeira foi apreendida. O procurador pediu a pena máxima prevista em lei à madeireira, isto é, a suspensão total das atividades da empresa. Os proprietários também foram responsabilizados criminalmente. Pela Lei dos Crimes Ambientais (n° 9.605/1998), eles podem pegar pena de prisão de até quatro anos.
Felício Júnior sugeriu ao juiz que a madeira seja doada à Igreja Católica de Castelo dos Sonhos para que seja utilizada em projetos sociais. Cilla Indústria e Comércio de Madeira Ltda. chegou a abrir uma filial naquele distrito. Mas fechou as portas. A sua sede fica em Curitiba (PR).
Fonte: Gazeta de Santarém
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