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Notícias
19
jul
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Madeireiras querem explorar floresta pública no Pará
A Promadeira - feira de máquinas e negócios no setor madeireiro-, mês que vem, em Sinop, vai debater também a exploração de florestas públicas de onde madeireiros podem retirar toras próprias para serem industrializadas. O assunto será debatido por especialistas e os industriais do Nortão poderão conhecer os aspectos legais, exigências e critérios que o governo federal tem estabelecido. Uma das áreas de onde pode sair muita matéria prima para ser industrializada pelas madeireiras em Sinop é a Floresta Nacional do Tapajós, ou a Flona Tapajós, no Pará, localizada no oeste do Estado, nos municípios de Belterra, Aveiro, Rurópolis e Placas, tendo seu acesso pela BR-163 (que está sendo pavimentada). O Ibama já aprovou em 2005 o plano de manejo desta área, estabelecendo as espécies de toras que podem ser extraídas.
"A lei já existe. É um processo demorado porque depende de uma série de autorizações. Mas precisamos acelerar os tramites para a exploração destas áreas públicas. Há uma tendência desta madeira paraense ser beneficiada nas indústrias madeireiras em Sinop, polo de beneficiamento de madeira, onde é feita a segunda fase da industrialização - com fabricação de forros, deck e outros produtos", explicou, ao Só Notícias, o presidente do Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte), José Eduardo Pinto.
Para Eduardo, os madeireiros de Sinop têm estrutura para montarem unidades em território paraense para extrair toras e encaminharem para industrialização nas indústrias sinopenses. "Quando a 163 estiver pavimentada, os caminhões vão (a Santarém, Pará, onde está o porto) carregados com soja e retornarão com madeira", acrescenta, apontando a viabilidade econômica.
A extração legal de madeira da Flona Tapajós iniciou recentemente. Ela é apontada como uma área rica em madeira para fins comerciais.
"A lei já existe. É um processo demorado porque depende de uma série de autorizações. Mas precisamos acelerar os tramites para a exploração destas áreas públicas. Há uma tendência desta madeira paraense ser beneficiada nas indústrias madeireiras em Sinop, polo de beneficiamento de madeira, onde é feita a segunda fase da industrialização - com fabricação de forros, deck e outros produtos", explicou, ao Só Notícias, o presidente do Sindusmad (Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte), José Eduardo Pinto.
Para Eduardo, os madeireiros de Sinop têm estrutura para montarem unidades em território paraense para extrair toras e encaminharem para industrialização nas indústrias sinopenses. "Quando a 163 estiver pavimentada, os caminhões vão (a Santarém, Pará, onde está o porto) carregados com soja e retornarão com madeira", acrescenta, apontando a viabilidade econômica.
A extração legal de madeira da Flona Tapajós iniciou recentemente. Ela é apontada como uma área rica em madeira para fins comerciais.
Fonte: Só Notícias
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