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Notícias
10
jul
2010
(INDÚSTRIA)
Embalagem verde está em alta entre as empresas
Itens de beleza e brinquedos serão embalados em plástico feito de cana.
A dois meses da inauguração da primeira fábrica do Brasil que vai produzir em larga escala plástico à base de etanol, da Braskem, empresas brasileiras se preparam para lançar comercialmente produtos com a nova matéria-prima. A fábrica da petroquímica em Triunfo, no Rio Grande do Sul, terá capacidade para produzir 200 mil toneladas do bioplástico por ano.
No setor de cosméticos, a Natura já planeja um selo para identificar que a embalagem do refil do sabonete cremoso de erva-doce, vendido a partir de outubro, será 100% de resina de cana. Apesar de existirem outros tipos de bioplásticos no mercado, como o feito à base de milho, essa é a primeira experiência da Natura com resina verde.
"Isso porque os materiais disponíveis não tinham a mesma resistência física que o plástico derivado de petróleo. E o de cana tem", diz Victor Fernandes, diretor de desenvolvimento de produtos e de embalagens da empresa. Essa similaridade entre as matérias-primas também foi o que levou a Johnson & Johnson a testar o plástico de etanol nas embalagens do filtro solar Sundown. O resultado foi considerado tão satisfatório que a empresa programou o uso do material, no verão 2011/12, em toda a linha regular de Sundown, a maior da marca.
"E, no futuro, o bioplástico pode ser utilizado também em outros produtos da Johnson & Johnson", diz Katia Reis, gerente de sustentabilidade da empresa.
A dois meses da inauguração da primeira fábrica do Brasil que vai produzir em larga escala plástico à base de etanol, da Braskem, empresas brasileiras se preparam para lançar comercialmente produtos com a nova matéria-prima. A fábrica da petroquímica em Triunfo, no Rio Grande do Sul, terá capacidade para produzir 200 mil toneladas do bioplástico por ano.
No setor de cosméticos, a Natura já planeja um selo para identificar que a embalagem do refil do sabonete cremoso de erva-doce, vendido a partir de outubro, será 100% de resina de cana. Apesar de existirem outros tipos de bioplásticos no mercado, como o feito à base de milho, essa é a primeira experiência da Natura com resina verde.
"Isso porque os materiais disponíveis não tinham a mesma resistência física que o plástico derivado de petróleo. E o de cana tem", diz Victor Fernandes, diretor de desenvolvimento de produtos e de embalagens da empresa. Essa similaridade entre as matérias-primas também foi o que levou a Johnson & Johnson a testar o plástico de etanol nas embalagens do filtro solar Sundown. O resultado foi considerado tão satisfatório que a empresa programou o uso do material, no verão 2011/12, em toda a linha regular de Sundown, a maior da marca.
"E, no futuro, o bioplástico pode ser utilizado também em outros produtos da Johnson & Johnson", diz Katia Reis, gerente de sustentabilidade da empresa.
Fonte: Folha de SP/Celulose Online
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