Voltar
Notícias
09
jul
2010
(EXPORTAÇÃO)
Empresas buscam elevar a venda de manufaturados
Criar redes de parcerias para crescer. É assim que empreendedores brasileiros querem expandir seus negócios no comércio exterior.
Este tipo de plano prevê investimentos em tecnologia e modernização de polos industriais. De acordo com o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, o objetivo é incrementar o número de empresas que comercializam no mercado internacional e ampliar a participação de grandes empresas nas negociações exteriores.
A Papirus, empresa do setor de papel e celulose, divulgou a intenção de investir R$ 25 milhões para produzir 12% mais nos próximos dois anos e aumentar o volume exportado.
"Como a demanda interna aumentou, nossa capacidade de exportar diminuiu e acabamos concentrando nossas exportações nos países mais próximos", afirmou ao Jornal DCI, Eduardo Gianini, gerente demarketing da Papirus. "Com os novos investimentos e a capacidade aumentada vamos retomar o mercado internacional”.
Para 2010 a meta da empresa é chegar a R$ 210 milhões de faturamento, recuperando parte da queda registrada no ano passado, em função da crise mundial, quando o faturamento foi de R$ 168 milhões. Em 2009, a Papirus deteve 11,5% da participação no mercado interno, a projeção é de ampliar a participação para 14%.
De acordo com Gianini, a meta é ousada, mas embasada num plano de reposicionamento e crescimento que leva em conta desde a mudança da gestão da empresa até as variações do preço do papel no mercado, que este ano deve ter seu valor acrescido em 12%, frente aos 8% perdidos no ano passado.
Segundo Teixeira, outros setores como o de couro tem condições de ampliar em 27% seus mercados até 2011. "Começamos o projeto com 47 empresas e daqui dois anos teremos 60 empresas realizando exportação de couro com valor agregado para outros países", afirmou ao acrescentar que os mercados prioritários selecionados têm como foco a União Europeia, Ásia, América do Norte e países Árabes."Fechamos um novo projeto com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), nele poderemos promover a diversificação de produtos e mercados e intensificar o marketing internacional do setor brasileiro de couro", disse Teixeira, após assinar o convênio com o presidente do CICB, Wolfgang Goerlic.
O setor de calçados também visa ampliar sua fatia no mercado internacional, e para isto o Brazilian Footwear (Programa de Promoção de Exportações de Calçados), desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil, modificou o posicionamento das empresas do setor frente ao cenário mundial.
Por meio de uma série de reuniões realizadas com representantes de empresas situadas em diversos polos produtivos brasileiros, foram analisados diversos fatores importantes do projeto e traçadas novas diretrizes. O gerente de projetos da Abicalçados, Cristiano Körbes, declarou que de agora em diante, o Brazilian Footwear irá trabalhar de forma mais concisa na consolidação de marcas próprias, com visão de longo prazo para o comércio exterior.
"Haverá um tempo mínimo para a participação em feiras internacionais, pois este é um trabalho onde a continuidade é um fator essencial. As empresas não podem participar por apenas uma edição", assinalou Körbes.
O Brasil está na moda, frisou Eduardo Muniz, da Top Brands, este é o momento propício para que as marcas brasileiras se fortaleçam no mercado externo. "Este ano, o Brasil conquistou a tarifa antidumping contra calçados chineses e, durante os cinco anos em que esta medida estará vigente, é que precisamos trabalhar fortemente na construção de marcas", apontou.
Ele também observou que as marcas que buscam a internacionalização invariavelmente conquistam maior prestígio no mercado interno também. "Ser competitivo lá fora significa, no mínimo, ser também no mercado interno. Se você faz sucesso no exterior, consequentemente faz um tremendo sucesso aqui".
Este tipo de plano prevê investimentos em tecnologia e modernização de polos industriais. De acordo com o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Alessandro Teixeira, o objetivo é incrementar o número de empresas que comercializam no mercado internacional e ampliar a participação de grandes empresas nas negociações exteriores.
A Papirus, empresa do setor de papel e celulose, divulgou a intenção de investir R$ 25 milhões para produzir 12% mais nos próximos dois anos e aumentar o volume exportado.
"Como a demanda interna aumentou, nossa capacidade de exportar diminuiu e acabamos concentrando nossas exportações nos países mais próximos", afirmou ao Jornal DCI, Eduardo Gianini, gerente demarketing da Papirus. "Com os novos investimentos e a capacidade aumentada vamos retomar o mercado internacional”.
Para 2010 a meta da empresa é chegar a R$ 210 milhões de faturamento, recuperando parte da queda registrada no ano passado, em função da crise mundial, quando o faturamento foi de R$ 168 milhões. Em 2009, a Papirus deteve 11,5% da participação no mercado interno, a projeção é de ampliar a participação para 14%.
De acordo com Gianini, a meta é ousada, mas embasada num plano de reposicionamento e crescimento que leva em conta desde a mudança da gestão da empresa até as variações do preço do papel no mercado, que este ano deve ter seu valor acrescido em 12%, frente aos 8% perdidos no ano passado.
Segundo Teixeira, outros setores como o de couro tem condições de ampliar em 27% seus mercados até 2011. "Começamos o projeto com 47 empresas e daqui dois anos teremos 60 empresas realizando exportação de couro com valor agregado para outros países", afirmou ao acrescentar que os mercados prioritários selecionados têm como foco a União Europeia, Ásia, América do Norte e países Árabes."Fechamos um novo projeto com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), nele poderemos promover a diversificação de produtos e mercados e intensificar o marketing internacional do setor brasileiro de couro", disse Teixeira, após assinar o convênio com o presidente do CICB, Wolfgang Goerlic.
O setor de calçados também visa ampliar sua fatia no mercado internacional, e para isto o Brazilian Footwear (Programa de Promoção de Exportações de Calçados), desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a Apex-Brasil, modificou o posicionamento das empresas do setor frente ao cenário mundial.
Por meio de uma série de reuniões realizadas com representantes de empresas situadas em diversos polos produtivos brasileiros, foram analisados diversos fatores importantes do projeto e traçadas novas diretrizes. O gerente de projetos da Abicalçados, Cristiano Körbes, declarou que de agora em diante, o Brazilian Footwear irá trabalhar de forma mais concisa na consolidação de marcas próprias, com visão de longo prazo para o comércio exterior.
"Haverá um tempo mínimo para a participação em feiras internacionais, pois este é um trabalho onde a continuidade é um fator essencial. As empresas não podem participar por apenas uma edição", assinalou Körbes.
O Brasil está na moda, frisou Eduardo Muniz, da Top Brands, este é o momento propício para que as marcas brasileiras se fortaleçam no mercado externo. "Este ano, o Brasil conquistou a tarifa antidumping contra calçados chineses e, durante os cinco anos em que esta medida estará vigente, é que precisamos trabalhar fortemente na construção de marcas", apontou.
Ele também observou que as marcas que buscam a internacionalização invariavelmente conquistam maior prestígio no mercado interno também. "Ser competitivo lá fora significa, no mínimo, ser também no mercado interno. Se você faz sucesso no exterior, consequentemente faz um tremendo sucesso aqui".
Fonte: Jornal DCI/Celulose Online
Notícias em destaque
Casal constrói casa de madeira com técnica de construção japonesa que promete durabilidade de até 100 anos
Casal experiente tomou a frente de uma construção de casa de madeira com técnica japonesa que pode garantir resistência...
(TECNOLOGIA)
Cenário global pressiona madeira e exige adaptação do setor
Guerra, mercado e diversidade: Podcast da WoodFlow destaca desafios globais e o protagonismo feminino no setor florestal
O mais recente...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Dimensão econômica e sociocultural do carvão vegetal no Mato Grosso do Sul
O carvão vegetal constitui um dos combustíveis sólidos mais tradicionais da matriz energética brasileira. Sua...
(BIOENERGIA)
Prevê-se que as vendas mundiais de máquinas para trabalhar madeira atinjam US$ 8,5 bilhões até 2035
Uma nova análise do mercado global de máquinas para trabalhar madeira prevê um crescimento anual composto de 5,1%, o que...
(MERCADO)
Safra de pinhão deve ser 30 por cento menor em 2026
Santa Catarina terá queda na produção, mas preço ao produtor deve subir
Segundo o divulgado pela Empresa de...
(GERAL)
Concurso de árvores gigantes vai escolher maior angico do Rio Grande do Sul
Espécie pode atingir até 30 metros de altura
O 18º Fórum Florestal, realizado durante a Expodireto, em...
(EVENTOS)













