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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Cooperativa aproveita papelão ecológico
A preocupação com a ecologia transformou-se num bom negócio e está garantindo o sustento de 300 famílias em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Graças à produção do corrupad, um substituto ecologicamente correto do isopor, a Cooperativa Paulistana de Produção de Caixas e Chapas de Papelão Ondulado (Coopercaixa) conseguiu sair da estaca zero para a produção de cerca de 40 mil toneladas de papelão ao ano, em apenas dois anos de funcionamento.
"Nenhuma outra indústria de papelão ondulado cresceu tão rápido, em volume tão grande, em prazo tão curto", empolga-se o diretor-executivo da Coopercaixa, o engenheiro mecânico Sérgio Madjarof. Mas a trajetória não foi sempre de sucesso. A Coopercaixa é uma cooperativa formada, em grande parte, por ex-funcionários da Indústria de Embalagens Paulistana, que viveu o apogeu da produtividade entre as décadas de 80 e 90, mas se viu obrigada a declarar falência em 1998, por causa de má administração.
"Um grupo de hoje cooperados já se articulava até mesmo antes da falência para não permitir que a fábrica fechasse", diz Madjarof. As negociações levaram mais de um ano até que esse grupo, já constituído como cooperativa, resolveu mudar de estratégia e entrou com pedido de arrendamento judicial do parque industrial. "Desde o fechamento da fábrica, em dezembro de 1998, só conseguimos obter o alvará de arrendamento em julho de 2001." Madjarof explica que parte dessa demora se deve à Lei de Falências. "Essa lei é inadequada e não facilita a recuperação de empresas."
Fonte: O Estado de S. Paulo – 13/05/2004
"Nenhuma outra indústria de papelão ondulado cresceu tão rápido, em volume tão grande, em prazo tão curto", empolga-se o diretor-executivo da Coopercaixa, o engenheiro mecânico Sérgio Madjarof. Mas a trajetória não foi sempre de sucesso. A Coopercaixa é uma cooperativa formada, em grande parte, por ex-funcionários da Indústria de Embalagens Paulistana, que viveu o apogeu da produtividade entre as décadas de 80 e 90, mas se viu obrigada a declarar falência em 1998, por causa de má administração.
"Um grupo de hoje cooperados já se articulava até mesmo antes da falência para não permitir que a fábrica fechasse", diz Madjarof. As negociações levaram mais de um ano até que esse grupo, já constituído como cooperativa, resolveu mudar de estratégia e entrou com pedido de arrendamento judicial do parque industrial. "Desde o fechamento da fábrica, em dezembro de 1998, só conseguimos obter o alvará de arrendamento em julho de 2001." Madjarof explica que parte dessa demora se deve à Lei de Falências. "Essa lei é inadequada e não facilita a recuperação de empresas."
Fonte: O Estado de S. Paulo – 13/05/2004
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