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Notícias
22
jun
2010
(MEIO AMBIENTE)
Demanda aquecida estimula uso de carvão vegetal
"O aquecimento do mercado interno, com reflexos na produção de aço, aumentará significativamente a siderurgia a carvão vegetal", estima David Canassa, gerente de sustentabilidade do Grupo Votorantim, que planta florestas para abastecer com carvão suas siderúrgicas de Resende e Barra Mansa (RJ). A matéria-prima vem de uma fazenda mantida pela Votorantim Siderurgia no município de Vazante, no cerrado mineiro, com 82 mil hectares - metade de eucalipto. Na localidade, 72 fornos industriais são abastecidos anualmente por 225 mil metros cúbicos de madeira.
"A perspectiva para esse ano é de expansão dos plantios, com 6 mil hectares de terceirizados e mais 1,2 mil hectares com outras parcerias", afirma Canassa. Ele lembra que a substituição de carvão mineral por vegetal é "compromisso do governo brasileiro ao anunciar metas de redução de carbono em Copenhague, em dezembro".
Novos investimentos no país contribuem para a expansão, como é o caso da unidade de produção de tubos de aço para o pré-sal, prevista para ser inaugurada este ano pela VSB (Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil), usando apenas carvão de origem vegetal. "A política de renúncia fiscal para setores importantes no consumo de aço, como automóveis, foi positiva para recuperação da siderurgia a carvão vegetal após a crise internacional", analisa Cesar Augusto dos Reis, diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (Abraf).
Em 2008, a produção dos fornos de ferro gusa no país não atingiu um terço da capacidade. No ano passado, a queda no consumo de carvão vegetal para aço foi de 33%. Agora, o quadro começa a ser revertido. "Algumas empresas estão se preparando para o aumento da demanda e, em cumprimento da nova legislação, adquirindo novas áreas agrícolas para ampliação das plantações florestais de eucaliptos", diz Reis.
"A perspectiva para esse ano é de expansão dos plantios, com 6 mil hectares de terceirizados e mais 1,2 mil hectares com outras parcerias", afirma Canassa. Ele lembra que a substituição de carvão mineral por vegetal é "compromisso do governo brasileiro ao anunciar metas de redução de carbono em Copenhague, em dezembro".
Novos investimentos no país contribuem para a expansão, como é o caso da unidade de produção de tubos de aço para o pré-sal, prevista para ser inaugurada este ano pela VSB (Vallourec & Sumitomo Tubos do Brasil), usando apenas carvão de origem vegetal. "A política de renúncia fiscal para setores importantes no consumo de aço, como automóveis, foi positiva para recuperação da siderurgia a carvão vegetal após a crise internacional", analisa Cesar Augusto dos Reis, diretor executivo da Associação Brasileira de Produtores de Florestas Plantadas (Abraf).
Em 2008, a produção dos fornos de ferro gusa no país não atingiu um terço da capacidade. No ano passado, a queda no consumo de carvão vegetal para aço foi de 33%. Agora, o quadro começa a ser revertido. "Algumas empresas estão se preparando para o aumento da demanda e, em cumprimento da nova legislação, adquirindo novas áreas agrícolas para ampliação das plantações florestais de eucaliptos", diz Reis.
Fonte: Valor Econômico
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