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Notícias
21
jun
2010
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Setor madeireiro poderia exportar U$S 1.000 milhões
O Gabinete Produtivo lançou o Conselho Setorial da Madeira como suporte institucional para potenciar esse setor e melhorar a competitividade a nível internacional.
O lançamento do Conselho Setorial da Madeira, realizado na Sala de Conferências do Ministério da Pecuária Schwedt, contou com a presença do ministro d e Pecuária, Agricultura e Pescas, Tabaré Aguerre, o Ministro da Indústria, Energia e Mineração, Roberto Kreimerman, o diretor do Escritório de Planejamento e Orçamento, Gabriel Frugoni, o diretor-geral da floresta MGAP, Carlos Mantero, o diretor-adjunto do Planejamento e Investimento mtop, Javier Silva e Nelson Ledesma representando o negócio florestal.
O ministro Tabaré Aguerre explicou que 5% da superfície nacional estão envolvidas em empreendimentos florestais. Trata-se de 870.000 hectares cujo valor de exportação hoje ascende a 500 milhões de dólares e que deverá ultrapassar os 1.000 milhões. Nesse setor trabalham 15.000 pessoas com alto grau de formação laboral e incorporou conceitos modernos como o manual de boas práticas agrícolas e os protocolos de seguridade. As cadeias que se nutrem dessas matérias-primas são a produção de celulose, madeira, resina e de energia a partir de resíduos.
Aguerre disse que o Gabinete Produtivo incorporou em 2009 o estudo do setor madeireiro identificando pontos fortes, pontos fracos e limitações, como o sistema de transporte multimodal inadequado, a escassez de mão de obra treinada, má utilização de madeira no mercado interno e o desenvolvimento de produtos de curta distância, o valor acrescentado.
Como resultado do trabalho realizado em 2009, se definiu a necessidade de aumentar a capacidade de carga nos portos e a melhoria da operativa da ferrovia, formação de recursos humanos, promoverem a construção de casas de madeira, como forma de agregar valor à produção nacional e gerar alternativas para a produção de celulose.
Nesse sentido, se busca agregar valor a produção nacional, ampliar os benefícios fiscais, articulação entre os desenhistas industriais e empresários possam iniciar um setor imobiliário com casas de madeira em todo o país. Esta indústria está crescendo e já exporta madeira para construção de casas ao Chile. Espera-se melhorar essa indústria em nosso país, que por sua vez, ajudaria na redução das emissões de carbono na atmosfera.
O Conselho Setorial da Madeira que se lançou nesta oportunidade se apresenta, então, como um apoio institucional para o relacionamento público-privado para discutir as restrições que têm a ver com a produção, logística, formação e inovação. Iniciar uma nova fase dos Gabinetes produtivos, que irão produzir um relatório sobre a aplicação das medidas tomadas até o momento, avaliar as mudanças e gerar propostas de políticas para fortalecer o setor florestal. Neste contexto, identificar e priorizar os benefícios deste setor produtivo, desenvolvendo as capacidades humanas e tecnológicas em elementos que transformam as ameaças em oportunidades.
O lançamento do Conselho Setorial da Madeira, realizado na Sala de Conferências do Ministério da Pecuária Schwedt, contou com a presença do ministro d e Pecuária, Agricultura e Pescas, Tabaré Aguerre, o Ministro da Indústria, Energia e Mineração, Roberto Kreimerman, o diretor do Escritório de Planejamento e Orçamento, Gabriel Frugoni, o diretor-geral da floresta MGAP, Carlos Mantero, o diretor-adjunto do Planejamento e Investimento mtop, Javier Silva e Nelson Ledesma representando o negócio florestal.
O ministro Tabaré Aguerre explicou que 5% da superfície nacional estão envolvidas em empreendimentos florestais. Trata-se de 870.000 hectares cujo valor de exportação hoje ascende a 500 milhões de dólares e que deverá ultrapassar os 1.000 milhões. Nesse setor trabalham 15.000 pessoas com alto grau de formação laboral e incorporou conceitos modernos como o manual de boas práticas agrícolas e os protocolos de seguridade. As cadeias que se nutrem dessas matérias-primas são a produção de celulose, madeira, resina e de energia a partir de resíduos.
Aguerre disse que o Gabinete Produtivo incorporou em 2009 o estudo do setor madeireiro identificando pontos fortes, pontos fracos e limitações, como o sistema de transporte multimodal inadequado, a escassez de mão de obra treinada, má utilização de madeira no mercado interno e o desenvolvimento de produtos de curta distância, o valor acrescentado.
Como resultado do trabalho realizado em 2009, se definiu a necessidade de aumentar a capacidade de carga nos portos e a melhoria da operativa da ferrovia, formação de recursos humanos, promoverem a construção de casas de madeira, como forma de agregar valor à produção nacional e gerar alternativas para a produção de celulose.
Nesse sentido, se busca agregar valor a produção nacional, ampliar os benefícios fiscais, articulação entre os desenhistas industriais e empresários possam iniciar um setor imobiliário com casas de madeira em todo o país. Esta indústria está crescendo e já exporta madeira para construção de casas ao Chile. Espera-se melhorar essa indústria em nosso país, que por sua vez, ajudaria na redução das emissões de carbono na atmosfera.
O Conselho Setorial da Madeira que se lançou nesta oportunidade se apresenta, então, como um apoio institucional para o relacionamento público-privado para discutir as restrições que têm a ver com a produção, logística, formação e inovação. Iniciar uma nova fase dos Gabinetes produtivos, que irão produzir um relatório sobre a aplicação das medidas tomadas até o momento, avaliar as mudanças e gerar propostas de políticas para fortalecer o setor florestal. Neste contexto, identificar e priorizar os benefícios deste setor produtivo, desenvolvendo as capacidades humanas e tecnológicas em elementos que transformam as ameaças em oportunidades.
Fonte: Faima
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