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Notícias
18
jun
2010
(CARBONO)
Floresta contribui para fixar carbono
As queimadas provocadas pelo crescente desmatamento da Amazônia tem contribuído para aumentar as emissões de dióxido de carbono no ar. Ambientalistas de todo mundo tem se manifestado contrário ao processo de ocupação da Amazônia que não prioriza a floresta sustentável e a biodiversidade.
O exemplo das florestas de madeiras duras dos Estados Unidos segue o caminho contrário. A gestão a longo prazo das suas florestas para a produção de madeira sustentável permitem uma contribuição significativa da fixação de carbono. Cada ano, durante os últimos 50 anos, as florestas de madeiras duras dos Estados Unidos armazenaram aproximadamente 110 milhões de toneladas de CO2 (excluindo todo o material talhado). Trata-se de uma quantidade capaz de compensar aproximadamente 10% das emissões anuais de caráter residencial dos Estados Unidos, ou 6% das emissões originadas pelo sistema de transporte do país.
Esta contribuição direta das florestas de madeiras duras dos Estados Unidos para a fixação de carbono não inclui o carbono fixado a longo prazo como componente nos produtos de madeira. Com vida útil de serviço que podem durar várias gerações, os móveis, assoalhos e elementos de carpintaria fabricados com madeiras duras estadounidenses atuam como armazéns de carbono adicional durante muitas décadas.
As madeiras duras dos Estados Unidos são utilizadas e reconhecidas como matéria prima sustentável em todo mundo. No Brasil seu uso tem se intensificado na produção de móveis, pisos, portas e decoração de interior. Entre as espécies mais utilizadas estão nogueira, carvalho, amieiro, bordo, cerejeira, freixo, entre outra. Para orientar seu uso e auxiliar na área técnica existe uma entidade chamada AHEC ( Conselho Estadunidense de Exportação de Madeiras Duras) que trabalha na divulgação das madeiras em diversas frentes e no mundo inteiro.
O AHEC reúne a maior parte dos produtores de madeiras duras americana, sendo um dos grandes organismos do setor de base florestal mundial que incentiva o uso da madeira na indústria do móvel. No caso de aplicações no Brasil se adaptam perfeitamente , não competem com as espécies tropicais amazônicas , possuem um forte apelo de sustentabilidade e podem contribuir para agregar valor ao produto final. Maiores informações sobre suas características e usos estão no site www.ahec-mexico.org ou pelo e-mail ahec@porthuseventos.com.br.
O exemplo das florestas de madeiras duras dos Estados Unidos segue o caminho contrário. A gestão a longo prazo das suas florestas para a produção de madeira sustentável permitem uma contribuição significativa da fixação de carbono. Cada ano, durante os últimos 50 anos, as florestas de madeiras duras dos Estados Unidos armazenaram aproximadamente 110 milhões de toneladas de CO2 (excluindo todo o material talhado). Trata-se de uma quantidade capaz de compensar aproximadamente 10% das emissões anuais de caráter residencial dos Estados Unidos, ou 6% das emissões originadas pelo sistema de transporte do país.
Esta contribuição direta das florestas de madeiras duras dos Estados Unidos para a fixação de carbono não inclui o carbono fixado a longo prazo como componente nos produtos de madeira. Com vida útil de serviço que podem durar várias gerações, os móveis, assoalhos e elementos de carpintaria fabricados com madeiras duras estadounidenses atuam como armazéns de carbono adicional durante muitas décadas.
As madeiras duras dos Estados Unidos são utilizadas e reconhecidas como matéria prima sustentável em todo mundo. No Brasil seu uso tem se intensificado na produção de móveis, pisos, portas e decoração de interior. Entre as espécies mais utilizadas estão nogueira, carvalho, amieiro, bordo, cerejeira, freixo, entre outra. Para orientar seu uso e auxiliar na área técnica existe uma entidade chamada AHEC ( Conselho Estadunidense de Exportação de Madeiras Duras) que trabalha na divulgação das madeiras em diversas frentes e no mundo inteiro.
O AHEC reúne a maior parte dos produtores de madeiras duras americana, sendo um dos grandes organismos do setor de base florestal mundial que incentiva o uso da madeira na indústria do móvel. No caso de aplicações no Brasil se adaptam perfeitamente , não competem com as espécies tropicais amazônicas , possuem um forte apelo de sustentabilidade e podem contribuir para agregar valor ao produto final. Maiores informações sobre suas características e usos estão no site www.ahec-mexico.org ou pelo e-mail ahec@porthuseventos.com.br.
Fonte: Porthus Eventos
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