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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Fundação permanente de madeira pode ser opção para construções de clima frio
Um estudo feito pelo American Wood Preservers Institute ¬ - AWPI, instituto norte-americano de preservadores de madeira, revela uma tendência no uso da fundação permanente de madeira nas construções habitacionais dos Estados Unidos. As principais regiões que utilizam o produto são as de clima temperado e frio. De acordo com o Instituto, quase 300 mil imóveis norte-americanos foram construídos com esse tipo de fundação desde 1969. Para a Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente – ABIMCI, o modelo poderia ser uma opção para as regiões mais frias do Brasil. “Assim como nos Estados Unidos, as regiões Sul e Sudeste do país poderiam aproveitar as vantagens que esse sistema apresenta para áreas de clima frio”, afirma o presidente da ABIMCI, Odelir Battistella.
Entre as vantagens em relação às fundações de concreto ou outros materiais que o estudo levantou estão a diminuição da umidade e dos odores no ambiente, além de apresentarem melhores resultados no isolamento térmico. De acordo com o AWPI, a base é um dos pontos mais importantes para a troca de calor em uma edificação, pois influencia diretamente na eficiência do aquecimento quanto da refrigeração de cada cômodo.
Para construir as fundações são utilizadas madeiras revestidas por compensado e assentadas sobre sapata de concreto ou cascalho. “Empregar madeira tratada na construção civil garante versatilidade, durabilidade e economia”, diz Battistella. Segundo o coordenador e professor do Laboratório de Madeiras e de Estruturas de Madeira – LaMEM da USP de São Carlos, Carlito Calil Junior, nos Estados Unidos onde todo o sistema de fundações e a superestrutura (paredes) são feitos em madeira, a construção fica mais barata, pois não necessita de fôrmas como o concreto precisa. Além disso, há economia na contratação da mão-de-obra, que pode ser a mesma para a fundação e a construção da casa de madeira. “Toda a madeira utilizada é tratada com garantia do fornecedor por geralmente 30 anos. Portanto, em termos de durabilidade não perde para outros materiais”, explica Calil.
Construções ecológicas
Segundo dados da ABIMCI, diferente do que se imagina, a atividade de base florestal tem contribuído para a sustentabilidade das florestas. “Em países ou regiões onde as atividades de base florestal prosperam, os índices de conversão do solo para outros usos são baixos. Além disso, cresce a percepção que o produto madeira é ambientalmente correto”, lembra o presidente da entidade.
A madeira é um produto renovável e se destaca nas formas mais modernas de análise ambiental, como na análise do ciclo de vida. O consumo energético para produção de madeira é 70 vezes menor que o consumido na produção de alumínio, 17 vezes menor que na do aço e 3 vezes menor que na produção do concreto. Outro aspecto relevante em relação ao meio ambiente é a taxa de emissão de carbono. A madeira se destaca pelo fato de ter uma emissão negativa, pois retém parte do carbono da atmosfera. O alumínio, por exemplo, emite 2.400 kg Carbono/tonelada, o tijolo 149 kg Carbono/tonelada e o concreto 46 kg Carbono /tonelada. Enquanto a madeira serrada apresenta um índice negativo de 460 kg Carbono/tonelada.
Fonte: INTERACT Comunicação Empresarial – 11/05/2004 Juliane Ferreira MTb 04881/ DRT PR Cel.: (41) 9997.2971 juliane@interactcomunicacao.com.br
Entre as vantagens em relação às fundações de concreto ou outros materiais que o estudo levantou estão a diminuição da umidade e dos odores no ambiente, além de apresentarem melhores resultados no isolamento térmico. De acordo com o AWPI, a base é um dos pontos mais importantes para a troca de calor em uma edificação, pois influencia diretamente na eficiência do aquecimento quanto da refrigeração de cada cômodo.
Para construir as fundações são utilizadas madeiras revestidas por compensado e assentadas sobre sapata de concreto ou cascalho. “Empregar madeira tratada na construção civil garante versatilidade, durabilidade e economia”, diz Battistella. Segundo o coordenador e professor do Laboratório de Madeiras e de Estruturas de Madeira – LaMEM da USP de São Carlos, Carlito Calil Junior, nos Estados Unidos onde todo o sistema de fundações e a superestrutura (paredes) são feitos em madeira, a construção fica mais barata, pois não necessita de fôrmas como o concreto precisa. Além disso, há economia na contratação da mão-de-obra, que pode ser a mesma para a fundação e a construção da casa de madeira. “Toda a madeira utilizada é tratada com garantia do fornecedor por geralmente 30 anos. Portanto, em termos de durabilidade não perde para outros materiais”, explica Calil.
Construções ecológicas
Segundo dados da ABIMCI, diferente do que se imagina, a atividade de base florestal tem contribuído para a sustentabilidade das florestas. “Em países ou regiões onde as atividades de base florestal prosperam, os índices de conversão do solo para outros usos são baixos. Além disso, cresce a percepção que o produto madeira é ambientalmente correto”, lembra o presidente da entidade.
A madeira é um produto renovável e se destaca nas formas mais modernas de análise ambiental, como na análise do ciclo de vida. O consumo energético para produção de madeira é 70 vezes menor que o consumido na produção de alumínio, 17 vezes menor que na do aço e 3 vezes menor que na produção do concreto. Outro aspecto relevante em relação ao meio ambiente é a taxa de emissão de carbono. A madeira se destaca pelo fato de ter uma emissão negativa, pois retém parte do carbono da atmosfera. O alumínio, por exemplo, emite 2.400 kg Carbono/tonelada, o tijolo 149 kg Carbono/tonelada e o concreto 46 kg Carbono /tonelada. Enquanto a madeira serrada apresenta um índice negativo de 460 kg Carbono/tonelada.
Fonte: INTERACT Comunicação Empresarial – 11/05/2004 Juliane Ferreira MTb 04881/ DRT PR Cel.: (41) 9997.2971 juliane@interactcomunicacao.com.br
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