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Notícias
13
jun
2010
(MADEIRA E PRODUTOS)
Estudo aponta que o setor madeireiro paraense continua rentável
A perda de expressividade a partir de 2005, apontada principalmente nos números da exportação, não reflete a realidade do setor madeireiro paraense, que continua rentável, e apresenta avanços de maneira silenciosa. As madeireiras do Estado extraíram em 2009 mais de 6,5 milhões de metros cúbicos de madeira em tora nativa - o equivalente a 1,6 milhões de árvores. O montante arrecadado no Pará a partir da atividade extrativista foi de R$ 2,1 bilhões - volume que corresponde a quase metade da receita bruta estimada da indústria madeireira em 2009, que foi de aproximadamente R$ 4,94 bilhões. Estes números fazem parte do relatório "A atividade madeireira na Amazônia brasileira: produção, receita e mercados" divulgado hoje pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), órgão do Ministério do Meio Ambiente, e pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia - Imazon.
O relatório mostra que o Pará é o principal responsável pela atividade madeireira dentre os oito estados que compõem a Amazônia Legal, detendo 46% de toda matéria-prima extraída. O Mato Grosso apresentou o segundo maior índice consumo de toras, correspondendo a 28% do total, assim como Rondônia aparece em terceiro no mesmo ranking, representando 16% do volume consumido.
A produção processada do Estado foi de 2,5 milhões de metros cúbicos de tora, ou seja, um milhão a mais que o Mato Grosso que processou 1,7 milhões de metros cúbicos. Sozinho, o Pará produziu praticamente a metade do volume processado na Amazônia Legal, que foi 5,8 milhões de metros cúbicos de madeira. Com isso, a atividade gerou ao todo 203.701 empregos diretos e indiretos em toda a região - sendo que 92.423 foram dentro das fronteiras paraenses. Pelo menos mil empresas foram responsáveis pela geração destes empregos.
O estudo mostra que, em média, cada emprego direto gerou 2,06 postos de trabalho indiretos, na própria Amazônia. As vagas indiretas favoreceram os trabalhadores do segmento de transporte de madeira processada, revenda de madeira processada, lojas de equipamentos e maquinário para o setor madeireiro.
O relatório mostra que o Pará é o principal responsável pela atividade madeireira dentre os oito estados que compõem a Amazônia Legal, detendo 46% de toda matéria-prima extraída. O Mato Grosso apresentou o segundo maior índice consumo de toras, correspondendo a 28% do total, assim como Rondônia aparece em terceiro no mesmo ranking, representando 16% do volume consumido.
A produção processada do Estado foi de 2,5 milhões de metros cúbicos de tora, ou seja, um milhão a mais que o Mato Grosso que processou 1,7 milhões de metros cúbicos. Sozinho, o Pará produziu praticamente a metade do volume processado na Amazônia Legal, que foi 5,8 milhões de metros cúbicos de madeira. Com isso, a atividade gerou ao todo 203.701 empregos diretos e indiretos em toda a região - sendo que 92.423 foram dentro das fronteiras paraenses. Pelo menos mil empresas foram responsáveis pela geração destes empregos.
O estudo mostra que, em média, cada emprego direto gerou 2,06 postos de trabalho indiretos, na própria Amazônia. As vagas indiretas favoreceram os trabalhadores do segmento de transporte de madeira processada, revenda de madeira processada, lojas de equipamentos e maquinário para o setor madeireiro.
Fonte: O Liberal
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