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Notícias
12
jun
2010
(IBAMA)
Ações do Ibama ajudam a reduzir o carvão ilegal no Pantanal
Quando, em 2007, técnicos do Ibama/MS constataram, por meio do Sistema DOF (Documento de Origem Florestal) a enorme produção de carvão no Mato Grosso do Sul, que repentinamente chegou a 4,5 milhões de metros cúbicos naquele ano, a fiscalização do Ibama traçou uma estratégia intensiva de combate ao crime ambiental. Nos últimos quatro anos, a fiscalização do Ibama foi intensiva no Mato Grosso do Sul de forma que, em 2009, a produção de carvão no estado baixou para 1,123 milhões de metros cúbicos, uma queda drástica nessa produção.
O superintendente do Ibama/MS, David Lourenço, acredita que esses números são ainda menores em 2009/2010. O chefe da Divisão de Proteção Ambiental, Luiz Benatti, considera que a fiscalização intensiva do Ibama/MS no setor siderúrgico-carvoeiro, “o maior indutor dos desmatamentos ocorridos no estado”, iniciada no final de 2007 com a Operação Rastro Negro, realizada em conjunto com a Polícia Federal, levou ao conhecimento de que o carvão produzido em Mato Grosso do Sul também estava sendo exportado para abastecer o polo siderúrgico de Minas Gerais. “Esse estudo foi realizado por técnicos do Ibama/MS, que rastrearam a cadeira produtiva do carvão”, informa.
A operação resultou em multas milionárias para os setores carvoeiro e siderúrgico. Foram R$ 133 milhões em multas só ao setor siderúrgico de Mato Grosso do Sul, além do fechamento de inúmeras carvoarias clandestinas em todo o estado, especialmente no Pantanal. A partir daquela operação, o Ibama/MG também entrou no circuito e multou as indústrias instaladas naquele Estado em mais R$ 450 milhões pela importação ilegal de carvão.
Depois de 2007, foram realizadas inúmeras operações de fiscalização para reduzir os desmatamentos tanto no bioma pantanal como no cerrado (planalto) do MS. Dentre elas, a Madeira Legal I e II, e a Corcel Negro, realizada em março deste ano, que resultou em mais R$ 1,8 milhão em multas para carvoarias e transporte ilegal de carvão no estado.
“A fiscalização do Ibama é contínua nesse setor”, afirma David Lourenço, que considera estratégico o trabalho do Ibama no estado. Ele ressalta ainda o estudo do Ibama divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente nesta semana, que constata o Pantanal como um dos biomas mais preservados do país, com cobertura vegetal ainda original de 83%.
O superintendente alega que os números do monitoramento do bioma pantanal são de 2002 até 2008, e que a direção do Ibama em Brasília já sinalizou que as operações de combate ao desmatamento nessa região serão intensificadas. Estão previstas 10 operações de fiscalização até o final do ano.
Para David, outra ação fundamental do Ibama/MS é a instalação do Programa do Prevfogo no estado, que começou a funcionar no ano passado. As brigadas, que neste ano foram treinadas e capacitadas para atuarem em todo o Pantanal, são outro passo significativo de proteção e defesa do bioma. Estão instaladas brigadas de combate a incêndios florestais em Corumbá, Miranda, Aquidauana, Porto Murtinho e Jateí, cobrindo não só o bioma pantanal, mas áreas próximas a Unidades de Conservação, como o Parque Estadual das Várzeas de Ivinhema e Parque Federal da Serra da Bodoquena.
“O monitoramento do bioma Pantanal apenas começou com a divulgação desses dados”, disse o superintendente. Segundo ele, os dados servirão de base para o planejamento das ações de fiscalização e combate ao desmatamento do bioma Pantanal e do cerrado do Mato Grosso do Sul.
O superintendente do Ibama/MS, David Lourenço, acredita que esses números são ainda menores em 2009/2010. O chefe da Divisão de Proteção Ambiental, Luiz Benatti, considera que a fiscalização intensiva do Ibama/MS no setor siderúrgico-carvoeiro, “o maior indutor dos desmatamentos ocorridos no estado”, iniciada no final de 2007 com a Operação Rastro Negro, realizada em conjunto com a Polícia Federal, levou ao conhecimento de que o carvão produzido em Mato Grosso do Sul também estava sendo exportado para abastecer o polo siderúrgico de Minas Gerais. “Esse estudo foi realizado por técnicos do Ibama/MS, que rastrearam a cadeira produtiva do carvão”, informa.
A operação resultou em multas milionárias para os setores carvoeiro e siderúrgico. Foram R$ 133 milhões em multas só ao setor siderúrgico de Mato Grosso do Sul, além do fechamento de inúmeras carvoarias clandestinas em todo o estado, especialmente no Pantanal. A partir daquela operação, o Ibama/MG também entrou no circuito e multou as indústrias instaladas naquele Estado em mais R$ 450 milhões pela importação ilegal de carvão.
Depois de 2007, foram realizadas inúmeras operações de fiscalização para reduzir os desmatamentos tanto no bioma pantanal como no cerrado (planalto) do MS. Dentre elas, a Madeira Legal I e II, e a Corcel Negro, realizada em março deste ano, que resultou em mais R$ 1,8 milhão em multas para carvoarias e transporte ilegal de carvão no estado.
“A fiscalização do Ibama é contínua nesse setor”, afirma David Lourenço, que considera estratégico o trabalho do Ibama no estado. Ele ressalta ainda o estudo do Ibama divulgado pelo Ministério do Meio Ambiente nesta semana, que constata o Pantanal como um dos biomas mais preservados do país, com cobertura vegetal ainda original de 83%.
O superintendente alega que os números do monitoramento do bioma pantanal são de 2002 até 2008, e que a direção do Ibama em Brasília já sinalizou que as operações de combate ao desmatamento nessa região serão intensificadas. Estão previstas 10 operações de fiscalização até o final do ano.
Para David, outra ação fundamental do Ibama/MS é a instalação do Programa do Prevfogo no estado, que começou a funcionar no ano passado. As brigadas, que neste ano foram treinadas e capacitadas para atuarem em todo o Pantanal, são outro passo significativo de proteção e defesa do bioma. Estão instaladas brigadas de combate a incêndios florestais em Corumbá, Miranda, Aquidauana, Porto Murtinho e Jateí, cobrindo não só o bioma pantanal, mas áreas próximas a Unidades de Conservação, como o Parque Estadual das Várzeas de Ivinhema e Parque Federal da Serra da Bodoquena.
“O monitoramento do bioma Pantanal apenas começou com a divulgação desses dados”, disse o superintendente. Segundo ele, os dados servirão de base para o planejamento das ações de fiscalização e combate ao desmatamento do bioma Pantanal e do cerrado do Mato Grosso do Sul.
Fonte: Envolverde/Ibama
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