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Notícias
07
jun
2010
(QUEIMADAS)
Queimadas podem anular ganhos de Redd na Amazônia
O número de queimadas na Floresta Amazônica aumentou em 59% nas áreas com baixos índices de desmatamento - e estes incêndios podem ameaçar a redução de emissões obtida por projetos de preservação conhecidos como Redd (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação).
As conclusões são de um estudo da universidade britânica de Exeter que cruzou dados de desmatamento com os de queimadas detectados por satélite.
Em artigo publicado na edição desta sexta-feira da revista Science, os estudiosos destacam que as técnicas tradicionalmente usadas na agricultura amazônica são as grandes culpadas, já que provocam queimadas em ciclos de três a cinco anos.
Como as emissões de gás carbônico resultantes do espalhamento destes incêndios a porções de floresta ao redor e às margens da mata, além da destruição de áreas em recuperação, não são levadas em conta nos sistemas de monitoramento do governo federal, os pesquisadores afirmam que os ganhos com projetos Redd podem estar sendo anulados.
A conclusão do estudo é que o uso de queimadas na agricultura precisa ser administrado de maneira sustentável para que programas de Redd possam ter o efeito desejado sobre a redução de emissões da região.
"Mudanças na frequência das queimadas podem ameaçar os benefícios conquistados pelo Redd, já que as tendências de incêndios são opostas às tendências de desmatamento", disse o cientista ambiental Luiz Aragão, da universidade de Exeter.
"No entanto, apesar da importância fundamental do mecanismo de Redd das Nações Unidas para a região amazônica, as queimadas atualmente são negligenciadas no arcabouço da ONU”.
A recomendação de Aragão é um combate cerrado às queimadas, com financiamentos para equipamentos, treinamento e campanhas de informação para os agricultores amazônicos.
As conclusões são de um estudo da universidade britânica de Exeter que cruzou dados de desmatamento com os de queimadas detectados por satélite.
Em artigo publicado na edição desta sexta-feira da revista Science, os estudiosos destacam que as técnicas tradicionalmente usadas na agricultura amazônica são as grandes culpadas, já que provocam queimadas em ciclos de três a cinco anos.
Como as emissões de gás carbônico resultantes do espalhamento destes incêndios a porções de floresta ao redor e às margens da mata, além da destruição de áreas em recuperação, não são levadas em conta nos sistemas de monitoramento do governo federal, os pesquisadores afirmam que os ganhos com projetos Redd podem estar sendo anulados.
A conclusão do estudo é que o uso de queimadas na agricultura precisa ser administrado de maneira sustentável para que programas de Redd possam ter o efeito desejado sobre a redução de emissões da região.
"Mudanças na frequência das queimadas podem ameaçar os benefícios conquistados pelo Redd, já que as tendências de incêndios são opostas às tendências de desmatamento", disse o cientista ambiental Luiz Aragão, da universidade de Exeter.
"No entanto, apesar da importância fundamental do mecanismo de Redd das Nações Unidas para a região amazônica, as queimadas atualmente são negligenciadas no arcabouço da ONU”.
A recomendação de Aragão é um combate cerrado às queimadas, com financiamentos para equipamentos, treinamento e campanhas de informação para os agricultores amazônicos.
Fonte: British Broadcasting Corporation
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