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Notícias
06
jun
2010
(REFLORESTAMENTO)
Sema garante que há lucro com o reflorestamento no Pará
O Secretário de Estado de Meio Ambiente, Aníbal Picanço durante palestras em duas instituições de ensino superior, o Cesupa (Centro Universitário do Pará) e a Faci (Faculdade Ideal) que "o Pará pode produzir com lucratividade sem derrubar mais nenhuma árvore".
A afirmativa do secretário é baseada no programa de reflorestamento Um Bilhão de Árvores para a Amazônia, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) para incentivar pequenos, médios e grandes produtores do estado a reflorestarem áreas degradadas com a garantia de implantação e expansão de atividades econômicas sustentáveis em suas propriedades.
Quem tem Reserva Legal, conforme prevê o código florestal brasileiro, pode plantar espécies exóticas, a exemplo do eucalipto, apenas como pioneiras.
Entretanto, no prazo de 30 anos, o proprietário deverá ter, obrigatoriamente, toda sua plantação somente com nativas.
Durante as palestras, o titular da Sema reiterou que a meta da Secretaria e parceiros é alcançar o reflorestamento de um milhão de hectares de áreas degradadas no estado até 2013, com potencial de expansão para pelo menos oito milhões de hectares de cobertura vegetal desmatada ilegalmente.
Segundo Picanço, o Pará não precisaria derrubar mais nenhuma árvore, porque o que já está degradado é suficiente para haver todo tipo de produção, mas para isso se tornar realidade, é preciso que o Estado forneça políticas públicas. "É o que estamos fazendo por meio do Cadastro Ambiental (CAR), com a regularização fundiária, com o Plano de Prevenção, Controle e Alternativas ao Desmatamento (PPCAD), com o Zoneamento Ecológico-Econômico", disse.
Ao término das palestras, as instituições assinaram um termo de adesão com a Sema pelo Programa Um Bilhão de Árvores para Amazônia, em que se comprometem a divulgar o programa no site da instituição; participar de atividades envolvendo a comunidade acadêmica para apoiar tecnicamente e divulgar o programa; entre outros itens pré-acordados com a Secretaria.
A afirmativa do secretário é baseada no programa de reflorestamento Um Bilhão de Árvores para a Amazônia, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) para incentivar pequenos, médios e grandes produtores do estado a reflorestarem áreas degradadas com a garantia de implantação e expansão de atividades econômicas sustentáveis em suas propriedades.
Quem tem Reserva Legal, conforme prevê o código florestal brasileiro, pode plantar espécies exóticas, a exemplo do eucalipto, apenas como pioneiras.
Entretanto, no prazo de 30 anos, o proprietário deverá ter, obrigatoriamente, toda sua plantação somente com nativas.
Durante as palestras, o titular da Sema reiterou que a meta da Secretaria e parceiros é alcançar o reflorestamento de um milhão de hectares de áreas degradadas no estado até 2013, com potencial de expansão para pelo menos oito milhões de hectares de cobertura vegetal desmatada ilegalmente.
Segundo Picanço, o Pará não precisaria derrubar mais nenhuma árvore, porque o que já está degradado é suficiente para haver todo tipo de produção, mas para isso se tornar realidade, é preciso que o Estado forneça políticas públicas. "É o que estamos fazendo por meio do Cadastro Ambiental (CAR), com a regularização fundiária, com o Plano de Prevenção, Controle e Alternativas ao Desmatamento (PPCAD), com o Zoneamento Ecológico-Econômico", disse.
Ao término das palestras, as instituições assinaram um termo de adesão com a Sema pelo Programa Um Bilhão de Árvores para Amazônia, em que se comprometem a divulgar o programa no site da instituição; participar de atividades envolvendo a comunidade acadêmica para apoiar tecnicamente e divulgar o programa; entre outros itens pré-acordados com a Secretaria.
Fonte: Agência Pará
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