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Notícias
05
jun
2010
(MANEJO)
Com falso plano de manejo, empresa viabilizava corte ilegal de madeira no PA
Mais de 26 mil metros cúbicos de madeira foram comercializados. Multa para envolvidos foi de R$ 17,6 mi e 18 empresas serão investigadas.
Fiscais do Ibama embargaram nesta terça-feira (1º) um falso Plano de Manejo Florestal Sustentável no Pará, a cerca de 70 quilômetros da cidade de Anapu.
A empresa tinha autorização para extrair mais de 62,5 mil metros cúbicos de madeira de maneira legal, mas usou a permissão para encobrir o desmatamento irregular de outros empreendimentos.
A propriedade vistoriada pelo órgão tem 2,9 mil hectares e 2,8 quilômetros de estradas abertas, além de alguns barracões. As árvores da floresta na região permanecem em pé, mas os proprietários usavam o plano como fachada e emitiam guias florestais para outras empresas, que funcionam ilegalmente.
No total, o Ibama identificou 18 serrarias e madeireiras paraenses envolvidas no esquema. Usando o falso plano de manejo, elas vendiam a madeira como se ela tivesse origem legal, por meio do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). A quantidade total envolvida nos cadastros soma mais de 26 mil metros cúbicos de madeira.
Segundo o chefe da Divisão Técnica do Ibama, Dennys Pereira, o dano ao meio ambiente é duplo quando um plano de manejo é usado para encobrir desmatamento ilegal de outras empresas. Isso ocorre, de acordo com ele, porque os infratores descartam uma medida legal para explorar a floresta de maneira sustentável e preferem o corte irregular.
O Ibama multou os envolvidos na fraude em R$ 17,6 milhões e também apreenderam um trator na propriedade. As 18 empresas envolvidas no esquema também serão investigadas, segundo o órgão.
Fiscais do Ibama embargaram nesta terça-feira (1º) um falso Plano de Manejo Florestal Sustentável no Pará, a cerca de 70 quilômetros da cidade de Anapu.
A empresa tinha autorização para extrair mais de 62,5 mil metros cúbicos de madeira de maneira legal, mas usou a permissão para encobrir o desmatamento irregular de outros empreendimentos.
A propriedade vistoriada pelo órgão tem 2,9 mil hectares e 2,8 quilômetros de estradas abertas, além de alguns barracões. As árvores da floresta na região permanecem em pé, mas os proprietários usavam o plano como fachada e emitiam guias florestais para outras empresas, que funcionam ilegalmente.
No total, o Ibama identificou 18 serrarias e madeireiras paraenses envolvidas no esquema. Usando o falso plano de manejo, elas vendiam a madeira como se ela tivesse origem legal, por meio do Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora). A quantidade total envolvida nos cadastros soma mais de 26 mil metros cúbicos de madeira.
Segundo o chefe da Divisão Técnica do Ibama, Dennys Pereira, o dano ao meio ambiente é duplo quando um plano de manejo é usado para encobrir desmatamento ilegal de outras empresas. Isso ocorre, de acordo com ele, porque os infratores descartam uma medida legal para explorar a floresta de maneira sustentável e preferem o corte irregular.
O Ibama multou os envolvidos na fraude em R$ 17,6 milhões e também apreenderam um trator na propriedade. As 18 empresas envolvidas no esquema também serão investigadas, segundo o órgão.
Fonte: Globo Amazônia
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