Voltar
Notícias
04
jun
2010
()
Salão de madeira e móveis deve gerar cerca de R$ 2,5 milhões
Marcado para os dias 9, 10 e 11 de junho na capital federal, o I Salão de Negócios de Madeira e Móveis do Centro-Oeste (Mademóvel) deverá movimentar R$ 2,5 milhões em volume de negócios. A estimativa foi feita pelo diretor do Sebrae no Distrito Federal, Rodrigo de Oliveira Sá, ao destacar que a idéia é projetar o setor e a produção local por meio desse salão.
"O Mademóvel é o exemplo da mobilização dessas instituições para mostrar ao País o potencial de produção em série do segmento e, com isso, espantar a ideia vigente da atividade artesanal, sob encomenda", afirma o diretor do Sebrae no Distrito Federal, Rodrigo de Oliveira Sá. O evento que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães vai reunir representantes do setor e do Sebrae Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Atualmente, o Brasil possui 17 mil empresas moveleiras, representando a nona força de trabalho nacional. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Móveis (Abimóvel), José Luiz Diaz Fernandez, 237 mil empregos diretos vêm do setor. "Brasília possui um mercado altamente consumidor, mas os compradores ainda não sabem que os produtores locais de móveis têm excelente potencial para vender a mercadoria em série", explicou.
De acordo com o gerente da Unidade de Atendimento Coletivo da Indústria do Sebrae no Distrito Federal, Aluízio Carlos Vilela, mais de 90% dos móveis comprados no DF vêm de outras regiões. Sendo que, desse montante, cerca de 60% são provenientes do sul do País. "Para tornar as empresas do Centro-Oeste mais competitivas nesse mercado, elas precisam produzir em série, reduzindo assim os custos e aumentando a demanda por mão de obra", complementa Aluízio.
"No DF, sete mil empregos diretos são gerados pela indústria moveleira", disse o presidente do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do Distrito Federal (Sindimam), José Maria de Jesus. O Sindimam tem hoje 73 empresas filiadas, no entanto, calcula-se que existam mais de 340 indústrias locais.
O gerente de mercado do Banco do Brasil (BB), Luismar Vieira Machado, informou que a instituição tem interesse em investir nas micro e pequenas empresas do segmento. Por isso, o BB oferece várias linhas de crédito, em especial, o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO Empresarial), criado para os profissionais que se dedicam à atividade produtiva em diversos segmentos. A Caixa Econômica afirmou, também, por meio de seu representante, o gerente Geraldo Mesquita, que vai disponibilizar consultores para auxiliar os empreendedores durante os três dias do Salão.
"O Mademóvel é o exemplo da mobilização dessas instituições para mostrar ao País o potencial de produção em série do segmento e, com isso, espantar a ideia vigente da atividade artesanal, sob encomenda", afirma o diretor do Sebrae no Distrito Federal, Rodrigo de Oliveira Sá. O evento que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães vai reunir representantes do setor e do Sebrae Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Atualmente, o Brasil possui 17 mil empresas moveleiras, representando a nona força de trabalho nacional. Segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Móveis (Abimóvel), José Luiz Diaz Fernandez, 237 mil empregos diretos vêm do setor. "Brasília possui um mercado altamente consumidor, mas os compradores ainda não sabem que os produtores locais de móveis têm excelente potencial para vender a mercadoria em série", explicou.
De acordo com o gerente da Unidade de Atendimento Coletivo da Indústria do Sebrae no Distrito Federal, Aluízio Carlos Vilela, mais de 90% dos móveis comprados no DF vêm de outras regiões. Sendo que, desse montante, cerca de 60% são provenientes do sul do País. "Para tornar as empresas do Centro-Oeste mais competitivas nesse mercado, elas precisam produzir em série, reduzindo assim os custos e aumentando a demanda por mão de obra", complementa Aluízio.
"No DF, sete mil empregos diretos são gerados pela indústria moveleira", disse o presidente do Sindicato das Indústrias da Madeira e do Mobiliário do Distrito Federal (Sindimam), José Maria de Jesus. O Sindimam tem hoje 73 empresas filiadas, no entanto, calcula-se que existam mais de 340 indústrias locais.
O gerente de mercado do Banco do Brasil (BB), Luismar Vieira Machado, informou que a instituição tem interesse em investir nas micro e pequenas empresas do segmento. Por isso, o BB oferece várias linhas de crédito, em especial, o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO Empresarial), criado para os profissionais que se dedicam à atividade produtiva em diversos segmentos. A Caixa Econômica afirmou, também, por meio de seu representante, o gerente Geraldo Mesquita, que vai disponibilizar consultores para auxiliar os empreendedores durante os três dias do Salão.
Fonte: Agência Sebrae
Notícias em destaque
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)
Árvore, pasto e renda: eucalipto ganha espaço e fortalece a pecuária em AL
Produção de eucalipto em Alagoas saltou de pouco mais de 2 mil hectares para 27.296 hectares em uma década, aponta estudo da...
(SILVICULTURA)
Caixas de armazenamento de pellets: mais autonomia para fogões a pellets neste inverno
Cada vez mais lares contam com fogões a pellets para obter um calor limpo e constante - mas muita gente ainda precisa arrastar sacos...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth destaca o papel da madeira na redução das emissões da construção civil
Um maior uso de madeira de origem sustentável pode ajudar a reposicionar o setor da construção civil, transformando-o de um...
(MADEIRA E PRODUTOS)














