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Notícias
29
mai
2010
(CARBONO)
Emissões globais de CO2 devem crescer 43% até 2035
As emissões globais de dióxido de carbono devem aumentar 43% até 2035 se o padrão atual de uso energético se perpetuar e nenhum controle for exercido, concluiu a Administração da Informação Energética (EIA, em inglês) dos Estados Unidos em seu ‘Panorama Energético Internacional 2010’.
Este crescimento, de 30 bilhões de toneladas em 2007 para 42 bilhões em 2035, será impulsionado pelo aumento em 49% do consumo energético, sendo que 80% da demanda mundial será preenchida por combustíveis fósseis, se nada for feito para modificar este caminho.
Porém, no cenário abordado pela EIA, as fontes renováveis de energia terão uma fatia crescente de 111% no uso total de energia entre 2007 e 2035.
O uso do carvão também aumentará em 56%, com Índia e China sendo responsáveis por 85% desta expansão e o consumo de gás natural deve crescer 44%.
Após anos de idas e vindas na questão nuclear, o relatório prevê um aumento de 74% na geração deste tipo de energia.
O relatório ressalta a urgência de se implantar projetos de geração energética de baixo carbono nos países em desenvolvimento, onde estará grande parte do crescimento no uso de fontes fósseis e conseqüentemente onde as emissões de gases do efeito estufa aumentarão mais proeminentemente.
Este crescimento, de 30 bilhões de toneladas em 2007 para 42 bilhões em 2035, será impulsionado pelo aumento em 49% do consumo energético, sendo que 80% da demanda mundial será preenchida por combustíveis fósseis, se nada for feito para modificar este caminho.
Porém, no cenário abordado pela EIA, as fontes renováveis de energia terão uma fatia crescente de 111% no uso total de energia entre 2007 e 2035.
O uso do carvão também aumentará em 56%, com Índia e China sendo responsáveis por 85% desta expansão e o consumo de gás natural deve crescer 44%.
Após anos de idas e vindas na questão nuclear, o relatório prevê um aumento de 74% na geração deste tipo de energia.
O relatório ressalta a urgência de se implantar projetos de geração energética de baixo carbono nos países em desenvolvimento, onde estará grande parte do crescimento no uso de fontes fósseis e conseqüentemente onde as emissões de gases do efeito estufa aumentarão mais proeminentemente.
Fonte: Carbono Brasil/EIA
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