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Notícias
25
mai
2010
(MEIO AMBIENTE)
Árvores, pastagem e gado: consórcio que tem apresentado bons resultados
O Sistema Silvipastoril, que significa a integração de árvores com pastagens, é uma prática que tem oferecido diversas vantagens para os animais no campo. Nesse sentido, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), órgão vinculado à Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca do Espírito Santo (Seag), está implantado cinco Unidades Demonstrativas da técnica em regiões estratégicas do Estado, com o intuito de servir de referência tecnológica para os agricultores capixabas.
Para a implantação das Unidades Demonstrativas, o Incaper, em parceria com Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), por meio do Projeto Corredores Ecológicos, está realizando cursos de capacitação para agricultores interessados em adotar a prática. Já foram realizados cinco treinamentos, sendo que o próximo atenderá a região do Caparaó, terminando no dia 21 de maio de 2010, em Ibitirama.
Unidades demonstrativas
As Unidades Demonstrativas serão implantadas nos municípios de Vila Pavão, Itaguaçu, Linhares, Ibitirama e Afonso Cláudio. O objetivo é promover o sistema silvipastoril no Estado, já que tem apresentado efeitos benéficos nos processos de adubação, fertilidade e na melhoria do terreno das pastagens.
"Com a arborização das pastagens, os animais encontram a proteção contra o excesso de insolação, chuva e vento, proporcionando maior conforto ao rebanho, o que irá refletir na melhoria da produção do animal. Além disso, as árvores contribuírem para manutenção da umidade, por favorecerem para a infiltração da água no solo, e as folhas e galhos que caem auxiliam no processo de adubação do solo", explicou a coordenadora do Projeto Corredores Ecológicos do Incaper, Maria da Penha Padovan.
Segundo ela, os resíduos do gado contribuem para o desenvolvimento das árvores e estas, por sua vez, contribuem para o conforto animal e para a melhoria das condições do solo e da pastagem.
"A adoção do sistema silvipastoril é uma forma de diversificação e de agregação de valor à atividade da pecuária, de modo que o agricultor pode associar o setor agrícola com o pastoril em uma mesma área", comentou o engenheiro agrônomo do Incaper, Jurandir Melado.
Os interessados em participar do curso, ou mesmo adotar o sistema silvipastoril na propriedade podem procurar o técnico responsável pelo escritório local no seu município. Mais informações pelo telefone (27) 3137-9849.
Outras vantagens do consórcio: diversificação da produção: energia, alimentos, forragem, material de construção, etc; favorecimento da reciclagem de nutrientes e, consequentemente, da sustentabilidade do sistema; melhoria da estrutura do solo e sua conservação; melhor equilíbrio ecológico, resultante da biodiversidade, o que favorece o controle biológico das pragas do pasto e do gado; menor proliferação de plantas invasoras e, consequentemente, redução dos custos para o seu controle.
Além de proporcionar a produção de cobertura morta, minimizando a evaporação de água do solo e aumentando o seu teor de matéria orgânica, além dos efeitos benéficos da pastagem sobre a melhoria da infiltração de água no solo; maior diversidade biológica e a possibilidade de fixação biológica de nitrogênio atmosférico, por meio de bactérias do gênero Rhizobium e (ou) da utilização de nutrientes antes indisponíveis, por meio de micorrizas; e, permitir que as árvores se constituam em uma reserva de capital, passível de utilização quando necessário.
Árvores mais adptadas
As espécies de árvores mais indicadas para integrar o sistema silvipastoril são as frutíferas, como manga, jaca, caju, jamelão, cajá, etc. Geralmente, a melhor opção são as frutas que proporcionam boa sombra e sejam adaptadas à região. Também merecem destaque as leguminosas, como gliricídia, ingá, acácias, chuva de ouro; além das espécies da Mata Atlântica características de cada região, bem como pinus, eucalipto, Neen (Nin indiano), entre outras.
Para a implantação das Unidades Demonstrativas, o Incaper, em parceria com Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), por meio do Projeto Corredores Ecológicos, está realizando cursos de capacitação para agricultores interessados em adotar a prática. Já foram realizados cinco treinamentos, sendo que o próximo atenderá a região do Caparaó, terminando no dia 21 de maio de 2010, em Ibitirama.
Unidades demonstrativas
As Unidades Demonstrativas serão implantadas nos municípios de Vila Pavão, Itaguaçu, Linhares, Ibitirama e Afonso Cláudio. O objetivo é promover o sistema silvipastoril no Estado, já que tem apresentado efeitos benéficos nos processos de adubação, fertilidade e na melhoria do terreno das pastagens.
"Com a arborização das pastagens, os animais encontram a proteção contra o excesso de insolação, chuva e vento, proporcionando maior conforto ao rebanho, o que irá refletir na melhoria da produção do animal. Além disso, as árvores contribuírem para manutenção da umidade, por favorecerem para a infiltração da água no solo, e as folhas e galhos que caem auxiliam no processo de adubação do solo", explicou a coordenadora do Projeto Corredores Ecológicos do Incaper, Maria da Penha Padovan.
Segundo ela, os resíduos do gado contribuem para o desenvolvimento das árvores e estas, por sua vez, contribuem para o conforto animal e para a melhoria das condições do solo e da pastagem.
"A adoção do sistema silvipastoril é uma forma de diversificação e de agregação de valor à atividade da pecuária, de modo que o agricultor pode associar o setor agrícola com o pastoril em uma mesma área", comentou o engenheiro agrônomo do Incaper, Jurandir Melado.
Os interessados em participar do curso, ou mesmo adotar o sistema silvipastoril na propriedade podem procurar o técnico responsável pelo escritório local no seu município. Mais informações pelo telefone (27) 3137-9849.
Outras vantagens do consórcio: diversificação da produção: energia, alimentos, forragem, material de construção, etc; favorecimento da reciclagem de nutrientes e, consequentemente, da sustentabilidade do sistema; melhoria da estrutura do solo e sua conservação; melhor equilíbrio ecológico, resultante da biodiversidade, o que favorece o controle biológico das pragas do pasto e do gado; menor proliferação de plantas invasoras e, consequentemente, redução dos custos para o seu controle.
Além de proporcionar a produção de cobertura morta, minimizando a evaporação de água do solo e aumentando o seu teor de matéria orgânica, além dos efeitos benéficos da pastagem sobre a melhoria da infiltração de água no solo; maior diversidade biológica e a possibilidade de fixação biológica de nitrogênio atmosférico, por meio de bactérias do gênero Rhizobium e (ou) da utilização de nutrientes antes indisponíveis, por meio de micorrizas; e, permitir que as árvores se constituam em uma reserva de capital, passível de utilização quando necessário.
Árvores mais adptadas
As espécies de árvores mais indicadas para integrar o sistema silvipastoril são as frutíferas, como manga, jaca, caju, jamelão, cajá, etc. Geralmente, a melhor opção são as frutas que proporcionam boa sombra e sejam adaptadas à região. Também merecem destaque as leguminosas, como gliricídia, ingá, acácias, chuva de ouro; além das espécies da Mata Atlântica características de cada região, bem como pinus, eucalipto, Neen (Nin indiano), entre outras.
Fonte: Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper)
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