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24
mai
2010
(PAPEL E CELULOSE)
Economia em alta aquece o setor de papelão
A Makurky, fabricante de embalagens localizada em São Bernardo, na grande São Paulo, teve um crescimento de quase 70% na produção de janeiro a abril deste ano, quando comparado com o mesmo período do ano passado. “Embora o primeiro semestre de 2009 tenha sido, de fato, atípico para este mercado, o aquecimento em 2010 é expressivo e tem exigido reestruturação dos negócios para atendimento à alta demanda”, afirma Eduardo Batistella Mazurkyewistz, diretor da Mazurky.
Esse resultado é reflexo da alta nas vendas de eletrodomésticos, vestuário, livros e medicamentos, entre outros itens que tiveram alta na economia e que utilizam embalagens de papelão. Até março deste ano a demanda para o papelão ondulado, teve aumento de 20%. Estimativas da Associação Brasileira de Papelão Ondulado indicam que o setor pode bater recorde de vendas no acumulado do ano.
Como consequência desse aquecimento no mercado, os custos de todas as matérias-primas são crescentes desde o início do segundo semestre de 2009. A elevação dos preços das fibras primárias e secundárias (aparas), que sofrerão o segundo reajuste do ano em junho, irão empurrar os preços das embalagens de papel para cima, a exemplo do que ocorre no Estados Unidos e Europa.
O cenário inverte a realidade do ano passado, quando as indústrias de papelão respiraram aliviadas por ter apresentado resultado apenas estável, com variação negativa de 0,01% em relação a 2008. Isso porque, até junho de 2009, o mercado de papelão apresentou retração de 7,08% em relação ao mesmo período de 2008, o que indicava que a queda acumulada poderia ser ainda maior.
“Em função do crescimento da demanda no cenário nacional e internacional, toda a cadeia de fibras, virgens e recicladas, tem trabalhado no limite de suas capacidades. Com isso, o custo da matéria-prima aumenta e exige readequações na política de preços e na organização das empresas produtoras de embalagens”, afirma Eduardo Mazurkyewistz.
Já vislumbrando o aquecimento do setor em 2010, a partir da avaliação do mercado internacional de produção de papelão e das expectativas para a economia brasileira, no final de 2009 a Mazurky investiu na aquisição de novas máquinas, na reestruturação da operação logística e do armazenamento de produtos.
“Conseguimos diminuir o setup das máquinas, ou seja, o tempo em que ficam paradas, com consequente elevação da produtividade. Assim, podemos equacionar melhor a alta dos preços da matéria-prima de nossos produtos e manter a operação saudável”, finaliza Eduardo Mazurkyewistz.
Esse resultado é reflexo da alta nas vendas de eletrodomésticos, vestuário, livros e medicamentos, entre outros itens que tiveram alta na economia e que utilizam embalagens de papelão. Até março deste ano a demanda para o papelão ondulado, teve aumento de 20%. Estimativas da Associação Brasileira de Papelão Ondulado indicam que o setor pode bater recorde de vendas no acumulado do ano.
Como consequência desse aquecimento no mercado, os custos de todas as matérias-primas são crescentes desde o início do segundo semestre de 2009. A elevação dos preços das fibras primárias e secundárias (aparas), que sofrerão o segundo reajuste do ano em junho, irão empurrar os preços das embalagens de papel para cima, a exemplo do que ocorre no Estados Unidos e Europa.
O cenário inverte a realidade do ano passado, quando as indústrias de papelão respiraram aliviadas por ter apresentado resultado apenas estável, com variação negativa de 0,01% em relação a 2008. Isso porque, até junho de 2009, o mercado de papelão apresentou retração de 7,08% em relação ao mesmo período de 2008, o que indicava que a queda acumulada poderia ser ainda maior.
“Em função do crescimento da demanda no cenário nacional e internacional, toda a cadeia de fibras, virgens e recicladas, tem trabalhado no limite de suas capacidades. Com isso, o custo da matéria-prima aumenta e exige readequações na política de preços e na organização das empresas produtoras de embalagens”, afirma Eduardo Mazurkyewistz.
Já vislumbrando o aquecimento do setor em 2010, a partir da avaliação do mercado internacional de produção de papelão e das expectativas para a economia brasileira, no final de 2009 a Mazurky investiu na aquisição de novas máquinas, na reestruturação da operação logística e do armazenamento de produtos.
“Conseguimos diminuir o setup das máquinas, ou seja, o tempo em que ficam paradas, com consequente elevação da produtividade. Assim, podemos equacionar melhor a alta dos preços da matéria-prima de nossos produtos e manter a operação saudável”, finaliza Eduardo Mazurkyewistz.
Fonte: Celulose Online
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