Voltar
Notícias
21
mai
2010
(CARBONO)
ONG lança guia sobre perigos do mercado de carbono
A ONG Friends of the Earth lançou o guia ‘Dez maneiras de jogar com o mercado de carbono’, que pretende delinear as formas como fraudadores podem manipular os sistemas de comércio de emissões, dando ênfase para os créditos de compensação.
Dos dez métodos sugeridos, nove já foram empregados com sucesso, alega a ONG, como fraudes fiscais e táticas de ‘phishing’ (virtuais) que na realidade podem ser aplicadas em diferentes tipos de mercados.
Entre os truques mais específicos do comércio de emissões, uma das autoras do relatório explica que as compensações de emissão são particularmente propensas à corrupção e fraudes.
“Cada acordo de compensação requer uma história indicando que as reduções de emissão não teriam sido possíveis sem a renda dos créditos ou que as emissões seriam mais altas sem o projeto. Devido a isto, o mercado de compensações é inerentemente cheio de oportunidades para mascarar a realidade”, comentou Michelle Chan que também é analista sênior da Friends of the Earth.
Além disso, ela cita corrupção de consultores, responsáveis pela verificação das reduções de emissão, e critica o Ato Energético Americano por permitir a entrada de cerca de dois bilhões de compensações no mercado.
“Isso não apenas abre a porta para fraudes, com também permite a insurgência de carbono ‘subprime’ no sistema de comércio”.
O carbono ‘subprime’ é, segundo Chan, “composto por compensações futuras que, comparadas com permissões de emissão comuns, têm um risco relativamente alto de sofrer um colapso no valor financeiro devido às promessas fracassadas de reduzir emissões”.
Chan critica que justamente quando o Senado norte-americano está debatendo uma reforma de derivativos, a Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA, em inglês), “uma aliança de traders de Wall Street e poluidores de carbono” nas suas palavras, defende que os futuros de carbono sejam negociados em mercados de balcão, que são difíceis de controlar, ao invés de formas mais transparentes como em bolsas.
Dos dez métodos sugeridos, nove já foram empregados com sucesso, alega a ONG, como fraudes fiscais e táticas de ‘phishing’ (virtuais) que na realidade podem ser aplicadas em diferentes tipos de mercados.
Entre os truques mais específicos do comércio de emissões, uma das autoras do relatório explica que as compensações de emissão são particularmente propensas à corrupção e fraudes.
“Cada acordo de compensação requer uma história indicando que as reduções de emissão não teriam sido possíveis sem a renda dos créditos ou que as emissões seriam mais altas sem o projeto. Devido a isto, o mercado de compensações é inerentemente cheio de oportunidades para mascarar a realidade”, comentou Michelle Chan que também é analista sênior da Friends of the Earth.
Além disso, ela cita corrupção de consultores, responsáveis pela verificação das reduções de emissão, e critica o Ato Energético Americano por permitir a entrada de cerca de dois bilhões de compensações no mercado.
“Isso não apenas abre a porta para fraudes, com também permite a insurgência de carbono ‘subprime’ no sistema de comércio”.
O carbono ‘subprime’ é, segundo Chan, “composto por compensações futuras que, comparadas com permissões de emissão comuns, têm um risco relativamente alto de sofrer um colapso no valor financeiro devido às promessas fracassadas de reduzir emissões”.
Chan critica que justamente quando o Senado norte-americano está debatendo uma reforma de derivativos, a Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA, em inglês), “uma aliança de traders de Wall Street e poluidores de carbono” nas suas palavras, defende que os futuros de carbono sejam negociados em mercados de balcão, que são difíceis de controlar, ao invés de formas mais transparentes como em bolsas.
Fonte: Carbono Brasil
Notícias em destaque
Dimensão econômica e sociocultural do carvão vegetal no Mato Grosso do Sul
O carvão vegetal constitui um dos combustíveis sólidos mais tradicionais da matriz energética brasileira. Sua...
(BIOENERGIA)
Prevê-se que as vendas mundiais de máquinas para trabalhar madeira atinjam US$ 8,5 bilhões até 2035
Uma nova análise do mercado global de máquinas para trabalhar madeira prevê um crescimento anual composto de 5,1%, o que...
(MERCADO)
Safra de pinhão deve ser 30 por cento menor em 2026
Santa Catarina terá queda na produção, mas preço ao produtor deve subir
Segundo o divulgado pela Empresa de...
(GERAL)
Concurso de árvores gigantes vai escolher maior angico do Rio Grande do Sul
Espécie pode atingir até 30 metros de altura
O 18º Fórum Florestal, realizado durante a Expodireto, em...
(EVENTOS)
UFSM desenvolve metodologias para gestão de florestas plantadas
A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) firmou um acordo de cooperação com a Associação Gaúcha de...
(GERAL)
Desempenho contra incêndios e a crescente importância da madeira engenheirada na infraestrutura comercial
e embarque representam um subconjunto único da infraestrutura comercial: espaços de transição fechados, expostos a um...
(MADEIRA E PRODUTOS)













